Vamos nessa. E a primeira pessoa bonita de hoje aqui que vai perguntar pra gente vai ser o Giovanni. Fala aí, doutor Giovanni. Boa noite. Tá me ouvindo? Só pra confirmar. Perfeito. Bom, eu sou o Giovanni. A minha pergunta é em relação ao cargo que eu estou hoje e o objetivo que eu quero atingir. Estou em uma empresa de comércio exterior., atualmente eu trabalho com o BEC, mais mesmo, com o BEC, eu trabalho com o front também, mas eu gosto mais de trabalhar no BEC, tenho mais satisfação em estudar para BEC, entendeu? Atuo no front ali, mas para quebrar um galho, a gente se vira, né? Minha experiência, igual eu falei, é maior no BEC, trabalho com Java, crio novas funcionalidades, faço correção de bugs e atendo chamados atualmente. Sou pleno e tenho um pouco mais de cinco anos de experiência contando com estágio também. Então, já desenvolvi sistema próprio, desenvolvi o Impyto, envolvendo outras linguagens e integrações. Eu cheguei a vender a licença dele, tirei um proveito disso, acabei optando fazer por Python mais por aprendizado, porque eu gosto de aprender na prática, e a ideia não era nem vender, porém, teve um retorno, eu mandei para frente, assim, tipo, foi a licença, no caso, né, mês a mês eu recebia uma mensalidade de cada usuário que eu estivesse utilizando. Eu gostaria de assumir um cargo sênior. Eu me vejo como um, até devido... Pô, eu tenho criado um sistema, consigo criar um sistema do zero, talvez não, assim, tem alguma questão que possa melhorar? Com certeza, acho que a gente sempre pode melhorar algo, né? Mas eu tenho estudado para conseguir atingir alguns objetivos, porém, devido talvez a um pouco de falta de planejamento meu no meu passado, assim, tipo há um ano, vamos dizer assim, eu acabei, de certa forma, assim, não sei se poderia dizer estagnando como Plano, mas eu vou contextualizar melhor essa questão, o que acontece, né, eu me vejo como um sênior e comparado a um sênior que tem na minha equipe, eu não vejo muita diferença do que ele entrega, sabe? Então, assim, eu sei que depende muito de questões de gerência, cargo, tipo, se tem vaga, se não tem. O que acontece? Eu, assim, eu trabalhei numa empresa... Cara, desculpa, desculpa, desculpa eu te cortar, Giovanni. Não é só por conta de um minuto não, tá? Mas eu acho que eu tô entendendo pra onde você tá querendo ir. Cara, uma pergunta importante. Quantas pessoas tem na sua equipe? Na minha equipe de desenvolvedor tem, deixa eu ver, três, tem quatro, quatro contando com front, né, no caso. Tá, e quantos desenvolvedores tem na empresa? Uma empresa grande ou pequena? Tem uns 28, mais ou menos. Assim, de total, contando com PO, QA, né? Não, digo DEV. DEV, quantos DEV? Uns 20, mais ou menos. 20, 21, por aí. Tá, legal. Uma empresa grande, não sei se eu já ouviu falar, tipo, talvez ela não seja tão conhecida, mas ela é a maior de comércio exterior do Brasil. Às vezes a gente pensa que é questão de budget, né? Não, não, não, não é. Cada empresa tem o seu business. Então, aí, só pra eu tentar, só um pouquinho contextualizado do porquê que eu acho que eu me planejei mal. Eu entrei nessa empresa como estagiário, virei júnior, e aí surgiu uma oportunidade, e também por eu já estar um tempo trabalhando como júnior, eu já me via como um pleno. E surgiu a oportunidade de trabalhar como pleno em uma outra empresa, obviamente que o salário dobrou, vamos dizer assim, até porque estava muito aquecido. Aí eu fui para essa empresa, trabalhei um ano e meio, acabei trabalhando no back e no front nessa consultoria que era a Capgemini, não sei se o pessoal conhece. E aí, agora eu acabei, o pessoal dessa empresa de comércio