Hoje, aqui pra gente, é um dia mega especial porque a gente tem alguém de peso pra conseguir dar dicas fantásticas, insights que realmente podem transformar a carreira de todos nós, né? No dia a dia, uma das coisas que mais importam pra gente é, sem dúvidas, a maneira de pensar, né? Todas as vezes que a gente toma atitudes diferentes, essas atitudes, definitivamente, elas vão moldar quem você vai ser nos próximos anos, né? E, sem dúvidas, tá? Entender como a mente de pessoas aí, como o próprio Roberto Justus funciona, né? e entender aquilo que ele vê como o que é importante pode ser um ótimo guia para todos nós tomarmos as nossas decisões na hora que a gente vai moldar a nossa carreira. Eu acredito que muitos de vocês acredito que todos aqui já conheçam o Roberto. O Roberto é um empresário fantástico e eu acho muito interessante porque você vê que o empresário é bem sucedido quando ele consegue navegar em diversas áreas. E o Roberto passou e passa ainda por muitos negócios e é muito interessante que o sucesso ele acaba deixando rastros. Então, pessoal, eu queria trazer aqui para vocês o Roberto Justus para bater esse papo aqui com a gente e espero aí que todo mundo consiga aproveitar o que ele vai falar aqui hoje para vocês. Muito boa noite aí, Roberto. Tudo jóia? Boa noite, Wesley. Boa noite a todos que estão nos ouvindo. É um prazer estar aqui com vocês hoje, tentando passar um pouquinho das minhas ideias, da minha visão, da minha experiência, e eu espero que no final dessa nossa apresentação eu tenha contribuído de alguma forma com as pessoas que estão ouvindo e que estão nos assistindo, e fazendo esse teu curso, né, e que possam usar essas informações na sua vida, na sua vida profissional, mas também, por que não dizer, também na sua vida pessoal, vocês vão entender porque o que eu falo é um pouco mais abrangente em relação ao nosso comportamento como seres humanos, como um todo, não só no campo profissional. seres humanos como um todo, não só no campo profissional. Show de bola. Roberto, eu vou fazer o seguinte então, eu vou colocar aqui os slides aqui na sua direita, vou sair do palco, tá? E a apresentação aí é toda sua e a gente vai se falando então. Você volta no final? Volto sim, com certeza. Tá. Tá jóia? Obrigado, Roberto. Vamos colocar aqui. Vamos lá. Bom, eu vou começar aqui, primeiro dizendo que eu fico um pouco desconfortável em não estar vendo vocês. É muito... Eu sempre fui muito favorável ao contato humano, as pessoas estarem confortável, e não estar vendo vocês. Eu sempre fui muito favorável ao contato humano, as pessoas estarem trocando energia. Então, quando eu dou uma palestra, ela flui de uma forma muito gostosa quando eu vejo a carinha das pessoas, quando eu vejo como as pessoas estão recebendo a informação, se estão prestando atenção ou não. Agora eu não tenho ideia quem está aí do outro lado, mas eu vou fazer o possível para manter essa energia alta e tentar passar para vocês com toda a sinceridade que me é peculiar e com toda a forma que eu tenho de ser transparente as coisas que eu penso. Contando um pouco de história, eu fiquei durante quase 40 anos na publicidade, construía o maior grupo de publicidade do Brasil. Os últimos 17 anos, 16 anos e meio da minha carreira, eu fiquei na liderança do mercado como o número um. Não é fácil, o mercado é altamente competitivo e nenhum mercado é fácil liderar. Mas a gente conseguiu alcançar esse patamar em tamanho de empresa, graças a muita dedicação, a muito suor, a muito trabalho durante um período grande de quase três décadas, mais de três décadas, desculpe, são 38 anos, quase quatro décadas de dedicação e foco nesse segmento. Há sete anos atrás, eu vendi meu grupo, saí da publicidade, e eu tinha 60 anos de idade, falei, não, não vou parar. Hoje em dia, vocês sabem muito bem que as pessoas têm, graças à medicina, graças a tudo, à modernidade, à tecnologia, a gente se cuidando, a gente consegue ter um padrão de saúde que nos permita uma longevidade maior que no passado. E isso vai acabar acompanhando a gente no fato de a gente poder estender a nossa carreira. Eu sempre falo que a experiência é algo muito importante e eu achava que eu podia usar ela de uma forma interessante a meu favor. E aí eu entrei como quase um serial investor em muitos negócios. Eu estou em quatro negócios na área financeira, que eu sempre adorei, sempre fui investidor profissional. Eu estou em três negócios na área de tecnologia, eu estou em um negócio na área de construção, que também é tecnologia, na verdade. No Brasil, eles ainda não... Eu vou entrar na palestra, vocês vão entender. A construção tecnológica ainda está um pouco atrasada, muito mais do que deveria. Diferente dos Estados Unidos, diferente da Europa e da Ásia, mas vamos falar sobre isso um pouco mais para frente. Então, eu estou nesses negócios todos e voltei a ser CEO da empresa. Agora, dessas outras, eu sou membro do conselho e presidente do conselho, e nessa última, que é a construtora, que é a ConstruTech, na verdade, chama SteelCorp, nela eu estou como CEO senhor da companhia não voltei ativa feliz da vida e sentindo útil eu não trabalho assim a gente tem cada um de nós e vocês devem imaginar isso tem uma definição para o sucesso tem uma definição para o que é o meu objetivo de vida cada um tem seu objetivo né muitas vezes um grande artista lançar uma obra é mais importante do que ganhar dinheiro com ela, então o dinheiro é uma coisa muito relativa eu conquistei a minha estabilidade financeira e poderia parar de trabalhar mas eu acho que é como andar de bicicleta se eu parar de se pedalar, eu cairia e aí não me agrada a ideia de ser inútil então eu gostei, só que agora eu gosto sempre de pensar que eu sou muito útil ainda para fazer coisas, só que diferente do que no passado, eu acho que o meu pensamento estratégico, a minha bagagem, o meu repertório me permitem estar numa posição diferente do que eu estava no passado. as pessoas me perguntam, mas como faz para ter uma mente empreendedora, para ser líder, para se destacar, mesmo que você não queira empreender, mas dentro do seu próprio negócio, do negócio onde você trabalha, da empresa que você trabalha. Eu sempre falo que a mentalidade de dono tem que prevalecer pela empresa inteira. E nós vamos entender um pouquinho mais para frente como faz para as pessoas entrarem nesse ritmo, nesse tipo de pensamento, e se tornarem melhores funcionários, porque pensam e tratam a empresa como se fosse delas. Eu acho isso fundamental. E eu elenquei aqui sete elementos, eu podia ter elencado muito mais, vocês podem ter outros elementos, mas eu elenquei sete elementos que eu acho cruciais e que me ajudaram bastante nessa caminhada para o sucesso dos negócios. Então, eu não acredito que tenha fórmulas, que tenha receitas pré-determinadas. Às vezes, você assiste um coach falando, cheio de receitas, eu não acredito muito nisso. Eu acho que, na vida, a gente tem que ir buscando as informações e aprendendo que alguns elementos são muito indispensáveis para você ter uma vida empresarial e pessoal bem-sucedida. Então, eu quero dividir essa visão com vocês. E esses são os sete elementos e suas consequências. No campo da iniciativa, eu acho que a inovação combina muito com iniciativa em termos de timing é fundamental vocês vão entender porque é mercado em termos de inteligência e planejamento a tenacidade com a sua consistência relacionamento ligado aos talentos comunicação ligada a marketing e a emoção ligada a decisão então iniciativa time inteligência tenacidade relacionamento, e a emoção ligada à decisão. Então, iniciativa, timing, inteligência, tenacidade, relacionamento, comunicação e emoção são os temas pelos quais nós vamos passar. Cada uma dessas características traduz uma ação dinâmica, que são essas do lado direito. Primeiro, começando com a iniciativa. E é o que separa o protagonista dos coadjuvantes. É isso que eu falo, né? Eu dei o exemplo do Steve Jobs, como podia dar outros exemplos de grandes realizadores, empreendedores, que usaram a iniciativa como sua característica principal para iniciar alguma coisa. Sem iniciativa, não tem acabativa. Essa é a grande verdade. Então, quais as características principais? É uma pessoa que decide, é uma pessoa que assume as consequências do que ela faz. Eu sempre tomei decisões, eu sempre falo que um grande empresário, um grande líder, é aquele que acerta mais do que erra. Nós também erramos, obviamente. Se você acerta uma margem de 70% e 80% do que você faz, você é uma pessoa de sucesso. Se você errar 20%, 25%, 30%, é o que é aceitável. Mais que isso, você não tem... Você não é uma pessoa de sucesso, na minha visão. Então, tem que assumir as consequências, saber identificar erro é tanto talento quanto não errar, e aí você pode mudar muito rapidamente o que está acontecendo e tentar resolver. Joga para luxo e perdas, não chore sobre lei derramada, faz sequência, a coisa seguir em frente e vai buscar os novos acertos. Gera nas pessoas que você trabalha uma confiança muito grande que você faz as coisas e a sua capacidade é respeitada, porque você tem iniciativa, você está sempre jogando essa energia da pessoa que tem condição de tomar decisões importantes e