Bom, pessoal, no vídeo anterior a gente falou também como que a parte de prompt consegue explorar aqui com a gente pontos de implementação. Da mesma forma, a gente, da forma como nós trabalhamos com prompt engineering, nós também conseguimos usar muita coisa para a parte de Code Review. Cada desenvolvedor tem uma forma de fazer Code Review. Cada empresa, muitas vezes, determina regras de como fazer Code Review. E como que você consegue personalizar essas regras, essa forma de trabalhar de cada desenvolvedor de uma forma extremamente customizada. Como que você faz isso? Através de prompt. Isso aí que é muito louco. E o code review, nesses casos, ele abre um leque de coisas pra gente. Por exemplo, muitas vezes a gente vai fazer code review e a gente acaba vendo muito mais apenas o lado técnico. Mas, eu posso fazer um code review verificando se tem alguma discrepância naquele código do que foi pedido pra fazer ou seja, se o que eu documentei é o que eu fiz ou se aquilo que tá na minha pull request reflete o que o código fez ou se todas as funcionalidades foram implementadas ou se elas foram implementadas de uma forma que não foi a combinada. Eu consigo verificar se todas as features foram implementadas. Eu consigo verificar se o meu código e como que os testes rodaram, porque, novamente, a gente não pode ser inocente de pedir para a IA gerar código, mas nós não temos certeza que esses códigos cobriram os pontos que nós gostaríamos. Então, eu consigo também em Code Review, com técnicas de prompt, fazer essas validações. Consigo fazer um bug hunting, ou seja, sair buscando bugs no meu Code Review, simplesmente pela utilização de prompts. Documentação, comentários internos, eu consigo verificar isso. E eu consigo, inclusive, inserir isso dentro do meu código. E coding standards, uma das coisas mais importantes é conseguir padronizar a forma como o software é desenvolvido. Nome de variáveis, nome de classes, nome de arquivos, tudo o que a gente quer, a gente consegue padronizar. E no Code Review, a gente consegue simplesmente numa esteira de CICD, fazer ele passar e verificar se a gente está ali no coding, seguindo esses standards de codes. É interessante que hoje em dia, hoje em dia, a gente já tem por muito tempo ferramentas de SAST, DAST e tudo mais, agora imagina essas ferramentas alinhadas com o que você pode fazer com técnicas de prompt pra que você consiga fazer todas essas revisões, então isso aí realmente acaba mudando muito o jogo aí pra gente tá? E no próximo vídeo pessoal, a gente vai falar sobre tipos de prompt e suas variações e aí que eu acho que a coisa, ela começa esquentar um pouco mais, porque eu vou começar a materializar ali para você as possibilidades que você tem de trabalhar e iniciar e melhorar os seus prompts ainda hoje para você desenvolver. Fechou? Então vamos nessa.