exterior, Comexport, me chamou pra voltar pra Comexport, só que aí, por falta de planejamento da minha, levei como aprendizado, né? Aí, assim, eu acho que eu deveria, esperar um pouquinho mais e conseguir uma vaga de sênior, porque eu já tava trabalhando como pleno. E aí eu fui e melhorou o salário, alguns benefícios, e voltei pra essa empresa como export, como pleno. Agora me diz uma coisa, faz quanto tempo você tá na empresa? Nessa última que eu tô, já vai fazer um ano e maio. Vai fazer um ano e maio? Cara, velho... E aí, assim, eu tô há um ano e meio como pleno na Capgemini e mais um ano que vai completar agora, em maio, na Comexport, né? Cara, o lance é o seguinte, tá? Aí depende muito de empresa pra empresa, mas não necessariamente toda empresa fica fazendo promoção trimestral, semestral ou... Sabe? a cada quarter, às vezes elas demoram um ano. Entendeu? Ou seja, eventualmente, você está pra ser promovido como senior e ainda talvez você não saiba. Agora, o ponto é, você precisa saber. Quando eu saber, eu não vou ser pego de surpresa. Não, na realidade, eu acho que no momento que você já está e já está fazendo perto de um ano, é um momento que você tem que chegar para o seu líder e falar, cara, você tem um brag document. Galera, quem aqui tem brag document? Legal. Todo mundo aqui tem brag document? Quem não sabe o que é um brag document. Galera, quem aqui tem brag document? Legal. Todo mundo aqui tem brag document. Quem sabe, quem não sabe o que é um brag document? Eu não sei. Não sei. Tá. Brag em inglês é tipo contar a garganta, contar vantagem, tá? Meu filho vive bragging aqui em casa, tá? E o que é um brag document? O brag document, basicamente, é um... é uma folha de Word, é um gist, é um notion, o que você criar, que absolutamente tudo que você fizer, você vai botar nesse documento. Por exemplo, fiz um artigo, vou botar nesse documento. Gravei um vídeo, tô falando de mim porque eu faço bastante coisa em relação à criação de conteúdo e eu tenho também, sei lá, Microsoft, Docker Captain, Google Developer Expert, eu tenho que ficar anotando essas paradas porque eu tenho que botar no sistema, senão eles não renovam, tá? Mas, independente disso, o que acontece? Todo mundo tem que ter um Bragg Document. Ou seja, você fez um negócio bacana na empresa, entregou uma feature que você acha legal, o que que você vai fazer? Você vai colocar o link da PR, ou você vai descrever a data, a feature que você fez, o que você fez, mas principalmente o que aquela feature ou aquilo que você fez impactou alguém? Vou dar um exemplo. Eu gravei um vídeo no YouTube onde mais de 50 mil pessoas viram esse vídeo. Eu tive engajamento de 500 comentários e eu pude perceber que a comunidade foi impactada por esses momentos do vídeo e ponto. Esse é um outcome. Então, o black document tem que ter sempre o assunto, o que foi feito e o outcome. Ou seja, qual foi aquele resultado? Qual o resultado, no final das contas, que aquilo deu? Eu vou dar um exemplo. Vamos imaginar que você implementa uma feature e essa feature fez com que você reduzisse a quantidade de leitura no banco de dados de 50 mil requests por segundo para 10 mil requests por segundo. Trazendo, provavelmente, uma economia de tanto em máquina. O que você vai colocar nesse brag document, entendeu? Conseguir realizar otimizações de índices, utilizar recursos de cache, sistemas de validação, nananana e o resultado foi que a gente saiu disso pra isso. Cara, tudo que você fizer, faça isso como um brag document. Documente isso. Isso aí vai servir, tanto para dentro da sua empresa, na hora que você for chegar e falar com o seu líder, o seu