influenciar todo mundo, jogar isso no DNA da empresa como um todo. Então, o importante é direcionar bem. E aí que eu faço o link, onde eu junto a história da iniciativa, que a inovação é um dos melhores caminhos para a junto a história da iniciativa, que a inovação é um dos melhores caminhos para a gente usar a nossa iniciativa. E eu falo um pouco de inovação porque é ela, e principalmente para vocês, que em grande parte, ou grande maioria das pessoas que estão falando comigo aqui, mexem com tecnologia, a gente tem que saber separar essas coisas e entender para que ela veio. Muitas empresas não têm iniciativa de entender a inovação e de incorporar a inovação nos seus negócios. Nós vamos ver como isso causa grandes problemas para essas empresas. Com a inovação, você engaja os talentos, você conquista a participação de mercado, proporciona longevidade, porque você consegue inovar o tempo todo, então você consegue seovar o tempo todo, então você consegue se manter. Tem até uma pesquisa interessante, que se você não inova a cada ano, pelo jeito que o mundo anda e da forma rápida com que as coisas vão mudando, você perde mais ou menos 20% por ano Se você não inovar, você perde 20% do seu negócio por ano, praticamente, da tua vida, porque em cinco anos você está fora do mercado. Então, é mais ou menos 20% que você vai perdendo, vai perdendo, 20% no próximo, 20% no próximo. Em cinco anos você pode fechar a tua empresa e você está fora do mercado, porque você não inovou e você não proporcionou novidades dentro do seu negócio, o que é muito arriscado. É um combustível de sucesso em qualquer setor, para a empresa de qualquer tamanho. Não precisa ser grande para você pensar em inovação. E por que às vezes as pessoas falam que é tão difícil entender a inovação como algo que possa me ajudar? Como é que eu faço para materializar essa visão da inovação? Como é que eu uso isso? Às vezes é difícil, porque as pessoas ficam sempre ligando inovação com tecnologia, ligando com... Eu preciso botar muito dinheiro, eu preciso fazer pesquisa, desenvolvimento, senão eu não vou conseguir. Então, sempre essa é a ligação. Isso pode acontecer. É fato que isso é verdade. Mas tem muitas outras respostas que são muito mais abrangentes. Inovação é fazer diferente o que os outros estão fazendo igual. A tecnologia, que é essa que vocês tanto usam, ela tem que ser entendida como um veículo para viabilizar a inovação. Ela não é inovação em si, ela é o veículo que viabiliza a inovação. Então, a definição acadêmica sempre foi atender uma necessidade existente de forma nova e mais eficaz do que as anteriores. Então, eu estou fazendo alguma coisa diferente, alguma coisa nova do que eu fazia antes. Então, estou inovando. Veja, aí não tem nada a ver com tecnologia, tem a ver com atitude. A minha atitude inovativa me permite fazer alguma coisa de forma melhor ou mais avançada ou diferente do que eu fazia antes. Mas essa é a definição clássica. Ela olha para trás. Então, o que eu fazia e o que estou fazendo é um comparativo que olha para o passado. Ela fala de um aperfeiçoamento. Estou melhorando algo que estou fazendo e aí, dessa forma, posso estar inovando. Mas a gente deve também olhar a inovação olhando para frente, para o futuro. Então, criatividade, tecnologia, insights, tudo isso faz parte da criação de diferentes tipos de inovação quando eu olho para frente. Eu posso dar um exemplo de inovação disruptiva. Ela apresenta uma forma totalmente nova de consumir um produto ou serviço que já existia. Gera um novo modelo de negócio. Então, essa não está olhando para trás, está olhando para frente. Está fazendo com que eu dê um salto, às vezes, quântico do meu negócio, porque eu consegui criar algo diferente e novo. Então, um exemplo. Criando uma plataforma de streaming, o consumidor paga assinatura e assiste o que quiser e quando quiser. Isso é diferente do que era, por exemplo, a televisão no passado, ou mesmo a televisão a cabo, que tinha uma programação síncrona, que você tinha que assistir quando eles quisessem que você assistisse, e não quando você quiser. Essa evolução do modelo criou essa empresa chamada Netflix, que incorporou as novas tecnologias para ser disruptiva e mudar aquilo que as televisões e as TVs a cabo e todos os sistemas de comunicação antes faziam. Então, ela revoluciona e conquista esse espaço e hoje tem esse sucesso danado. Então, a iniciativa de inovar vai permitir que a empresa sempre possa surpreender e encantar os consumidores. Agora, isso vai depender de um elemento fundamental, o timing. Como que eu faço para entender que eu estou entrando na hora certa o mundo ele se transformou mais nesses últimos 30 anos do que nos últimos 3 mil anos anteriores então, vocês imaginam que uma mudança desse nível que nós temos as pessoas às vezes não sabem o que elas querem porque elas não sabem o que elas podem querer elas não, tem até uma podem querer. Elas não... Tem até uma história engraçada de você... Não é história, a gente é uma constatação. Eu tive a conta da Vivo por muito tempo, quando tinha a minha agência, e eu lembro que a gente se aprofundava muito nas pesquisas de usuário. Vocês acham, vocês acreditam que quando o smartphone surgiu, acreditam que quando o smartphone surgiu, as pessoas usavam nem 10% dos features que o smartphone tem. Então é uma loucura, porque você tem lá um equipamento na sua mão que você não consegue entendê-lo, leva um tempo, um ciclo de aprendizado para você poder entender tudo o que ele pode te oferecer. Isso é verdade para quase tudo que é tecnologia, para a vinda da da inteligência artificial uma série de coisas, para as pessoas entenderem como funciona um chat GPT ou como funciona algo que possa ajudá-los na sua vida, nos seus negócios tem uma curva de adoção, tem um timing para isso que atrapalha essa adoção então, às vezes eu não sei o que eu quero porque eu não sei o que eu posso querer, porque eu não sei exatamente como funcionam aquelas coisas. Outro dia eu comprei um carro novo, uma Mercedes-Benz elétrica, o cara veio fazer o curso para mim, eu quase dormi na hora do curso, tanto que ele estava me explicando. Tudo bem que eu sou um turista digital, a grande maioria das pessoas que estão me vendo aqui provavelmente são nativos digitais, que têm uma linguagem mais apropriada. Minha filha de três anos hoje navega no iPad até melhor do que eu, ela tem três aninhos. Sem contar minha filha adolescente de 14. Essa, então, dá show. Então, assim, são as tecnologias que vão chegando e nós temos pessoas e mercado para absorver essas tecnologias com timing que não é sempre o que o fabricante imaginou. Tem uma curva de adoção complexa aí, e as pessoas ficam um pouco perdidas. Às vezes elas se assustam com a velocidade dessas mudanças. Então, como que a gente sabe, qual é o momento certo para inovar? Eu lembro que nós já lançamos negócios no passado, eu tinha um grande parceiro de negócio meu, que é um cara genial, sempre à frente do seu tempo, que era o Walter Longo, ele lançou uma empresa de entertainment, que ele chama, que seria usar o conteúdo dos veículos, tanto de revista quanto de televisão, para botar anúncios em forma de matéria. Isso aí é você usar o conteúdo e não estar só no intervalo comercial, você invade o conteúdo. Mais ou menos o merchandising que a Globo fazia a vida toda no passado, mas um pouco mais moderno, mais otimizado. Só que ele lançou aquela empresa de fazer isso numa época em que as pessoas não entendiam tanto esse formato. Então, demorou muito tempo, demorou praticamente cinco anos para o mercado amadurecer o suficiente para poder usar algo inovador que foi criado cinco anos antes. Isso é ruim. Então, quando esse público é capaz de entender o novo que está surgindo? Combinar algo que já existe com novas propostas pode estar na solução dessa história. Então, você está inovando, mas você está combinando as coisas como uma evolução e não tanto uma revolução que, eventualmente, o mercado não está pronto para absorver. Então, o que motiva alguém a comprar alguma coisa nova é conhecer o suficiente para saber que tem uma evolução lá. Então, se eu sei o que essa Mercedes é capaz de fazer, eu me estimulo mais de comprá-la do que se eu for uma pessoa desinformada e que não vai fazer diferença nenhuma para mim. Então, por que eu vou me motivar a comprar um veículo 100% elétrico, cheio de novidades tecnológicas, se eu não estou disposto a entender ou se eu não estou preparado para entender? Hoje, já entendo bem. entender. Hoje já entendo bem, aprendi bastante dela e consigo operar vários features e que me motivam a sempre querer evoluir e comprar coisas novas. A gente sabe que a Apple lança o iPhone a cada ano com novos features, com uma inovação tecnológica em cima da outra que às vezes até frustra o comprador por não ser tão grande quanto ele já imaginava. E a gente está sempre evoluindo, a nossa compreensão tem que acompanhar a evolução tecnológica para que isso possa dar certo. Se a gente pegar PC, Windows, celular, iPhone, 3G, Facebook, Instagram, WhatsApp, Waze, Airbnb, Uber, tudo, se a gente entender tudo isso, é muito mais fácil a gente absorver. Se você olhasse 10 anos para trás, talvez nem tanto, e falasse que a