Bom pessoal, agora a gente vai falar de um pattern muito importante, que a gente chama de BFF, não significa Best Friend Forever, significa Backend for Frontend. seguinte você cria um becky andy que vai servir o seu front-end mas esse becky andy ele traz somente informações que o seu front-end vai precisar e vai utilizar como assim porque disso vamos imaginar que você vai acessar o youtube do seu desktop quando você acessa você vai perceber que vai mostrar as recomendações vai aparecer outros vídeos para você seguir playlist dos canais que você tá aqui você está inscrito e um monte de informação agora se você for acessado o seu celular com certeza você não precisa de todas essas informações. Concorda comigo? Por quê? Porque você não vai mostrar tudo de uma vez ali no seu celular. E como você está utilizando essa informação no celular, às vezes você pode estar em uma zona 3G, 4G, que está super lento, e você vai ter que trafegar um monte de dado que não faz sentido você trafegar. Então o que você faz? Você cria um back-end específico só para o seu celular, para ele trazer informações somente que façam sentido para aquele device. Agora, quando você vai acessar via desktop, aquele back-end vai trazer exatamente as informações para aquele tipo de desktop. Então, você vai perceber que você não vai fazer, tá? Trazer mais informações do que você precisa e também não vai trazer menos informações daquilo que você precisa. Então, imagina que o Backend for Frontend, no final do dia, é uma aplicação que faz consultas internas para os seus serviços tá aqueles seus serviços eventualmente podem até trazer informação demais para aquele beckham mas o beckham de só retorna as informações necessárias para aquele tipo de device que ele está trabalhando legal então essa que é uma idé ideia básica ali do Backend for Frontend. Isso é muito utilizado. Uma coisa bem interessante aqui para você, que eu queria fazer um adendo, é o seguinte. Existem duas situações que muita gente utiliza o Backend for Frontend. Uma informação, um tipo de abordagem, inclusive, pode ser o GraphQL, porque o front-end ele pode fazer as requisições no seu endpoint GraphQL e ele escolhe quais as informações que aquele endpoint vai trazer. Então isso, de forma geral, você está meio que utilizando o conceito de back-end for front-end, porque o seu front-end está pegando as informações que fazem sentido para ele. Eu estou dizendo que GraphQL é back-end for front-end? Não. Mas ele consegue ter a mesma ideia. Outra coisa super interessante em relação à beckham foi front-end são abordagens agora que você acaba tendo por exemplo como um next ds por exemplo tá o next ds ele gera estaticamente as páginas que você precisa etc mas ele tem por baixo dos panos ali um novo de rodando. E esse node, eventualmente, ele pode ser o cara que recebe as informações, né? E retorna essas informações que façam sentido apenas pra aquele front-end que tá sendo gerado. Então, dá pra você brincar muito com essa ideia aí. Mas, de uma forma geral, se você for pensar ali de forma clara a idéia é eu tenho um beckham que ele foi feito especificamente para retornar dados para um tipo de front-end em específico beleza então essa idéia do famoso bff