gerente, para as entrevistas que você for fazer, quando perguntarem o que você fez, você já vai... Você não tem que ficar lembrando. Se eu perguntar para você o que que você fez, você já vai você não tem que ficar lembrando se eu perguntar pra você o que que você comeu 3 dias atrás você não vai lembrar você não vai lembrar da feature, do índice, do banco de dívidas você não vai lembrar, então o Brag Document ele é um documento que ele vai fazer você lembrar tudo que você fez e teve de resultado, porque que isso opa, pode falar só Só um adendo. Aí, tipo assim, eu já tive conversa com o meu líder sobre isso e, tipo, nem sabia o que era o Brag Document e eu acabei anotando algumas coisas que logo de cara que eu entrei, cheguei a desenvolver algumas features que fez, assim, diferença porque teve alguns acessos, o pessoal até elogiou teve alguns acessos a mais do que o comum em algumas outras features, né? Aí eu usei isso também, ao meu favor, usei outras questões também que eu tinha desenvolvido, mas enfim. E não é nem uma questão, tipo, meu, é uma empresa ótima, cultura boa, é só uma questão mais, talvez, pessoal, poderia dizer, que é um objetivo que eu tenho, entendeu? Cara, não tem nada, cara, não tem absolutamente nada de errado e é ótimo que você está numa empresa que tem uma cultura boa. Isso que tem uma cultura boa. Isso é algo que me prende, de certa forma. Eu não posso. Total, total. É ótimo. É ótimo que você está numa empresa que você está feliz, tá? Agora, pense o seguinte. O seu Bragg Document, ele não é um documento para a sua empresa. Ele é um documento para a sua carreira, tá? A sua carreira não é a sua empresa. A empresa que você trabalha não é a sua carreira. Entendeu? A feature que você fez uma empresa economizar 30% de infraestrutura por conta de um índice que você botou no banco de dados, isso aí você vai levar para qualquer lugar, para onde você for, para todas as entrevistas que você tiver, inclusive no seu LinkedIn quando você tiver a Open to Work. Basicamente isso. Então, isso aí é extremamente importante. Você tem que ter isso na cabeça. É mais ou menos, galera, coisa desse tipo. Chega para um CFO de uma empresa e pergunta para ele, quanto que eu tenho de caixa, quanto que é a minha folha de pagamento, quanto que está o meu fluxo de caixa nos próximos meses e quanto que foi o faturamento no meu último quarter. Se ele não responder isso da ponta da cabeça dele, ele cabeça dele, ele é um mouse e é full. Agora, se eu perguntar isso pra você, quais foram as cinco últimas features que vocês fizeram, qual foi o nível de complexidade e qual o quanto que aquilo ajudou, o quanto isso impactou no crescimento do negócio da empresa que você tá. Vocês têm que saber isso de cabeça. Sacou? Se vocês apenas matarem cardzinhos no Gira, lá, não interessa, no Trello, no Aish, no GitHub, como se fosse simplesmente um to-do list, cara, você está sendo um tarefeiro, um cara que resolve tarefa. Agora, uma vez que você encara aquilo como uma melhoria no negócio para que a empresa teve mais eficiência e conseguiu ganhar mais dinheiro, dimin teve mais eficiência e consegui ganhar mais dinheiro, diminuindo o risco e etc, etc, isso aí agrega valor. É isso que paga o seu salário, não é a quantidade de cards. Então, anotem isso. E quando você for falar com o seu líder ou Giovanni, você vai ter um brag document, é óbvio que você vai ser a pessoa mais polida do mundo e você... Eu não tô te ouvindo, acho que mutou. Mutado, mutado. Mutou. É óbvio que você vai ser o cara mais polido do mundo, quando você for falar com o seu líder, você não vai pegar uma página de Notion e vai falar