maior empresa de hotelaria do mundo seria uma empresa sem nenhum hotel. Se você me falasse 20 anos atrás que a maior empresa de transportes do planeta não tem um carro. Mas como leva as pessoas para cima e para baixo? É a maior empresa, é o maior faturamento de transporte. E não tem carro, que é o Uber. Você diria, você está brincando comigo? Airbnb é um hotel sem quarto, sem nada. Ela não tem investimento em CAPEX, não tem investimento, porque é tudo de terceiros que ela utiliza. Então, são ideias geniais de inovação que tiveram que ser entendidas pelo público e poder ser consumidas. Uma que tiveram que ser entendidas pelo público, poder ser consumidas. Uma coisa não mata a outra, não é que uma coisa venha, ela pode melhorar, ela pode inovar, ela pode evoluir alguma coisa, mas os hotéis não deixaram de existir para o Airbnb, nem os táxis deixaram de circular, mas o mercado foi dividido, o share de mercado dessas operações foi dividido e as empresas tiveram que se atualizar para poder oferecer serviços que possam ser equivalentes e competir de igual para igual com essas novas tecnologias. Então, o sucesso de cada uma dessas coisas só aconteceu porque o público já tinha entendido e absorvido os anteriores. Eu procuro, e eu dei esse exemplo aqui, porque eu vou voltar só em dois, três slides para isso, exercer o timing correto em tudo que eu faço. Talvez se eu falasse em construção industrializada, na construção civil, que é o mercado que é 25% do PIB brasileiro, e vocês acreditem se quiserem, tem uma pesquisa que fala que em termos de atraso de inovação e de inovador, atraso de inovador, só perde para a pesca no Brasil. O setor de maior atraso inovador, comparado com o mundo brasileiro, é pesca. E o segundo é construção civil. Os caras ainda fazem obra em alvenaria, quando as nossas paredes de light steel frame são infinitamente superiores. Não tem patologia, não absorve calor, então a temperatura é sempre melhor dentro, gastando muito menos ar-condicionado. São mais resistentes, as pessoas acham que não, mas duram de 300 a 400 anos, porque usam placa cimentísea e usam aço, que é um material super resistente. Não tem problema acústico, é muito mais resistente acusticamente do que a parede convencional. A obra é feita em metade do tempo. Então, há uma série de vantagens que esse steel frame traz como nove iminentes tecnologias construtivas, onde eu entrei de cabeça para tentar conquistar esse mercado e quebrar essa resistência que as pessoas que não querem sair da zona de conforto insistem em manter o padrão antigo, como acontece em tudo. Então, como eu falei, só para a pesca que a construção civil perde. O mundo mudou, a construção civil precisa mudar. Os métodos construtivos atuais não têm acompanhado essa evolução. Al mudou, a construção civil precisa mudar. Os métodos construtivos atuais não têm acompanhado essa evolução. Algo precisava ser feito, estamos falando de EFG, nós gastamos 5 litros de água por metro quadrado na construção modular, na nossa construção de steel frame, contra 500 litros, só 1%. Você imagina no mundo de hoje, do ESG, como isso faz a diferença. Obras limpas, sem água, obras de construção a seco, sem entulho, sem resíduo, e fora o pós-obra depois, que é muito melhor. Então, essas construções a seco são leves, limpas e têm durabilidade de até 300 anos, como eu falei da água também. São tantas inovações que nós temos que mostrar as vantagens do steel frame para essa sociedade. Eu dou esse exemplo e algo começando agora. Por que o Brasil só tem 1% das obras nisso e os Estados Unidos tem 78%? Os americanos são bons, o que fazem? Por que a Europa tem mais de 65% das obras desse jeito? Onde lá tem furacão? Onde lá tem sei lá, tsunami? Onde precisa ter uma obra muito resistente mais do que no Brasil? E os caras fazem. Então, é o momento certo para abrir mercado, vou agir em cima disso, vou criar uma forma de quebrar essa resistência, e tenho certeza que eu vou ter muito sucesso nesse negócio pelo fato da oportunidade de estar aí. Então, o que é isso? É iniciativa e, ao mesmo tempo, usando tecnologia a meu favor no momento certo para fazer. Talvez 15, 20 anos atrás não desse para fazer, até o preço do aço não era nem competitivo, não permitia a gente fazer. Então, você ter esse timing bom é ter os pés no futuro e os olhos no presente. Você já começa a agir como se estivesse no futuro, mas está bem de olho e não perca o olho no que você está fazendo agora. Quem faz o contrário, manter os pés no presente, só coloca coloca olhos para o futuro, vai perder tempo porque não sabe exatamente quando entrar no mercado. É um fenômeno chamado zeitgeist, que é você estar sintonizado com o espírito do seu tempo. Isso é essencial para definir o momento ideal que você tem para agir e para obter um impacto positivo no que você está fazendo. O porquê da empresa tem que estar sempre alinhado com a época em que ela está vivendo. Esse é o propósito que ela tem que ter? Evoluir de acordo com os conceitos mais atuais da sociedade, o tempo e o lugar para se manter alinhado com essa dinâmica que o mercado apresenta. Só quem está muito atento a tudo isso, só quem tem uma visão muito clara, diferenciada, consegue se beneficiar disso. O que e o como de uma empresa tem que estar muito atualizado. Então, para isso acontecer, tem que incluir todos os benefícios que essas tecnologias, que esses novos momentos, que esses novos ensaios podem nos oferecer. E não são poucos, nós temos que estar atentos a eles. E o quem também é bastante time sensitive. A gente tem que entender que as gerações vão se sucedendo, as novas oportunidades vão chegando. Nas mais diferentes gerações, as empresas têm que estar atentas para oferecer novas propostas. Vou dar um exemplo. Essa geração dos 60 a mais, dos idosos, que eles chamam. Eu já me considero, infelizmente, eu sou chamado de idoso. Eu nem gosto de ficar estacionando em vaga de idoso para não olharem para mim como um velhinho. Mas eu poderia, porque já tenho mais de 60 anos. Essa geração toda, no passado, tinha uma dificuldade muito grande de fazer compras à distância, de usar a internet do jeito que os mais jovens usavam e usam. Então, era um mercado um pouco mais limitado. O marketplace, para eles, não funcionava tanto. E os velhinhos gostam de ir, os mais idosos, nem vou chamar de velhinhos, mas os velhos gostam de ir no supermercado, gostam de ir nas lojas, no shopping center. Muitos já são aposentados, desculpa. Muitos já são aposentados, então gostam de ir no banco, gostam de fazer as coisas, gostam de ir na farmácia. Então, programa. Veio a pandemia, eles foram os mais afetados, tiveram que ficar excluídos da sociedade por um bom tempo e tiveram que ficar em casa, porque era o mais perigoso da pandemia, da Covid, e era para os idosos, quem tinha mais risco de ter algo, juntamente com aqueles que tinham comorbidades. Então, eles tiveram que desenvolver algo que eles não sabiam antes, que é a tal da compra à distância, Entender que a internet seria o grande aliado para eles poderem estar no mundo naquele momento por um período longo, que foi o período da pandemia. Agora, a empresa que ficou atenta para isso, hoje oferece produtos para essa gama de público que antes não acessava esses produtos. Então, olha, é uma oportunidade gerada por gerações que vêm aí e com tecnologia atenta, a empresa atenta, oferecendo serviços num faturamento grande, porque essas pessoas, geralmente, aposentados, já têm o seu pé de meia, já têm as suas economias e, às vezes, têm muito mais poder aquisitivo até do que os mais jovens. timing também tem a ver com a questão cada vez mais atual que se aplica a tudo que seria perguntar por quanto tempo porque uma vez que você conseguiu fazer a tua tecnologia a tua iniciativa, teu momento criar um novo produto ou aproveitar uma oportunidade de mercado, quanto tempo você vai manter aquilo? Você vai ficar deitado em persa esplêndido no sucesso eventual que aquilo causou, ou você vai já pensar no novo? Eu, quando ganhava uma conta nova na publicidade, as pessoas estavam comemorando e já estavam pensando qual vai ser a próxima. Para mim, aquilo já foi. Já é uma conquista. E eu não fico derretendo em cima das conquistas. Eu sempre quero mais. Isso não é porque eu tenho ambição, é porque eu sou motivado por conquista, por ir atrás das coisas, por fazer sucesso com as coisas, e eu sempre acho que aquilo que eu já fiz, ok, agora vou entregar o que eu prometi, porque jamais deixo de entregar o que eu prometi, jamais prometo que eu não vou entregar, mas vou atrás de cumprir, mas eu já estou buscando o novo para fazer o próximo passo, nunca me acomodei em cima do sucesso. A nossa sociedade, tudo é muito efêmero. Os conceitos, os comportamentos se sucedem. As coisas mudam muito rápido. A resiliência que nós temos que ter para entender o quanto nós temos que mudar é muito grande. Porque o que faz sentido hoje, daqui duas semanas, três meses, um mês, não vai mais fazer sentido. Então, está repleto a história de grandes empresas que perderam a liderança, sucumbiram porque não inovaram, não se ajustaram ao time de mercado, continuaram insistindo, ficaram acomodados e eram grandes marcas e acabaram muitos morrendo. Muitas