INFLAÇÃO:
inflação (que vem do verbo “inflar”, ou seja, inchar), em sua origem, é o aumento da moeda circulante em porcentual superior ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Isto é, se a expansão monetária em determinado ano supera o crescimento do PIB, a consequência é a desvalorização da moeda, que se dá pelo aumento do nível geral de preços.
DEFLAÇÃO:
Quanto à deflação, ela significa, de forma direta, o contrário de inflação. Ou seja, há deflação quando os preços nominais têm uma queda generalizada e contínua, de forma que os bens e serviços passam a ter preços inferiores aos preços que tinham no início do período medido. Deflação é um fenômeno raro, porém, quando ocorre, cria sérios problemas no sistema econômico: produz desemprego, eleva a pobreza e, geralmente, deriva de crises graves, especialmente depressões econômicas como a que ocorreu nos anos 1930.
DESINFLAÇÃO:
Em relação à desinflação, seu significado pode ser explicado comparando a inflação a um tumor (um inchaço verificado em um corpo), que diminui de tamanho após um processo de desinflamação, sem, contudo, desaparecer.