Bom pessoal, para resumir então essa nossa parte de services, que é muito importante, nós temos quatro tipos de services. Um service, ele é o nosso cluster IP, que ele cria um IP interno no nosso cluster, e você pode chamar esse IP diretamente, ou você pode chamar pelo nome do serviço. Você tem o load balancer, que ele cria um IP externo. Você tem o node port, que você atacha uma porta em todos os nodes do seu cluster e você vai bater no seu cara. E também você tem o external name, que faz essa chamada. Você entendendo isso, você já consegue fazer o seguinte a partir de agora. Você consegue criar sua aplicação, empacotar sua aplicação num container, você consegue pegar essa aplicação dentro do seu container, fazer um deployment no Kubernetes e você consegue criar o quê? no Kubernetes e você consegue criar o que? Um service para expor, por exemplo, um IP externo para você conseguir mostrar e botar a sua aplicação na rede. Olha só que interessante, galera. Então, está aí um ponto mega importante e a partir de agora você já consegue utilizar o Kubernetes. Uma coisa bem interessante é que o Kubernetes tem diversos e muitos outros recursos. Mas, por exemplo, se você é um desenvolvedor e não quer se aprofundar muito em Kubernetes, na minha opinião, se você parar agora aqui, você já sabe o básico para você subir uma aplicação no Kubernetes e conversar com qualquer pessoa ali referente a esse tipo de aplicação. Tá bom? Olha só que bacana, galera. Kubernetes, ele é complexo, mas os fundamentos dele e os principais pontos que você precisa realmente para colocar uma aplicação no ar, basicamente é isso aí. Olha só que legal.