Nesta aula é esclarecido o que é a masculinidade frágil.

Vimos que ela existe, mas também foi vulgarizada, principalmente por feministas.

Para entendermos o que é essa masculinidade, precisamos entender que sempre existiu uma associação do homem com a força, com a dominação, com o poder. Então tudo tem efeitos colaterais, sempre haverá um vício e uma virtude, onde o vício no sentido de masculinidade na era vitoriana, era a pressão, então existia uma associação do homem a violência.

Entendemos que a masculinidade frágil é a casca externa que o homem cria, pois se existe uma cultura e em muitos casos ela é passada para cada nova geração, um pai por exemplo, tinha menos entendimento do que nós temos hoje sobre o que é ser homem, então muitos cresceram sabendo somente sobre a imagem externa do que é ser homem e não a essência.

Vimos que essa imagem externa é só o corpo, as atitudes físicas, é querer se provar para os outros, então quando é somente externo, isso significa ter uma masculinidade frágil, que se quebra facilmente quando outra pessoa bate nela.

Então o homem com masculinidade frágil, não entendeu a essência e não tem ideia do que é ser homem de fato.

Entendemos também o que as feministas falam sobre a masculinidade frágil, elas sustentam a ideia de que tudo, inclusive homem e mulher são construção social. E se homem é uma construção social, ele não existe de fato, então quando tenta ser mais homem, está agindo sobre uma construção social que não existe, logo, ele é frágil. E assim, podem desconstruir sua identidade de homem, por ser uma mentira e porque de acordo com elas, isso prejudica as mulheres.

Vimos que tanto o homem, quanto a mulher não são construção social, são uma construção de tudo, biológica, cultural.

Então nesta aula entendemos que existe uma essência masculina e ela é a responsável por forjar a masculinidade.