e ficar scrollando, ó. Ó, devo ser sênior. Você não vai fazer isso, obviamente, entendeu? E eu tô falando isso por quê? Porque isso é independente se você é júnior, pleno, sênior tech lead, staff, principal todo mundo tem uma forma de crescer na carreira e esse Brag Document serve para tudo, independente inclusive da área. Então, Giovanni o que eu recomendo que você faça? Eu recomendo que você tente montar esse documento, inclusive para você analisar a sua própria carreira e ver o que você está fazendo e o que você não está fazendo. Nesse Black Document também coloquem o que vocês estão estudando e o que você foi capaz de fazer estudando essa parada. Vou dar um exemplo. Você está, por exemplo, fazendo um MBA, você está fazendo um curso de liderança técnica. Você está fazendo uma pós-graduação numa linguagem Go. Uma pós-graduação. Cara, entrei numa coisa de... Uma pós-graduação no MBA em arquitetura. Nesse momento, eu consegui aprender mais sobre arquitetura hexagonal. Tive aulas com esses caras. E a partir de agora, eu estou sendo capaz de fazer isso, isso, isso. Tudo que tem que ter data, o assunto, a descrição e o principal, o outcome. Qual foi o resultado dessa parada aí pra você, tá? E aí você senta com o seu líder e fala assim, cara, eu tô vendo que eu tô entregando bem, né? Eu queria que você me desse um feedback pra mim, o que você tá desse um feedback para mim, o que você está achando do meu trabalho e o que eu preciso fazer para me tornar um desenvolvedor sênior. Qual é o meu próximo passo? Você não está forçando a barra. Você fala, cara, eu adoro trabalhar aqui, adoro trabalhar com você, espero que seja tudo verdade. Mas, obviamente, eu quero crescer na carreira. Hoje eu já tenho cinco anos de experiência. Obviamente, eu conheço muitos sêniors de 10, mas eu também conheço sêniors que têm quatro anos de experiência, às vezes menos. Eu queria saber, na sua opinião, o que eu preciso fazer para eu conseguir chegar a esse cargo de sênior. Você consegue me guiar? Ele fala, ah, vamos conversar então. Aí ele pode falar. Infelizmente, eu tive já algo assim, perguntei, tem algo que eu preciso melhorar? O que eu preciso fazer pra atingir esse objetivo meu, vamos dizer assim, né? E aí eu não tive tanto retorno assim, sabe? Acho que, não sei, ele virou, tipo, o coordenador no caso que eu conversei, ele já foi tech lead e ele foi subindo de cargo nessa mesma empresa, talvez por não sei, questão de experiência, não sei vai adquirindo e tudo mais, e assim só um adendo também, recentemente até fui reconhecido como um troféu, um ex-legend nos últimos três meses, quem foi o melhor pra se trabalhar, como foi a questão de entrega, então fui reconhecido com isso, até coloquei no meu LinkedIn e tudo mais, mas tranquilo, faz parte. E aí assim, eu tive essa conversa parecida, mas eu tô gostando, eu tô anotando isso, eu vou fazer exatamente isso. Mas na conversa parecida, o que ele falou pra você? Ele falou que eu tô no caminho certo, que eu não tô me esbarrando em nada, e aí até ele chegou e falou assim, olha, quando quando eu conversei com ele, foi tipo o final do ano passado, ele falou, é cedo pra gente saber se vocês, é cedo pra gente saber se você está atuando como um pleno ainda. Mas até falei, eu saí daqui da outra vez atuando como um pleno, falei assim até, mas assim, não tem muita resposta, porque também tem outras pessoas na equipe que quer ser promovido, e aí tem essa questão, entendeu? Não, tem, com certeza, Com certeza, porque a empresa também não pode ter só desenvolvedor sênior. Se todo mundo for sênior, daí... Exatamente. Todo mundo é júnior, sei lá, não dá para