Bom pessoal, agora a gente vai para uma parte bem interessante aqui, onde nós vamos fazer a modelagem dos dados. Deixa eu pegar aqui um laranjinha para a gente colocar. A gente vai fazer a modelagem dos dados, ou seja, isso aqui é uma parte bem interessante na hora que nós estamos fazendo também a parte do System Design, que é a parte de Data Modeling. Data Model aqui para a gente. O que isso quer dizer? Eu não estou dizendo que você vai ter que criar as tabelas todas do seu banco de dados aqui. Mas é interessante que, para quem vê, consiga entender as operações macro, de forma macro, que você tem aqui, e de como que isso aqui vai se comportar. Legal? Além disso, você tem que dizer qual o tipo de banco de dados que faz mais sentido naquele momento, de acordo com cada situação aqui. Então, vamos pensar o seguinte aqui para a gente. Vamos imaginar que a gente tem aqui o nosso micro serviços de compra de ingressos na compra de ingressos que o nosso micro serviço principal que acontece como que eu vejo esse tipo de coisa tá esse tipo de situação eu consigo ver mais ou menos da seguinte forma tá olha só eu tenho uma tabela de banco de dados onde eu vou ter o meu cliente tal chamar de cliente esse meu cliente ele tem um id ele tem um neyme ele tem um e mail que a gente vai precisar e obviamente outras informações aqui para a gente. Provavelmente ele tem bastante coisa, outras coisas aqui, mas somente para a gente entender, para quem vê isso aqui consegue entender qual é a nossa linha de raciocínio. Outra coisa que eu tenho aqui, né? Opa, é o nosso order de serviço, né? Ou seja, o cliente vai fazer uma compra, ele tem uma ordem de serviço. Outra coisa que a gente sabe que a gente vai ter que ter é o evento, né? Onde a pessoa vai participar, né? O show que ela vai comprar ou qualquer coisa desse tipo. Legal? E outra coisa que eu sei que a gente vai ter que ter são os lugares que a pessoa escolheu da posição onde ela vai sentar no show. Eu vou chamar isso aqui de event spots, tá? Esse event spots mostra onde que a pessoa vai ficar. Então, como que eu penso nesse tipo de relação aqui eu vou ter na ordem de serviço eu quero saber, vai ter o ID da ordem e eu vou saber qual que é o ID também do cliente aqui que eu vou trabalhar o que mais que eu vou querer saber na ordem de serviço quanto que foi o total que o cliente pagou e o que mais que eu vou querer saber também adivinha olha só como é importante a gente pensar em modelagem né na ordem eu vou querer saber também qual é o id do meu ticket né eu vou colocar assim ó ticket id qual é o id ou seja qual o número do do ticket que ele utilizou porque a gente tem esse sistema aqui que faz a geração desse código aqui pra gente né aqui no evento a gente tem o d o nome do evento a gente tem provavelmente a data do evento e aqui também de cara para tentar trazer informação de uma forma mais rápida possível eu posso trabalhar com uma desnormalização no meu banco e eu posso trazer aqui para facilitar minha vida uma quantidade de spots disponíveis que esse evento possa ter. E os meus spots, vai ter o ID do meu spot, o event ID, e o spot number, o número do lugar. Lugar tipo R2, ou seja, as cadeiras R no lugar 2, ou qualquer coisa desse tipo. Acontece muito quando a gente vai trabalhar em cinema, ou qualquer coisa desse tipo. Agora, quais são as relações que a gente tem com esses caras? Bom, é muito simples. Daqui para cá, eu posso dizer que eu tenho uma relação de resmene, né? Ou seja, um cliente pode ter vários tickets, várias ordens aqui comigo, né? Eu posso falar também que um evento, né? Pode, eu posso dizer, quer dizer, acho que fica melhor. dizer que fica melhor um evento spot aqui pra gente pertence a um evento né então vou colocar aqui ó belong show de bola e um evento pode ter várias ordens também né eu posso fazer alguma coisa desse tipo aqui também né eu posso pegar e falar que tem resmene esse cara aqui pra mim com isso aqui eu consigo já se você perceber tem uma idéia de como que as coisas elas acabam se organizando então se alguém olha fala poxa eu tenho cliente eu tenho a ordem eu tenho um evento é esse tipo de relacionamento é a gente precisa de uma forma geral garante consistência nos dados a gente vai ter que trabalhar com concorrência vai para garantir que não vai ter perigo de alguém comprar então eu preciso de isolamento eu vou trabalhar com concorrência tem que trabalhar de forma atômica. Então, quando a gente começa a pensar nesses tipos de requisitos, a gente começa a pensar assim, poxa vida, se bobear, aqui um banco de dados relacional faz sentido. Eu consigo resolver um monte de problema que eu tenho aqui para mim, apenas com um banco de dados relacional que a gente acaba trabalhando deixa eu pegar aqui um um rdm rdb ms aqui que eu tenho na minha o meu cara que deixa eu ver se o tend DateStore aqui, Relational Database aqui. Então, eu posso colocar aqui, ó. Eu vou ter um banco de dados, tá? Que vai ser um banco de dados relacional aqui para eu conseguir trabalhar. Legal? O banco de dados relacional, né? Ele, nesse caso, ele é é super simples é super tranquilo e fica bem fácil de você conseguir relacionar garantir a consistência dos dados a atomicidade isolamento e tudo mais beleza próximo vídeo a gente vai falar de um outro cara aqui que é a parte do gerador de qr code né então vamos nessa