delas até mantiveram os modelos de negócio por mais tempo que deveriam e acabaram desaparecendo. Um exemplo é o Blockbuster, exemplo é a Kodak, a Nokia, a BlackBerry, a Atari, American Online, Xerox. Alguns até ainda estão aí, por aí, mas não tem mais o mesmo brilho que perderam o bonde da história. Então, fique atento para perceber o porquê, fique atento para perceber o como, quando as novas tecnologias vão afetar o teu negócio. quando as novas tecnologias vão afetar o teu negócio. Você pode se antecipar às tendências, desenvolver inovação e até propor novos comportamentos e categorias que vão encantar as pessoas e vão levar os negócios para frente. Gente, eu não falo só para dono de empresa pensar assim, eu falo para executivos pensarem assim. Vocês que mexem com programação, vocês inventarem novas coisas, vocês fazerem a sua empresa crescer, é fazer a sua empresa crescer. É fundamental dentro desse espectro de aproveitar a oportunidade da inovação, aproveitar a oportunidade de ter iniciativa para te ajudar a crescer e perceber esse timing correto. Para isso, é importante que você tenha a inteligência. E aí eu vou falar um pouco dela, porque é fundamental. Todos nós nascemos com uma inteligência. Uns um pouco mais, outros um pouco dela, porque é fundamental. Todos nós nascemos com uma inteligência. Uns um pouco mais, outros um pouco menos, mas todos têm. A inteligência é como um músculo. Ele precisa ser treinado. Você vai na academia, não vai? Você vai treinar seus músculos para ter uma vida saudável? Faça a mesma coisa com a sua cabeça. A gente fala de inteligência, a gente tem que pensar... As pessoas pensam rápido, capacidade de aprender rápido, memorizar fatos, fazer correlações, ok, isso é verdade. Mas isso eu posso buscar, inclusive, na inteligência artificial, que é uma ferramenta que está aí há muito tempo. O Google é uma inteligência artificial. As pessoas pensam que só agora. Já tem mais de 30 anos que tem inteligência artificial no mundo. Só Já tem mais de 30 anos que tem inteligência artificial no mundo. Só que agora se aprimorou de um jeito e ela ficou mais palatável para o cidadão comum. Ela realiza boa parte hoje do trabalho pesado, não tenho dúvida, com a tecnologia nos ajudando. Mas a nossa inteligência humana é insubstituível quando a gente fala em percepção, interpretação do que é subjetivo. Isso a máquina não vai fazer, na nossa criatividade, no sonho, na imaginação, Einstein falava que a criatividade e a inteligência se divertiam. E é verdade. Einstein usava um pouco mais do cérebro do que a gente usa. Nossas cabeças, a gente usa menos de 10% do nosso cérebro, por incrível que pareça. E você só vai conseguir aumentar, alguns usam 3, 4, 5, depende, você vai usar mais ou menos, dependendo de quanto você vai trazer de informação para a sua cabeça. A informação, ela é inserida num contexto estratégico, quando a gente fala de inteligência. Não basta saber fatos e números, tem que enxergar como eles se relacionam com desafios e objetivos. Eu falo sempre que criar repertório é o maior aliado que o ser humano tem. Eu faço testes com pessoas de conhecimento geral e as pessoas sucumbem. Diretores, cara com formação acadêmica, não tem uma visão larga das coisas como deveria o que mais me acompanhou na vida e me deu muita chance de ser sucesso foi o repertório que eu construí aprender a falar quatro línguas diferentes entender as culturas diferentes entender o mundo como ele funciona, os mecanismos não só na economia, na política, na cultura, nas não só na economia, na política, na cultura, nas artes, na ciência, na história da humanidade. Tudo isso cria em você condição de ser um profissional muito melhor. Acredite, não só na especificidade daquilo que você faz, mas em termos gerais, você ter essa visão te ajuda em todas as situações. Você saber ler essas situações, enxergar esse quadro grande, esse big picture, perceber o que é relevante, o que não é, saber quando você vai usar a intuição, quando você vai usar a informação a seu favor, fazem a diferença. A inteligência vai te permitir você perceber oportunidades. Se eu tenho um vasto repertório, se eu aprendi bastante desde a formação acadêmica e tudo que eu estou fazendo, como vocês estão fazendo esse curso agora, em tudo que a gente faz, a gente vai perceber melhor as oportunidades que se abrem para a gente, a gente vai sair, enxergar o cavalo selado passando na frente para a gente montar em cima dele e não perder o bonde da história. A inteligência, a cultura, a informação, a sabedoria são os maiores aliados que a gente possa ter na nossa vida empresarial. E você, usando a inteligência, você vai planejar melhor e você vai poder aproveitar melhor. O Weitersen White Eisenhower falava que plano não é nada. Plano é falar, amanhã eu faço aquilo, depois amanhã eu faço... Isso é um plano. Ah, depois eu faço isso, depois eu faço... Não. Você põe tudo no papel, você esquematiza tudo, você faz um planejamento de tudo que você quer fazer e depois você vai buscar o acontecimento lá na frente. O que alimenta a nossa inteligência, como eu já disse, é esse repertório. O que alimenta a nossa intuição, a nossa criatividade, é esse repertório. É ser curioso, é perguntar o porquê das coisas, é não se contentar. Eu chamo de lifelong learning, que em inglês quer dizer um aprendizado de vida inteira. Eu fico a vida toda aprendendo alguma coisa para poder fazer a diferença na minha vida. Eu nunca vou parar de aprender, a não ser quando eu parar de respirar. Para mim, tudo é novidade sempre. Eu leio três a quatro jornais por dia, eu vejo informações de tudo o que está acontecendo para poder sentar em qualquer roda e discutir qualquer assunto, igual para igual, com qualquer pessoa, em qualquer tema. Os temas me interessam. Eu tenho alguns que eu gosto mais, eu gosto menos, mas eu estou sempre interessado em todos. Não pode ser monotemático. Você tem que abrir a cabeça para várias coisas ao mesmo tempo. Isso é muito importante. Tenta curiosidade, aberto para aprender coisas novas, mantendo a mente sempre aberta. Essa é a melhor dica que eu podia dar para todos vocês. A gente tem que entender que a gente vivendo uma vida extraordinária, viver vida extraordinária não acontece só porque você tem dinheiro. Não precisa ter dinheiro para ter uma vida extraordinária. Todos nós temos um lado B, um lado que a gente tem algum talento escondido que a gente não sabia. Isso ajuda a refrescar a nossa mente o tempo todo, traz uma dinâmica nova para a nossa mente. Eu, por exemplo, gosto de cantar, e fui lá, aprendi a cantar, sabia que já era afinado, mas fui aprimorar isso, fui ter aula de canto com o maior professor de vocal que tem no país. Era um hobby meu, nada a ver com profissão, montei uma banda, brincava, me divertia. Eu voltava o dia seguinte para o trabalho totalmente refrescado, totalmente energizado para poder produzir melhor. Qualquer um de vocês pode ter um talento de escrever uma poesia, de pintar um quadro, de fazer um esporte. Também o esporte é uma coisa que me acompanha a vida toda. Sempre fui muito competitivo. Eu sempre falo, não precisa gostar de perder. Não gostem de perder. Saibam perder. A diferença é muito grande. Eu estou jogando tênis, que é o meu esporte desde criança e jogo bem. Eu posso estar perdendo de 5 a 0, no 7 que vai a 6. Mas eu não vou desistir até a última bola estiver em jogo. Não vou me entregar. Vou ficar louco da vida com o cara se ele ganhar. Vou ficar chateado se eu perder. Não importa se está valendo nada. Está valendo um desafio de querer ser vencedor. Mas vou lá e vou dar a mão e parabéns para o meu adversário quando eu perder. O mais chateado que eu esteja. É assim que tem que funcionar a vida. Aquele que fala que faz esporte ou joga alguma coisa só pra competir e não pra vencer, já é um perdedor na vida e não vai ter sucesso. Você tem que jogar tudo pra vencer. Se eu jogar um paro ímpar com a minha filha de três anos de idade e ela ganhar o primeiro, eu vou pedir melhor de três. É incrível que que pareça, sou competitivo até com os meus filhos, mas eu boto neles essa vibe de ser competitivo na vida, cada um no seu ritmo, cada um com seu estilo. Eu tenho filhos um pouco mais aguerridos, como eu, outros um pouco mais de pensamento, um pouco mais diferentes, que são um pouco mais calmos em resolver as coisas, o que não está errado, é o estilo de cada um. Mas a dinâmica de buscar o resultado sempre tem que ser muito forte. Então, temos que ir além do previsível e temos que nos divertir para poder fazer esse repertório crescer. A vida não se mede em tempo. Ela se mede em quilômetros que você viajou ou em linhas que você leu ou escreveu. Aí você tem o seu repertório garantido. Isso não vai importar para você. Informação, informação, informação e cultura. Explore possibilidades inéditas enquanto você controla o seu medo de errar. Não importa. Eu prefiro tentar errar do que ficar imaginando o que eu podia ter feito e deixei de tentar. Está bem nutrido de um repertório de experiências fundamental para você perceber mudança, para você resolver os problemas, se adaptar aos novos tempos, trazer para o planejamento da sua empresa ideias boas que façam sucesso no tempo certo e