Vamos continuar nossa jornada, neste momento, em direção aos modelos de dados relacionais. E para chegarmos neste conteúdo, precisamos primeiramente falar sobre dependência funcional e redundância de dados. de dados. Dependência funcional, aqui nós temos uma situação em que a pessoa modeladora de dados precisa decidir como representar os relacionamentos entre entidades que são objeto da modelagem em banco de dados relacional. Este processo de decisão também acontece em outras técnicas de modelagem, mas neste momento, com o objetivo de chegar em modelo de dados relacional, já vamos ter isso em mente, que queremos falar de tabelas e respectivos relacionamentos. Então, aqui, nessa decisão de como representar esses relacionamentos, pensando em banco de dados relacional, nós precisamos identificar atributos funcionalmente dependente de outros. O que isso significa? Olha comigo essa tabela de funcionários. Então nós temos aqui os atributos número de funcionário, que é o FNO, nome do funcionário, que é o FNOME, salário do funcionário, que é o FSAO, DNO, que é o númeroamento, e D-ORCAM, que é orçamento do departamento. Como esses nomes já sugerem, nós podemos perceber que existe uma dependência funcional do nome do funcionário em relação ao número deste funcionário. Esse número nós podemos entender como identificador único dessa pessoa. Poderia ser o seu CPF, poderia ser um sequencial numérico único para cada um dos registros dessa tabela. Então a gente vai perceber que nome depende do número deste funcionário, que o departamento também é deste funcionário, que o salário é deste funcionário. Então, como consequência, nós vamos perceber também que orçamento depende do departamento, do número deste departamento. Então, claramente aqui nós podemos perceber que existem dois conceitos, funcionário e departamento e temos colunas que são específicas para este funcionário, que dependem funcionalmente da identificação do funcionário, da mesma forma como nós temos uma coluna de orçamento que depende do número do departamento. Ainda neste exemplo, nós vamos observar também o fenômeno da redundância. Existe uma redundância de dados porque o orçamento do departamento depende funcionalmente do número do departamento. E aí na prática a gente vê aquela repetição dos registros de orçamento para cada uma das linhas do funcionário. Então a gente tem que trocar essa redundância por uma projeção de relacionamento. Na prática, uma projeção do relacionamento significa colocar em tabelas separadas. E na tabela de funcionário, nós temos a chave do departamento e na tabela do departamento, nós temos o seu respectivo orçamento. E se necessário, e será necessário, reconstruir este relacionamento, será feita uma junção entre estas duas tabelas. A ideia geral aqui é que nós temos o relacionamento original em alguma forma normal e que a projeção são formas normais mais elevadas. Então, com isso, a gente percebe que temos uma introdução para falar das formas normais que são os elementos básicos de modelagem de dados relacional.