colocar. Provavelmente, acontece isso. O que você talvez possa falar com ele, Giovanni? Falar assim, chegar e falar assim, cara, lembra aquela conversa que a gente teve? Meu, primeiramente, cara, eu queria agradecer demais, porque isso me empolgou bastante saber que eu tô conseguindo performar, né? Aparentemente eu não tô esbarrando em nada. E eu queria ter alguma dica pra você do que eu poderia fazer agora, como próximo passo, pra que numa futura uma futura oportunidade? Uma futura oportunidade, daí você pode jogar. Porque já vai fazer um ano que eu estou aqui. Legal. Eu tenho dificuldade às vezes. Cara, você não pode ter dificuldade, cara, porque isso é algo natural. É o que você falou, não estamos forçando a barra. Só que pra mim, eu melhorei muito isso, né? Porque antes, meu, eu saí de um mercado Wesley, eu recebi a 1080, essa é a verdade e aí pra onde eu cheguei meu, tipo, eu tô recebendo bem pra caramba como um pleno, de verdade o pessoal fala que eu recebo quase como um sênior mas eu quero também o cargo porque o mercado olha pra isso, de certa forma se eu atuo como um, aí, enfim, né? Aqui a conversa vai logo. Eu tô com um baqueta aqui de bateria, tá? Bom, cara, eu não sei se você... Cara, sabe qual que é uma diferença bem forte do sênior de um pleno hoje em dia, cara? Eu vou ser muito honesto. Eu acho que, tecnicamente, um sênior e um pleno, hoje em dia, conseguem fazer a mesma coisa. Eu acho que... Cara, eu vou ser mais honesto ainda. Eu não tenho dúvidas que hoje você programa melhor do que eu. Se você for no Lit Code, você ganha de mim. Brincando. Eu não tenho dúvidas que você programa melhor do que eu. Entendeu? mas tem uma coisa que é o calcanhar de Aquiles de todo mundo que está escalando na carreira que é o que? não só se vender é conseguir se virar por exemplo, se você está sentindo uma dificuldade de conseguir conversar com o seu líder para um tipo de promoção, provavelmente, você talvez tenha dificuldade de conversar com uma pessoa abaixo de você sobre a promoção dele. Se você está com essa sensação de que falar disso é delicado, e quando você tiver que falar uma notícia muito ruim de um bug que a empresa perdeu não sei quanto por conta do erro da sua equipe. Sacou? Eu acho que uma das principais diferenças, não estou falando só de sênior não, tá? Eu estou falando de sênior, de tech lead, tech manager, principal, staff. Cara, existem coisas que ao longo do tempo você vai pegando e que não é técnico. Eu não gosto de falar que é só soft skill, porque parece que virou uma palavrinha ok, soft skill, linguagem ubíqua do DDD. Todo mundo, ah, não sei o quê. Mas é basicamente é tetraquejo mesmo e posicionamento, cara. Eu acho que quanto mais você se posiciona, quanto mais você marca terreno, quanto mais a pessoa percebe que você tem maturidade pra lidar e pra falar com questões mais sensíveis, ali que a pessoa começa a perceber que você tá mais pronto ou não. E, galera, isso vale pra todo mundo. Quem não se posiciona, simplesmente, posicionar sempre tem um problema, tá, galera? Qual o problema de você se posicionar? Invariavelmente você vai entre aspas ofender alguém que não concorda com você, porque você vai ter que falar sim ou não. Concordo ou não concordo. Existem algumas coisas que são binárias, infelizmente, entendeu? Mas na hora que você faz isso de uma forma geral, você tá mostrando maturidade porque você tá expondo a sua opinião, entendeu? Então, nesse caso, Giovanni, cara, eu acho que talvez falte um pouco mais de posicionamento, entendeu? Mostrar pro seu líder que você tem maturidade suficiente e se você acha que você não tem essa maturidade, eu sinto