alinhadas com os desejos do mercado como um todo para que você possa fazer sucesso. Inteligência é perceber também que as pessoas vão desejar muito antes de elas se darem conta do que elas querem. Isso aí é uma frase que foi atribuída ao Steve Jobs, não sei se foi ele que falou isso, mas é muito verdade. Você tem inteligência e visão suficiente para perceber o que as pessoas vão desejar antes que elas se darem conta. Um grande empreendedor da história foi Henry Ford. Se você perguntasse para os consumidores na época que eles andavam a cavalo, o que eles desejavam antes de ser o primeiro a lançar o automóvel em linha, a resposta seria eu quero cavalos mais rápidos. Não é para os consumidores ter que perguntar, tem que criar algum produto que eles nem imaginam que possa existir e vai fazer grande diferença na vida deles. O marketing que eles nem imaginam que possam existir e vão fazer, vai fazer grande diferença na vida deles. Então, o marketing, que é essa ferramenta com a qual eu lidei a vida toda, nada mais é do que transformar um desejo em necessidade. Agora, isso não acontece de uma hora para outra. Você vai ter que ter mais um elemento para entender isso, que é a tal da tenacidade e da consistência. Vejam que é muito difícil você fazer algo no mundo de hoje, principalmente no Brasil, onde o ambiente é muito hostil para o empreendedor, você não tiver persistência, se você não tiver determinação e resiliência para entender as mudanças. Então, se você não for hoje, se você quiser empreender em qualquer coisa, você vai saber que no início as dificuldades são grandes e que você vai ter muita dificuldade para você poder passar as etapas e você, por exemplo, um bom exemplo é nadando em mar aberto. Como é que eu saio da praia, passo a reventação e vou nadar no mar? Lá tem tubarão, lá tem um monte de desafios, mas eu tenho que ter muita determinação para poder fazer esse ramp-up e sair do início para poder fazer esse ramp-up e sair do início para poder começar alguma coisa, fazer acontecer. Então, você tem que ter uma grande convicção de que as coisas vão dar certo para você poder fazer, ter sucesso na sua vida. Você tem que acreditar demais no que você está fazendo, mesmo, como eu já falei, que os resultados no início não sejam tão bons. Falta capital, falta problemas em excesso, uma startup, um negócio que começa, sempre tem que se provar, ela não é ainda uma coisa concreta, então você imagina o número de dificuldades que tem por trás disso. Então a tenacidade acaba se relacionando com o foco no propósito, clareza na visão de futuro, compromisso com a evolução e aí sim a gente consegue entender. É diferente da teimosia, porque a teimosia é fruto da arrogância de quem refratar é o novo. É contrário à evolução, aos argumentos, à tecnologia. A teimosia não é algo empático, é cega e pode levar as empresas à ruína. Insiste demais no erro. Especialmente é importante você perseverar e ir até o fim de todos os projetos entendendo que a curva de adoção de um produto ou serviço vai demorar um tempo. A hora que ela se acelerar, aí você teve sucesso. Mas para isso é difícil. Você conquistar a preferência da maioria não é fácil. Tem que exigir tenacidade das lideranças para entender esse timing que vai acontecer. Então, você tem os inovadores, os early adopters, depois você vai para o early majority. Quando você chega no meio desse gráfico, é onde você está realmente já com sucesso no mercado do teu negócio. Então, dependendo do produto, pode ter um abismo entre aqueles primeiros 15% que compram e os 34% que são necessários para torná-lo viável comercialmente. Superar esse momento exige da gente muita tenacidade e muita resiliência. Para enfrentar os desafios de mercado vai exigir, que exige timing, inovação, inteligência, tenacidade e é preciso estar cercado de pessoas competentes. Isso nos leva ao nosso próximo elemento que é relacionamento e os talentos. Eu sempre falo que não basta ter know-how, tem que ter know-who, tem que conhecer pessoas. Se tive um grande aliado na minha vida, foi eu saber onde buscar a solução de alguma coisa, com quem falar e ser atendido por essas pessoas e ter esse, criar esse círculo de relacionamento, que ajudam demais no negócio. Você não pode ficar isolado dentro do teu mundo, você tem que se abrir para ter relacionamento, seja com seus parceiros, seus fornecedores, seus concorrentes, seus clientes, mercado em geral. É fundamental que isso aconteça. Então, o know-how existe, mas o know-how é fundamental. O know-how tem que ser, tem que saber o que eu estou fazendo, mas eu tenho que saber com quem eu vou lidar para ter sucesso. Fique muito atento a essas pessoas que vão cruzar o teu caminho. Tem que buscar talentos complementares. Eu sempre falo também que se eu tenho duas pessoas fazendo a mesma coisa, de uma delas eu não preciso. Eu preciso de pessoas que se complementem nas suas funções. Eu procuro gente sempre muito complementar, para que o mecanismo, essa engrenagem da empresa, funcione com várias peças se complementando, e não pessoas se debatendo, fazendo as mesmas coisas para essas. Eu não preciso, com certeza, de pessoas fazendo coisas que não são inovadoras e diferentes uma das outras. Então, escolha pessoas que são engajadas, que colocam entusiasmo no trabalho, que acreditam no negócio, celebram as vitórias, trazem uma energia positiva. Então, gerações, eu falo sempre que a empresa ideal é aquela que tem várias gerações. Você tem a energia do jovem, a inovação, o talento do jovem, saber lidar com a tecnologia atual. Você tem a experiência do mais velho, a visão, o aconselhamento. Então, você tendo as duas coisas juntas, é fundamental para que a empresa possa se complementar com os melhores talentos possíveis. O grande publicitário falava, David Ogilvie dizia, contrate pessoas tão boas ou melhores do que você e você vai ter uma organização de gigantes. É muito difícil, às vezes, um diretor, um executivo, alguém, contratar gente melhor do que ele. Porque é natural na pessoa uma insegurança. Eu sempre busquei gente melhor do que eu. Por mais que eu seja o líder, por mais que eu tenha muita informação, tem gente para fazer coisas melhor do que eu, nas suas áreas respectivas. E eu tenho que buscar essas pessoas. Depois eu posso liderá-las, posso orientá-las, posso estimulá-las, atrair, reter e motivar talento. É uma das grandes funções de um grande líder. Mas essas pessoas têm que ter complementaridade com o negócio, essas pessoas têm que ter várias, têm que ser tão boas, que sejam melhores do que eu no que fazem, para que o sistema como um todo possa se beneficiar. Então não tem que ter receio de contratar gente melhor do que a gente. É importante entender a dinâmica entre as pessoas e incentivar demais essas conexões. Tem que valorizar os talentos individuais, otimizar a complementaridade, como eu já disse, entre as experiências de cada um e tentar tirar o melhor dessas pessoas. As pessoas passam mais tempo no seu trabalho, no seu tempo acordado, do que na sua casa com as suas famílias. Pode olhar. A gente fica no escritório, sei lá, de manhã até de noite, quando a gente volta para casa, a gente fica algumas horas com a família e o resto vai dormir. Então, você fica o quê? Três, quatro horas com a sua família, dorme sete, oito horas, seis horas e fica sete, dez horas, doze horas no trabalho. Então, a gente tem mais tempo de troca com as pessoas com quem a gente trabalha do que com a nossa própria família. Então, você imagina que ambiente é esse que nós temos que nos preocupar em criar para que a empresa tenha resultado. Então, fortalece o grupo você valorizando os talentos individuais e otimizando essa complementaridade. A dimensão pessoal dos talentos está cada vez mais importante na dinâmica da empresa. É muito importante a gente ver que gestão de pessoas tem que ir além da contratação. Uma gestão de carreira do profissional, considerando os anseios dos projetos pessoais de cada um. Eu me preocupo demais com essa história da meritocracia. Como que eu incluo as pessoas dentro? Se eu peço para eles terem olhar de dono, eu preciso dividir essa riqueza. Eu tenho que ter a mentalidade, como alguns empresários têm e outros não têm, de dividir a riqueza que é gerada por essas pessoas. Elas são as grandes responsáveis pelo que está acontecendo. Então, nós temos a obrigação de fazê-las participar desse resultado de alguma forma. Tem uma expressão que fala sobre a tal da employee experience. Qual é a experiência desse funcionário na corporação? Ela é muito decisiva para você atrair, motivar e, principalmente, para você segurar essas pessoas na organização. Empresas que têm essa boa experiência com os funcionários, vivem essa boa experiência, melhoram sete vezes a reputação da empresa. Porque são verdadeiros... As pessoas são verdadeiras propagandas ambulantes do negócio. Elas vão falar bem do negócio quando elas estão fora do negócio, no barzinho da esquina, no happy hour, com seus amigos, porque elas amam o negócio delas porque elas têm uma experiência maravilhosa lá dentro. Elas têm 40% menos desligamento dessas empresas que têm uma boa experiência. O turnover cai. É muito importante eu ter pessoas que eu treinei, que nós