Bom pessoal, no vídeo anterior eu falei para vocês sobre a instalação do MySQL, um exemplo que a gente fez aqui com o Helm. Agora, o que eu quero mostrar para vocês é algo um pouco diferente, que é o seguinte, eu quero instalar o MySQL, mas eu quero utilizar a passagem de parâmetros aqui. E quando eu uso isso, eu consigo modificar o comportamento da instalação em tempo de execução. Então, por exemplo, aqui. Se eu olhar aqui os parâmetros comuns que ele traz aqui para mim. 1. A senha de root. Eu quero já passar de cara sem eu ter que ficar maluco e rodar aquele comando para eu pegar a senha. Uma outra coisa que eu não sei se você percebeu quando a gente instalou né o o réu você viu que ele tinha apenas um pode esse pode né que inclusive ele vinha através de um stateful 7 o que que ele fazia no final das contas ele tinha apenas o pode dele que ele vai rodar uma SQL. Mas se esse cara cair, a gente não tem alta disponibilidade. Então eu poderia ter mais um pod, que ia ser a minha réplica secundária. Ou seja, eu poderia querer trabalhar com replicação para evitar esse tipo de coisa. Então eu poderia ter um serviço alocado para o pod 1 e um serviço alocado por pode um serviço alocado por pode 2 tá e pra isso ele tem um parâmetro aqui de arquitetura tá vendo onde ele roda estenda long como ele estava rodando com um padrão ea gente vai mudar esse cara aqui pra repliquei tá então vamos rodar esse cara aqui pra pra gente trabalhar mesmo esquema como a gente fez antes, tá? Helm, install, tá? Então vamos botar esse cara aqui. Helm, install, MySQL Server, tá? E aqui a gente vai colocar novamente o nome do registro. Tá aqui certinho. O nome do registro, a gente vai utilizar o registro do Docker mesmo. Bar, o nome do registro, a gente vai utilizar o registro do Docker mesmo, barra o nome do repositório, que é o da Bitnami, barra MySQL. Mas agora, ao invés de a gente dar o Enter, a gente vai colocar "-7", e esse "-7", o que eu vou passar? Eu vou passar aqueles parâmetros aqui. Então, o primeiro parâmetro é a arquitetura então vou colocar arquitetura é igual a replication legal e menos menos sete eu vou colocar que o root password que é esse cara aqui vai ser igual a sei lá a sdf gh rouba por exemplo beleza agora vou dar um enter ele fez a instalação mas agora algumas coisas mudaram se você perceber ele já está mostrando aqui pra gente o serviço primário que é mais que ele serve se traz o primary eo segundo serviço primário, que é MySQL Service traço primary, e o serviço secundário, que é o secondary, aqui para a gente ver. Outra coisa, se a gente rodar aqui o comando para a gente pegar o password, vamos rodar aqui, echo MySQL password agora aqui, você vai ver que é com aquela senha que a gente acabou rodando, tá? Então, isso aqui é um ponto importantíssimo aqui para você se ligar. E só para você saber, não tem o igual e o cifrão, tá? Na nossa senha. Nossa senha acaba aqui, é que eu acabei passando aqui sem querer na hora que eu copiei, tá? Só para saber que não deu nenhum pau. Então, se você perceber agora, eu tô rodando mais que ele com uma replicação automática então vamos lá ver o cl o paul setel get pode se vai ver que eu tenho agora mais que ele serve para marie tracinho 0 porque está trabalhando novamente como falei pra você com este eo sete eo secundário aqui gente. Então, esse é o primeiro ponto aqui para a gente colocar. Outra coisa é que quando eu dou um kubectl getServices, você vai ver aqui que eu tenho o serviço primário e o serviço secundário. E também ele cria o headless aqui. Wesley, explica direito o que é esse headless. Então, vamos lá. Quando a gente tem um serviço normal, por exemplo, um cluster IP, o cluster IP, o que ele faz? Ele gera um IP para esse serviço. E quando você acessa esse IP do serviço, ele redireciona você para um load balancing com diversos pods. Ok? No nosso caso do MySQL, a gente não tem diversos pods. No nosso caso do MySQL, a gente não tem diversos pods, porque a gente está falando de um banco de dados. Então, você concorda que a gente só tem um único pod? Então, a gente tem um serviço que vai mandar direto para um pod. Então, se você, por algum momento, não quiser utilizar um serviço como cluster ip ou seja não tiver um ip como redless você pode fazer a resolução diretamente via dns enquanto o acesso e serviço redless direto ele já vai me mandar para que ele pode entende então normalmente quando a gente quer executar alguma tarefa específica entrando direto naquele pode em específico você utiliza um redless service tá o redless service ele não tem um ip alocado a única coisa que ele tem é o seu próprio nome apontado para o seu pode para você conseguir acessar esse pode com mais facilidade tá então nesse caso aqui ele está criando um serviço primário normal tá e ele está criando redles aqui tá fazendo isso tanto tá pra o serviço primário quanto o serviço secundário quando a gente está trabalhando então a gente tem essa situação aqui quando a gente dá um vamos lá o bc tl get all ele vai trazer agora aqui pra gente os nossos pode está a o nosso de ploemente o réplica 7 e os dois estejam 17 por algum motivo não sei porque os nossos pode ainda não subiram teve um restart aqui depois a gente pode até olhar o log tudo tudo mais. Mas o ponto principal é que, de uma forma ou de outra, a gente consegue fazer a instalação e rodar isso aqui no Kubernetes e o que daria, muitas vezes, um baita trabalho para a gente se fazer, se a gente fosse fazer manualmente para configurar, para passar milhares de parâmetros. Então, esses charts acabam ajudando muito aqui nesses aspectos. Legal? No próximo vídeo, a gente vai falar um pouquinho mais sobre como buscar esses charts, como utilizar um pouco mais a linha de comando e tudo mais. Beleza? Vamos nessa!