Bom pessoal, como eu falei pra vocês quando a gente tá trabalhando com Prompt Engineering, a gente tem uma série de possibilidades que mudam o jogo na hora que você trabalha com o IA uma dessas possibilidades é trabalhar com documentação e design docs o porquê que eu tô dizendo isso não é apenas pra gente ter documentação em tese, todo software que a gente desenvolve, a gente precisa de documentação. O grande problema é que, na maioria deles, a gente não tem ou está desatualizada. E a gente só vê essa necessidade da documentação porque tudo no desenvolvimento de um software é pensado numa linha do tempo. Quando você começa a desenvolver, as coisas estão frescas na sua cabeça. Conforme o tempo vai passando, você vai caindo no esquecimento, você não consegue nem lembrar o porquê você tomou uma determinada decisão. Quando você documenta esses tipos de documentação ao longo dos anos, do tempo, ele vai conseguir te ajudar da mesma forma que um teste acaba te ajudando. Vira um ativo para o seu projeto. Você não precisa ficar criando toda hora tudo novamente. Ou você, toda vez que você desenvolve um software, você sabe que aquela parte do software está testada. E quando você tem documentação, é exatamente a mesma coisa. E o mais importante ainda hoje em dia é que, além de você ter a documentação, é exatamente a mesma coisa. E o mais importante ainda, hoje em dia, é que, além de você ter a documentação para você, você consegue dar a documentação para a IA. E quando ela lê essa documentação, ela melhora o contexto, ela melhora a especificidade e entende a intenção do usuário. E por isso que documentação é algo importante. Agora, trabalhar de forma tradicional, fazendo as documentações, toma muito tempo. Então, se você consegue trabalhar com técnicas de engenharia de prompt, você vai perceber que o nível de documentação que você vai gerar é extremamente forte e você vai perceber também que até mesmo você consegue criar agentes e assistentes de A para fazer a geração da documentação para você. Agora, quais são esses tipos de documentação, galera? Tem diversos tipos, eu vou colocar apenas alguns aqui para vocês, mas somente para você entender que eu não estou dizendo uma documentação genérica, eu estou falando de documentações que realmente fazem parte do processo de engenharia de software. E nesse caso, a gente pensa em documentações referentes a requisitos de produto, porque uma coisa é a implementação, são as decisões técnicas, e outra coisa é o que o software que você faz. Então, a gente tem documentos de requisitos de produto como TRDs, que são Technical Reference Documents, que são detalhes com algumas especificações mais técnicas como contratos de integração, sistemas, formato de dados, mas ainda tem a ver com o produto em si, porque esse produto de de alguma forma, vai se comunicar, esse produto ele vai gerar informações, ele vai dar resultados. Por outro lado, você também tem documentações do tipo PRDs, que são Product Requirement Documents, ou seja, são documentos que vão definir os requisitos de alto nível do que o sistema vai fazer, tanto dos pontos dos requisitos funcionais quanto dos requisitos não funcionais, inclusive todas as restrições que o software tem. A gente tem, por exemplo, FRDs, que são Functional Requirement Documents. São, basicamente, um PRD, um PRD muito mais detalhado no que o software vai fazer. A gente consegue ter lá User Stories, o EPICS, que basicamente é a jornada do usuário que vai utilizar o seu software. Então, enquanto eu estava fazendo isso, naquele momento, naquela situação, eu botei esse resultado. Então, você, baseado nas histórias do usuário, a IA consegue entender também a intenção. E essas documentações são importantes e para gerar essas histórias você também pode trabalhar de uma forma bem ativa utilizando essas técnicas de prompt, mas da mesma forma além de produto você consegue tomar e criar documentos focados na área de arquitetura e design, por exemplo, você consegue hoje em dia trabalhar e criar documentos focados na área de arquitetura e design. Por exemplo, você consegue hoje em dia trabalhar e criar um system design, um high level implementation. Você consegue criar um low level design, onde você fala muito mais sobre componentes internos do seu software, por exemplo. Você consegue gerar, inclusive, diagrama C4 utilizando IA, porque diagrama C4 é uma forma fantástica de você ver informações de alto nível até mais baixo nível e o mais interessante de tudo, você tem softwares que você usa por exemplo a PlantUML pra conseguir gerar esses diagramas, mas a IA consegue gerar esse diagrama pra você uma vez que ela consegue gerar o código então isso aí também muda muito a forma de você trabalhar. Também, e são pontos extremamente importantes e os nossos projetos nos dias de hoje, às vezes eles ficam bem carentes disso, são, por exemplo, decisões técnicas. ADRs, Architecture Decision Records, ou seja, o porquê uma decisão técnica foi tomada rfc né o RFC request for comment toda vez que você quer tomar uma decisão técnica você cria ali toda sua tese vamos dizer a sua solução o porquê como você tá criando as coisas você manda para o seu time as pessoas comentam em cima tem toda umaão, e daí essa RFC é fechada e muitas vezes ela vira uma ADR, mostrando claramente qual a decisão técnica que foi tomada, o porquê, quais são os seus riscos, quais são as suas vantagens e desvantagens. E também, com o Prompts, a gente consegue trabalhar também com Engineering Guid guidelines, ou seja como o seu software tem que ser desenvolvido, como que a gente vai fazer code review, como que a gente vai testar como que vai ser o fluxo de CICD a parte de segurança, a gente também consegue ter documentações e gerar documentações da área de infraestrutura, da área de operação playbooks o que que acontece quando um problema o que que acontece quando um problema o que acontece quando um problema acontece, runbooks, como que você sobe o seu software, como que você consegue desenhar infraestrutura, relatórios de post-mortem. Então, assim, galera, é uma infinidade, nós temos uma infinidade de formatos de documentação e que com a utilização de formatos de documentação e que com a utilização de diversos prompts você consegue ter informações precisas, claras, numa velocidade absurda. No nosso próximo vídeo eu vou dar um exemplo para você de um assistente bem simples que eu uso pra gerar, por exemplo, ADRs, ou Architecture Decision Records. E aí, eu vou interagir com esse assistente e você vai entender mais ou menos a ideia do que eu tô querendo dizer com isso e qual que é o resultado final pra você entender um pouco do poder que trabalhar com prompt, esses inteligentes conseguem fazer com que a IA interaja com você pra gerar aquilo que você precisa, fechou? Então vamos nessa.