preparamos e tal, e que continuem com a gente, e que não vão espalhar essa experiência que ganharam com a gente no nosso concorrente, ou não vão dedicar isso a outras empresas. Mais ainda, duas vezes mais faturamento nas empresas que têm boa employee experience. Sete vezes mais capacidadeamento nas empresas que têm boa employee experience. Sete vezes mais capacidade de inovar. Porque quando você cria uma experiência boa para essas pessoas e faz elas felizes no ambiente de trabalho, porque elas são reconhecidas, porque tem planos para elas, porque você se preocupa com RH estratégico, não apenas aquela coisa da função normal de departamento pessoal como era antigamente, você gera nessas pessoas capacidade de pensar, de criar, de inovar muito maior. Além de salários, benefícios, bônus, a boa pre-express inclui motivação, companheirismo, união. Isso é muito importante no resultado final de um negócio. As pessoas têm que estar unidas em torno de um desejo. A marca é a coisa mais importante a que elas devem o respeito. Eu sempre falo, eu não vou proteger um amigo dentro da empresa, um amigo eu vou ter na hora do happy hour, ou para ir jantar fora com ele. Mas se ele não for competente, ele pode ser o melhor amigo meu, ele vai ter que sair do negócio. O sistema tem que expelir aqueles que não trazem benefícios claros para o negócio. Se você vê alguém do seu lado que está trabalhando e que não está produzindo, só porque é teu amigo, você não vai tomar uma atitude, se você for o chefe, ou mesmo que você não for, você não vai falar com o seu chefe, você não vai fazer. Você tem que fazer um favor para a empresa e colocar a clareza da história, sem ser injusto. A gente não pode também matar as pessoas, ser injusto, a gente não pode também matar as pessoas no sentido figurado, obviamente, dentro do negócio, porque ou a gente não antipatiza ou não gosta. A efetividade, a eficiência, a eficácia do funcionário, da pessoa na sua função, tem que ser analisadas com uma lupa muito próxima, para que a régua de exigência fique sempre lá em cima. Nós temos que ter gente que faz a diferença. O mercado é competitivo, o mercado é bom, os nossos concorrentes são bons, eu sempre estou olhando o que o concorrente está fazendo e eu sempre tento trazer para os meus funcionários do meu grupo de empresas o melhor ambiente possível para que eles possam entregar para mim. Mas se não entregarem, eles estão fora do esquema muito rapidamente para que a gente possa sempre fazer, respeitar a nossa marca, a nossa empresa em busca da excelência. Não importa se você faz um cachorro quente ou se vai pousar na Lua, como está fazendo lá o Elon Musk com a sua SpaceX. Não é só pousar na Lua, ele não pousou ainda, mas ele está fazendo centenas de projetos no espaço e dominando o maior fornecedor da NASA, por incrível que pareça. É a SpaceX. Então, o que vale numa empresa pequena ou grande é a capacidade que o grupo tem de realizar bem essa atividade. Isso é fundamental. Então, para otimizar o desempenho do time, nós temos que oferecer dentro de uma empresa motivação, porque cada um queira se superar o tempo todo, treinamento. Por exemplo, nesse negócio que eu estou entrando, é um mercado novo, como é que eu faço de um pedreiro para um montador, que agora não é mais pedreiro, é um cara que vai montar. É um outro tipo de desempenho, outro tipo de expertise que esse cara tem que ter. Então, eu estou criando a Steel Academy, que são cursos que nós temos já, inclusive registrados no MEC, para criar essas pessoas, para treinar essas pessoas. Como é que eu vou exigir de alguém para que eu não dê treinamento? Seria muito injusto você ficar exigindo desempenho quando a pessoa não tem noção do que ela pode fazer, de como essa habilidade dela pode evoluir. Condição técnica da empresa para entrega de qualidade das pessoas, objetivos claros para essas pessoas, mensuração de resultado. Eu vejo muitas vezes que os diretores de empresas ficam naquele olimpo deles e não passam para as pessoas o que a empresa quer fazer, onde ela quer chegar, como ela quer chegar lá. Então fica difícil você ir lá dentro do seu pequeno mundo se você não tem uma dimensão dada pelos seus líderes, pelos seus diretores ou pelas pessoas que estão ao seu lado de onde nós queremos chegar. Então eu sempre dividi demais esses objetivos com as pessoas e continuo fazendo isso o tempo todo para as pessoas entenderem. Gente, estamos aqui, estamos assim. Aqui estamos com dificuldade. Aqui estamos indo bem. Aqui estamos fazendo, assim, onde vamos chegar? Estamos faturando tanto, vamos ganhar tanto, vamos fazer... É assim que funciona a empresa. É o jeito de você inserir essas pessoas no contexto do negócio, dando objetivos claros e mensurando resultados. Então, isso não é nada mais, nada menos do que o grande reconhecimento pelo esforço individual que você tem que fazer, e para isso você tem várias formas. Então, esse sistema de meritocracia que reconhece o individual, o esforço das pessoas, ele valoriza e remunera de forma diferenciada aqueles que destacam e superam suas metas e objetivos. E tem aquele cara que cumpre função. Nos Estados Unidos eles falam nine to five, das nove às cinco, pelo cara trabalha. tem aquele cara que cumpre função. Nos Estados Unidos, eles falam 9 to 5. Das 9 às 5, meu cara trabalha. Tem aqueles que superam o seu job description. Aquilo que o cargo exigia deles é largamente superado por esse cara que entrega mais para a empresa do que ele pediu, do que a empresa pediu para ele. Ótimo, esses caras eu não posso perder. Mais ainda, tem aqueles que são os fora de série esses trazem as grandes ideias esses trazem os breakthroughs que fazem com que a empresa consiga se destacar ainda mais no mercado então essas pessoas dentro dessa faixa que são os que superam o que a empresa esperava deles e os que são fora de série são as pessoas nas quais a gente tem que investir pelo sistema de meritocracia. Não tem nada a ver com função, tá? Não precisa ser presidente da empresa. Às vezes, o motoboy da empresa é um cara brilhante, que nunca deixou de entregar algo, e ele está dentro desse grupo de pessoas que superam o job description deles. Então, estou exagerando para caracterizar para vocês entenderem, não tem nada a ver com cargo e hierarquia. Muitas vezes o presidente da empresa, ou o diretor geral da empresa é incompetente. Ele foi colocado lá por um bordo, e depois você percebe que o cara não tem essa diferenciação que devia ter. Então, esse é um cara que cumpre sua função, mas não supera. É um cara que depois tem que ser trocado. O caminho para o sucesso é feito com pessoas e isso exige estratégia de comunicação. E aí nós vamos para o nosso penúltimo elemento, que é a comunicação e marketing. Eu poderia falar hora de comunicação, a gente pode chamar ela de... Eu estou já chegando no final aqui do meu tempo? Não, ainda não. Ainda temos uns 10 ou 15 minutinhos. Comunicação é energia que rompe a escuridão. Eu adoro essa definição. No mundo dos negócios, você, além de botar ouço, tem que cacarejar. Eu sempre falo, o marketing é fazer assim, não basta ser, tem que parecer. O que adianta eu ser bom se ninguém sabe disso? O que adianta a minha empresa produzir algo maravilhoso se eu não contei para as pessoas? O que adianta um governo fazer um grande trabalho se não comunicar com a população o que ele fez. Então, se você olhar em qualquer esfera, comunicar bem é importantíssimo no desenvolvimento dos negócios. Individualmente, o seu desempenho, quando mandando uma empresa, se você não mostrar o que você está fazendo, como que as pessoas vão te avaliar bem? Então, comunicação é importante. Ela constrói marca, não importa se ela é institucional, publicitária, subliminar ou interna. O endomarketing também é super importante. A forma que eu acabei de dizer que as pessoas se comunicam, ficam sabendo os objetivos da empresa, isso é construtor de marca de dentro para fora. E de fora para dentro é o institucional, é a publicidade, é a internet, são desde o LinkedIn, onde você estiver, você pode se comunicar com as pessoas. Marcas que são inovadoras e sabem transmitir o posicionamento ficam, às vezes, até sinônimo de categoria. Olha que louco que fica quando você fala aqui Band-Aid. Band-Aid é uma marca, mas você nunca fala vou colocar um... Nem lembro agora como é que fala, a gente nem sabe às vezes, né? Como é que chama aquilo? Agora esqueci, mas enfim. A gente fala band-aid. Eu não falo, eu vou pegar um... fazer a barba com um... também esqueci o nome. Eu só sei falar gilete, né? Mas é, enfim, post-it, WhatsApp, Waze. A gente não usa o termo pra definir esse produto. A gente usa a marca como que já define pra nós o que eles fazem, né? Então, é muito louco, a lâmina de barbear, por exemplo, me dá uma lâmina de barbear? Não, você fala, me dá uma gilete, entendeu? Estou dando esse exemplo que agora veio na cabeça. Enfim, exemplos, né, de marcas se tornando sinônimo de categoria. Antes de se tornar uma grande marca, você precisa que o seu público-alvo perceba que você existe, você tem que se diferenciar, senão não adianta. E a única forma de captar essa atenção é investir tempo, é investir criatividade. Dinheiro, obviamente, que é um investimento na comunicação. Tem que dedicar o tempo para desenvolver uma estratégia de comunicação que seja viável para a realidade. Gente, isso serve para nós como pessoas físicas e também não só para a empresa. Você tem que ser criativo no conteúdo que você está mostrando, que as pessoas vão prestar atenção naquilo que acham interessante. E hoje em dia, os pontos de contato com o consumidor são gigantescos. Quando eu comecei na publicidade, nós tínhamos lá televisão, revista, cinema, outdoor e rádio. Hoje, a gente chama de Omni Media Approach. Nós temos milhares de pontos de contato com o consumidor do screensaver do computador dele, no videogame dele na rua, no outdoor, onde você quiser você consegue falar hoje com o consumidor então, como dividir essa mente do consumidor com a mensagem como chamar atenção na mensagem que você quer passar no meio desse mar de bombardeio de mensagens que ele recebe todos os tempos todos os minutosio de mensagens que ele recebe todos os tempos, todos os minutos do dia, desde que ele acorda até a hora que ele vai dormir. É difícil. 