Bom pessoal, no vídeo anterior a gente falou mais sobre canais de aquisição e possíveis canais que podem trazer retorno e a rastreabilidade desses canais. Porém, galera, tem uma parte extremamente complexa para a gente entender sobre esses canais de aquisição. Por quê? Porque normalmente a pessoa não comprou de você inteiramente por um canal de aquisição. Vou dar um exemplo. Imagina que você está navegando no YouTube e encontra o meu vídeo. E daí naquele meu vídeo, você consegue aprender um monte de coisa. E daí de repente você vai para o Instagram, me vê lá também, e aí clica no formulário e acaba virando um cliente meu. Você concorda comigo que eu não consigo medir que você veio também pelo YouTube? Ou, por exemplo, vamos imaginar que você se inscreveu num evento online de uma imersão Full Stack, Full Cycle. Você se inscreveu e daí, na hora que você se inscreveu, a gente capturou você como uma lead e depois a gente tenta vender para você. Aí, o que acontece naquele momento? Você não contrata. Mas passa um tempo, eu crio um evento do arquiteto Full Cycle e eu tento ali naquele momento te ofere fiz um evento e você veio através desse evento, mas você converteu no outro evento. Num evento eu gastei 100 mil reais, no outro eu gastei um milhão de reais. Como que eu vou metrificar o seu custo? Por onde que eu sei que você veio? Você veio pelo evento do MBA, mas você me conheceu num evento de uma imersão. Você começa a gerar uma complicação danada para você conseguir ter acesso a essas métricas e na hora que você tem acesso a essas métricas, simplesmente você fala, como que eu calculo? Ou, no pior das hipóteses, você não sabe que a pessoa veio de um evento e acabou convertendo no outro. Então, nesse momento, a gente começa a entrar em graus de complexidade muito, mas muito grandes. E é por isso que, nesse momento, eu vou tentar trazer algo que a gente trabalha com uma possível simplificação, mas que nos ajuda a melhorar, entender um pouco melhor o seu traqueamento. E isso aí a gente chama de first touch e last touch. Então vamos imaginar que você nos conheceu pela imersão. E no momento que você se cadastrou, eu gerei um contato no meu CRM e eu falei que o seu first touch foi pela imersão. Aí o que acontece? Quando você contrata e vira cliente, você veio, por exemplo, para o meu evento do MBA. Então eu falo que o seu last touch foi do MBA. Então nesse momento eu consigo fazer o seguinte, eu consigo gerar algumas correlações eu falo esse cara me conheceu por aqui mas ele terminou por aqui e na e nesse momento eu consigo ter um pouco mais de clareza tá a quais canais acaba me ajudando começa a perceber o seguinte a toda vez que eu faço uma imersão o cara não contrata mas esse cara me conhece melhor, ele fica mais empolgado comigo, eu aumentei o nível de consciência nele, né? E tudo mais. Na hora que eu faço, mostro o MBA pra ele, ele fica tão impressionado que quando ele contrata, né? Eu fico feliz. Mas daí, o que que acontece? Eu sei que o evento anterior influenciou também pra ele fazer a compra nesse evento. Talvez ele nem estaria nesse evento se ele não tivesse estado no evento anterior. Então esses conceitos de first touch e last touch, eles são extremamente importantes para você conseguir metrificar e tirar algumas conclusões. Aqui na Full Cycle a gente faz isso. Ou por exemplo, olha só que interessante, o cara veio pela imersão e ele contratou quando eu mandei um e-mail pra ele. Então, o first touch dele foi o quê? Vindo pela uma imersão, quando ele preencheu numa landing page, mas o last touch é, quando eu mandei um e-mail de matrículas abertas, ele contratou. Então, eu sei que o last touch que ajudou a converter ele, foi o e-mail. Ou da mesma forma, eu abri matrículas e mandei uma mensagem para você no WhatsApp. Você fechou, eu sei que seu last touch foi vindo pelo WhatsApp. Então esse tipo de coisa vai nos ajudar muito e nos ajuda muito durante todo esse trabalho. Agora, o que acontece? Nos dias de hoje, além de você trabalhar apenas com first touch, last touch, o que acontece? Existem alguns mecanismos para você conseguir entender esse funil de vendas até a pessoa conseguir converter com você. Por exemplo, o Google Analytics é uma ferramenta fantástica. Por quê? Você consegue falar um funil, ou seja, o cara entra, ele sai por aqui e aqui até ele contratar. Você fala o que é uma conversão. E daí o que acontece? Toda vez que você navega na sua página, ou quando ele vê as suas páginas e etc., ele vai sendo rastreado. E daí, na hora que ele converte, o Google Analytics consegue trazer aqui para mim a jornada. Ou seja, ele te conheceu pelo Instagram, mas também ele navegou pelo YouTube, também ele fez isso, daí participou disso e gerou. Então ele traz ali cohortes no final das contas, falando que toda essa jornada fez com que ele virasse o meu cliente. Então eu começo a perceber que não adianta eu também apenas criar formas específicas de vendas por um determinado canal. Por quê? Vamos imaginar que eu estou apenas focando em Instagram para começar a vender. E daí eu foco no YouTube também vender. Mas eu começo a perceber que o Instagram, o preço por venda ali que eu vou gastar no Instagram, o custo de aquisição ali, vai ser muito menor do que o de YouTube. Daí eu falo, poxa vida, hein? O Instagram eu trago mais cliente gastando menos. Então eu vou tirar dinheiro do YouTube e colocar mais no Instagram para vender mais. Mas na hora que eu faço isso, eu começo a perceber que o meu Instagram parou de vender e eu começo ali, o que eu fiz de errado no Instagram? E na realidade você não fez nada de errado no Instagram. O grande ponto é que quando você também investia no YouTube o nível de consciência da pessoa aumentava tanto que quando ele te via no Instagram ele contratava. Então você tem que pensar que existe algo que a gente chama de multicanal. Quando a gente pensa em multicanal nessa história, você sabe que um canal influencia o outro. Então você não pode tomar decisões extremas de cortar os seus investimentos em determinados canais em detrimento para tentar vender em outros. Às vezes isso se comprova ok, mas muitas vezes pode ser um grande tiro no pé porque a jornada da pessoa querendo contratar você ela não é única, ela passa por diversos canais. Então ela caiu no meu blog, leu um artigo, depois viu um vídeo no YouTube, depois viu uma reportagem no LinkedIn, depois caiu no Instagram e fechou. Entende? Então quando você está trabalhando com a área de marketing, você tem que entender que a área de canal nos ajuda a converter, mas a área de canal ajuda a aumentar o nível de consciência pra pessoa trabalhar. Legal? Então, é basicamente isso que eu queria falar pra vocês e vamos nessa!