30 segundos de um comercial inteligente ou burro na televisão custa o mesmo preço. Agora, o inteligente vai causar um impacto muito maior, você vai ter que investir muito menos em cada comercial inteligente do que você vai ter que investir no outro, ficar martelando para a pessoa poder assimilar alguma coisa. Então, qualquer comunicação tem que levar em conta que as pessoas têm duas dimensões. Hoje em dia, física digital, essa digital que vocês conhecem tão bem, mas que não deixa de ser. Criou-se novas mídias. A minha mulher, por exemplo, é uma influenciadora digital. Ela é uma mídia pessoal. As pessoas que começaram a ter viraram mídia elas mesmas. Você pode hoje postar qualquer coisa, qualquer informação, isso não deixa de ser uma mídia que você está postando através do Instagram, do TikTok, do WhatsApp, onde você quiser. Você consegue passar informação, comunicação que no passado você não podia. Mas se comunicar no passado é só através dos veículos de comunicação. Hoje em dia, nós nos tornamos veículos. Então, imaginem o tamanho dessa mudança. Das grandes verbas de publicidade, boa parte já migrou para os influenciadores. Sorte da minha mulher, da minha filha, que é influenciadora, que estão fazendo um trabalho brilhante e estão crescendo com isso. E as marcas que gastam menos com influenciador, muitas vezes, do que gastariam com a mídia convencional e conseguem atingir resultados surpreendentes da sua comunicação. Então, só podemos lembrar também que o que está na internet tem um grande impacto, do bem para o mal, por isso que a empresa tem que administrar muito bem, vocês também, todos nós estamos aprendendo, nessas poucas décadas de internet, nós estamos aprendendo como funciona esse mercado e como ele pode ser de grande impacto ruim também com a gente então cuidar das redes sociais da empresa e dos executivos e dos funcionários é fundamental, tem que criar conteúdo interessante, tem que concorrer com os verdadeiros fugir das fake news fugir das mentiras das coisas que podem depois jogar contra seu próprio patrimônio ficar atento a esses resultados porque revelam muito sobre o comportamento do seu público-alvo. Então, a comunicação online e offline tem que ser sempre positiva, construtiva, verdadeira, acima de tudo. Isso é muito importante. Qualquer deslize causa prejuízo à imagem e reputação. Você vê cancelamentos acontecendo de empresas que o cara pode acertar 30 anos e fez um erro, de presas que o cara pode acertar 30 anos e fez um erro. Criou algum problema, causou algum prejuízo. Hoje em dia, isso reverbera de uma forma tão gigantesca que te cancelam de uma vez e você fica em desespero. Muito difícil retomar posição depois que um fenômeno como esse acontece. Então, isso vai levar a gente a um outro elemento que é a tal da emoção e da decisão. Esse que um fenômeno como esse acontece. Então, isso vai levar a gente a um outro elemento, que é a tal da emoção e da decisão. Esse é o nosso último elemento, que é incrível como é importante. Hoje em dia é o seguinte, ou é um uau, que espetáculo, ou eu não faço o projeto. Nós estamos nessa era. As coisas têm que surpreender. Em virtude de tudo que eu já falei um pouco aqui, do quanto tudo ficou muito pasteurizado. O acesso à capital se tornou mais fácil nas últimas décadas no mundo. E os produtos se tornaram muito parecidos. Então, você tem um automóvel, um smartphone, um computador, os features são muito parecidos. Você pode gostar mais de uma marca ou de outra, mas é muito difícil você criar novos projetos se você pasteurizá-los. Tem que ser coisa muito atraente, muito nova. Emoção é uma coisa que a gente tem que usar quando a gente faz essas análises. Ela é derivada da palavra latim mover, que significa colocar algo em movimento. Emoção é um movimento de dentro para fora que vai comunicar a nossa verdade de forma espontânea. Neurocientistas falam que a emoção é a raiz da tomada de decisão. Então, às vezes, a minha intuição, a minha emoção vai ser muito mais importante do que os dados que eu estou analisando. Mesmo na fase das decisões mais lógicas, de alguma forma, a decisão vai estar ligada à minha emoção. Emoção, muitas vezes, são esse grande gatilho para a intuição. Então, eu tenho minha emoção a meu favor para eu tomar a decisão intuitiva. Gladwell falava, num livro Blink, que especialistas muitas vezes processam informações tão rápido que eles já sabem a resposta antes mesmo de terem tido acesso a todos os argumentos lógicos e fatos científicos que eles acabam recebendo sobre o mesmo assunto. Então, a intuição deles às vezes é mais rápida, é maior do que, e antes do que eles recebam a confirmação dessa intuição através de argumentos lógicos eu particularmente acredito tanto nisso que eu sou sempre muito fiel ao que eu sinto então, existe uma coisa muito interessante eu sou um eterno otimista eu sempre vejo o copo meio cheio quando eu faço análise de uma oportunidade de um negócio e eu sugiro que as pessoas façam assim, mas não estou dizendo que essa é a forma mais correta. Eu sempre olho. Você veio me oferecer este guardanapo. Eu falo, nossa. Eu começo a pensar o que eu poderia fazer com esse guardanapo. Ah, eu posso fazer aviãozinho e vender para as crianças. Ah, eu posso usar um papel, esse papel é interessante, melhorar a qualidade do papel para que quando a pessoa enxugar a boca não faça nenhum dano ao seu lábio. Eu estou inventando coisa aqui para você ver que eu sempre olho positivo. O cara veio me oferecer para entrar sócio dele na fábrica desse papel. E o que eu faço? O próximo passo. Eu vou desconstruindo isto até chegar num ponto em que eu vou no go, no go. Que eu vou decidir o que eu vou fazer. vou no go, no go, que eu vou decidir o que eu vou fazer. Então, o programa quer ser pensando bem em muita concorrência de papel. Pensando bem, ele é um pouco áspero. Então, pensando bem, o custo que o cara me passou por unidade está um pouco alto, na minha opinião, para aquilo que o mercado possa aceitar. Aí começa a estudar, estudar, estudar, analisar, analisar, analisar, pegar os fatos, uma dirigência do assunto que vai chegar num ponto para falar, desconstruir, não entro nesse negócio, não me interessa. Ou não conseguir desconstruir ao ponto de achar que mantenho ainda o interesse vivo, entrei no negócio. No outro lado tem a pessoa cujo instinto, ele deixa um pouco de lado e joga tudo no negativo. Esse papel, essa porcaria, isso aqui nunca vai funcionar. Já começa assim. Isso aí não serve, isso aí as pessoas já não... Isso aí não é novidade, isso aqui não serve. Começa a dar mil argumentos negativos. Às vezes, até por questão de negociação, ele acha que está sendo mais esperto com isso. Depois, o que ele faz? Ele começa a construir. Não, mas pensando bem. bem, se eu mudar isso ou aquilo, posso fazer isso, posso fazer isso, e vai construindo até conseguir chegar em algo que o convença de que o investimento vale a pena. Esqueça um pouco, por exemplo, o povo do papel, mas entendam o conceito disso. Eu sou favorável a sempre olhar tudo com olhos de muito otimismo e depois desconstruir para ver se vou continuar com o projeto ou não. Eu não gosto do outro estilo. Já fiz negócio com gente assim e foi mais difícil, para te falar a verdade. No final, a pessoa, não, você está certo, agora vamos entrar e tal, mas já criou um clima muito ruim na negociação, não é o meu estilo. Então, eu sempre valorizo e respeito a intuição, uso o otimismo, olhando, porque ela é uma simbiose entre o conhecimento lógico, as experiências e as emoções. E lembrem-se do repertório, como é importante, na hora que eu faço uma avaliação de alguma coisa, a minha intuição para funcionar melhor, precisa ser abastecida com muita experiência, com muito repertório. E aí eu vou usar a minha emoção à vontade, porque ela está embasada em coisas lógicas e boas, que vão me ajudar a tomar melhores decisões. coisas lógicas e boas que vão me ajudar a tomar melhores decisões. Então, entender essas próprias motivações é parte dessa inteligência emocional que nós temos que criar, tanto quanto respeitar, muitas vezes, a subjetividade que as outras pessoas têm. Para desenvolver isso, você precisa de muita humanidade. Não tem tecnologia que resolva. Eu bato nessa tecla da emoção, porque vocês veem como eu falo da construtora que eu acabei de montar, que no ano que vem já vai ser gigante, que está com um backlog gigante de obras, de gente recebendo muito bem, é porque tem essa emoção de vender esse troço, de acreditar numa história, de me colocar com toda a minha energia, com toda a minha experiência, para convencer as pessoas de que tem um breakthrough acontecendo aí, que não dá para entender por que esse mercado e também nem me importa entender. Eu quero convencer o mercado agora de que esse é o caminho dessa área tão importante quanto é a construção, que representa 25% do PIB brasileiro e que é um dos maiores empregadores de mão de obra do país, se não é o maior. Então, é muito importante dizer o quanto a emoção fez parte dessa minha decisão de voltar a ser CEO de uma empresa, de botar o dia a dia de novo dentro da minha... Quando eu já tinha decidido que isso não era mais o que eu queria. E, de repente, voltou tudo. E a emoção foi fundamental nessa decisão, nesse estímulo que eu tive para voltar. Então, se a gente voltar aqui, a gente vê que nós falamos de iniciativa, time, inteligência, tenacidade, relacionamento, comunicação, emoção. Podia ficar lá mais horas falando, pena que não tenho mais tempo para isso, mas queria dizer para vocês que explorando esses sete elementos, você vai construir resultados positivos no seu negócio, o sentimento de realização que você possa ter, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Mas, para mim, depois de dizer para vocês usarem isso na construção da jornada de vocês, de certeza que vai contribuir demais para o sucesso que vocês precisam, eu diria que tem um pouquinho mais. Esse pouquinho mais é o oitavo elemento que eu trouxe. Porque, sem esse elemento, nada do resto fica de pé eu particularmente tive um momento recente na minha vida se presente no ano passado eu sempre fui um cara que me cuidei demais eu nunca fumei um cigarro eu não usei uma droga eu nunca bebi álcool gente não bebe bebo nem cerveja. É inacreditável. Pode acreditar. Nem jovem. Não gosto. É paladar infantil. Sou como uma criança. Dar uma bebida alcoólica pra uma criança é mais ou menos pra mim. Isso me ajuda demais. Mas eu tive uma doença. Eu tive um tumor na bexiga, ano passado, que foi tirado com sucesso. Fiz um tratamento que termina essa semana agora, com muita emoção, depois de 12 sessões de imunoterapia, que ajuda o nosso corpo a combater eventualmente algum resquício que possa ter sobrado, tenho feito exames regulares, acompanhamento, PET scan, etc, e está dando tudo limpo, tudo zerado, então, neste momento estou curado, mas precisa de 5 anos para essa maldita doença sair do teu corpo, para você saber que ela não vai mais voltar. Passou o primeiro ano, graças a Deus, so far so good, tá tudo muito bem. Agora, eu percebi, naquele momento, eu sofri 24 horas, caí em crise de choro, por que que isso tá acontecendo comigo, eu vejo tanta gente, você começa a entender um pouco esse universo, eu não orbitava nesse universo, sempre fui muito saudável, sempre mantive o peso, esportista, sempre cuidei demais, achava que eu ia chegar nos 100 anos fácil. Eu comecei a revisitar esse tema antes. Não adianta você se matar até ter uma síndrome de burnout no seu trabalho. Tem que ter um equilíbrio da mente com o corpo, para que você possa ter energia para realizar todos os seus projetos de vida. Eu me cuidar me ajudou a eventualmente tem me safado desta doença não posso dizer hoje daqui cinco quatro anos passou um primeiro e por três o médico falou que a chance de voltar cai para menos de cinco por cento eu vou estar muito bem se Deus quiser daqui a três anos mas é importantíssimo manter isso em mente de que o mundo caiu naquele momento que que adiantava tudo que eu realizei O que adiantava tudo o que eu realizei? E o que adiantava imaginar e projetar o que eu ia realizar para frente se o meu corpo não permitisse que eu continuasse saudável? E aí eu reavaliei tudo de uma forma muito grande e entendi a importância que tem as sete dimensões da saúde. A física, a mental, a espiritual, a financeira, a ambiental, a mental, a espiritual, a financeira, a ambiental, a social e a vocacional. Mas a física é a que comanda tudo. Você precisa tomar decisões o tempo todo. Você precisa de energia, de inteligência, visão, ousadia. Sem saúde, como é que eu faço isso? Então, não esqueçam dessa importante dica. Fazer check-ups regulares. Eu só me salvei porque fazia check-ups regulares. Se eu não fizesse o check-up, eu não teria descoberto. E quando eu descobrisse, já seria tarde demais. Hoje, você ter um câncer não é sentença de morte. Pelo contrário, 90 e poucos por cento das doenças são curáveis. Ah, claro que se você pegou tarde demais, esquece. Ele invade os teus outros olhos. Eu estou limpo o corpo todo. Eu não tive esse problema. Mas me ajudou a trazer essa palavra para as pessoas. Eu fiz um vídeo na época, contando a história, e eu soube que muitas pessoas procuraram, não só os meus médicos, porque eu disse quem eles eram, eles falaram que ficou entupido de gente procurando eles para fazer check-up, etc. Eu fiquei muito feliz com isso. Se eu salvei uma vida porque o cara era negligente, o homem é mais negligente que a mulher nesse sentido, eu já fiquei feliz demais de ter conseguido. Então, precisa de saúde para tocar a nossa vida. Tem um paralelo claro entre a saúde pessoal e a saúde empresarial. É o mesmo raciocínio. Como eu falei, pratico esporte, tenho meus hobbies, estou sempre presente com meus filhos, isso também é muito importante. Um grande ator chamado Vittorio Gassman, da Itália, falava, eu tenho, na peça de teatro, eu tenho um ensaio. Na vida, nós não temos ensaio. A gente vai passar uma vez só por aqui. E essa é a tua caixa na qual você vive, para a qual você deve satisfação, se você quiser viver muito, obviamente. Quando a gente é jovem, a satisfação, se você quiser viver muito, obviamente. Quando a gente é jovem, a gente não pensa. O nosso corpo aguenta essas agressões. Esse álcool em excesso, a balada, a droga, etc. Tudo que fazem. Quando chega o momento, depois da virada dos 40, 50, você vai ver e vai se arrepender de não ter cuidado lá atrás. Porque o efeito é cumulativo e vai te trazer problemas, com certeza. Raramente as pessoas passam em colobes por judiar dos seus corpos no passado. Eu não judiei. Você não judiou, mas ficou doente. Ok, eu não estou isento de ter. Eu tenho isso até por questão familiar. Mãe, a família da minha mãe inteira teve esse tipo de doença. Então, assim, isso é uma coisa um pouco hereditária. Mas, um pouco hereditária, mas eu me safar pode estar diretamente, com certeza, está diretamente relacionado ao cuidado que eu sempre tive. Então, hoje eu estou saudável, graças a Deus, e se for torcer, vou continuar fazendo esses check-ups regulares, para continuar acompanhando essa história, para me dar saúde, para poder tocar os meus negócios, que estão presentes com a minha família. Então, cuida da alimentação, do sono, do equilíbrio entre o profissional e o pessoal é importante. E, como eu já falei, fazer tal dos exames periódicos. Na empresa é a mesma coisa. Na empresa eu faço a mesma coisa. Eu cuido da gestão, da motivação do time, do equilíbrio entre as finanças e marketing. Tem um paralelo aí. Crescimento de mercado, incentivo e inovação, apoio de perto do time de vendas. Faço exames analisando balança, analisando desempenho o tempo todo, medindo o pulso da empresa para não perder o controle, fazendo os controles gerenciais cada vez mais sofisticados, os processos mais dinâmicos, para você poder acompanhar como a gente faz com o nosso corpo. Então, quando alguma coisa não está funcionando bem no nosso corpo, como deveria ou na empresa, é hora de colocar as forças para reorganizar a empresa e devolver a saúde a ela, e as forças pra reorganizar a empresa e devolver a saúde a ela, e devolver a saúde ao seu próprio corpo. Vencer desafios, tanto na vida como na empresa, traz a melhor sensação do mundo. Gente, é muito gostoso você ultrapassar etapas, vencer desafios, não deixar nada te abalar, usar a tua dinâmica, usar a tua força, usar a tua inteligência, tua criatividade, a sua iniciativa para fazer acontecer a sua obrigação de vida na minha visão. Tem gente que quer passar a vida toda fazendo nada e eu respeito demais isso, mas não são para essas pessoas que eu estou falando, não é para as pessoas que eu estou falando agora, eu estou falando daqueles que querem deixar uma marca, deixar alguma coisa. Eu fico muito feliz e hoje está sendo chamado pelo Wesley, pelo time dele, para falar com pessoas como vocês, infelizmente não estou vendo vocês aqui, mas imagino que vocês estejam, eu espero, prestando atenção, e fico muito lisonjeado com isso, e poder trazer uma informação, uma série de informações, dentro dessa nossa palestra de hoje, para que vocês possam utilizar isso ao seu favor e serem seres humanos mais fortes, mais equilibrados e com maior sucesso naquilo que vocês desejam. Agradeço muito a atenção de vocês nessa uma hora e 15 minutos, 10 minutos que ficamos juntos. Muito obrigado.