um pouco de hesitação na hora que você fala, estou meio acanhado de falar, comece a praticar daqui para frente. Praticar junto com o seu time na hora de tomar decisão, na hora de questionar, mas tome muito cuidado. Não é porque você tem que se posicionar e questionar que você vai ser o chato do time, que é o do contra e que ninguém aguenta trabalhar com. Quem aqui já tem, já trabalhou ou trabalha com um cara desse? Ninguém quer, ó o André aí falando, cara, ninguém quer trabalhar com esse tipo de cara, ou chato ou do contra. Eu entendo que tem até aquela questão de ajudar os mais júniores e tal, e eu faço isso, me esforço, crio oportunidade, porque, assim, não é só questão técnica que é, né, às vezes, ah, conversei já com o pessoal, assim, e aí, essa questão de se posicionar e tal, tipo, foi algo que eu coloquei como meta, né, tanto que eu conversei, tipo, no final do ano passado. Então, mas é isso que eu tô dizendo, cara, esse posicionamento que eu tô dizendo pra você, é inclusive essa conversa com o cara. Show de bola. É, então. E agora... A gente falou da outra vez, cara, eu gostei, tô seguindo as suas dicas. Já vai estar fazendo um ano agora que eu tô fazendo aqui na empresa. Você falou pra mim que eu tava esbarrando em nada. Cara, queria saber qual é o meu próximo passo. Qual que é o meu próximo passo? Fala que eu faço. Eu tô aqui querendo crescer, cara. Eu quero fazer esse time crescer e eu preciso da sua ajuda. Quanto mais você falar que você precisa de ajuda com alguém, a pessoa vai falar, cara, esse cara, ele tá realmente afim de alguma coisa. Não é somente aquele papinho que ficou meio nada. O papo, ele tem que ter começo, meio e fim. Saber que o papo acabou e que a bola tá com alguém. Eu não sei se alguém aí já trabalhou com vendas mas na hora que você trabalha com vendas, sempre tem uma regra, tá a regra é o seguinte, você tá ligando e tentando vender algo pra alguém você tem que ter alguns outcomes um outcome é falar, ok, consegui vender a pessoa tá a pessoa tá em dúvida, ok, você tem que sair com a data da próxima ligação que eu tenho que ligar pra essa pessoa nunca a pessoa falar, vou pensar. Se a pessoa falar, eu vou pensar, ok, não tem problema, você vai pensar, eu posso te ligar semana que vem então, já que você já vai ter pensado? Quando que é a melhor data pra eu ligar? Entendeu? Se você saiu de uma ligação e a pessoa falou, vou pensar, e você não pegou, Acabou por aí, entendeu? Mesma coisa na nossa profissão, galera. Toda conversa tem início, meio e fim. Não importa se é promoção, não importa se é uma PR que vocês estão discutindo, no final as coisas precisam ter um começo, meio e fim. Se não tiver fim, vai ficar, todo mundo é dono de tudo, as coisas vão ficar confusas e vocês podem perceber que na maioria das vezes quando as coisas dão ruim, é exatamente porque não teve o fim da história fechou? Giovanni, boa sorte quem sabe da próxima vez que a gente se fale você já vai tá como um sênior aí de peito estufado, pagando pagando um iFood pra todo mundo aí, pra galera show de bola, obrigado Wesley, agradeço aí o feedback aí valeu valeu agora a gente tá com o nosso amigo Arthur, cara, o Arthur ele tem jeito de ser o cara, viu esse cara aí tem cara de tech lead, viu nossa opa, tudo bom? então a pergunta primeiro é um pouco mais técnica. Se apresente, se apresente primeiro. Tá, meu nome é Arthur, eu sou tech lead, eu sou líder técnico de um startup canadense. Hoje eu tenho 10 devs trabalhando em duas escadasadras separadas, um no front e outro no back. A gente está trabalhando nesse projeto faz uns dois anos. Já era um projeto de uma startup que não é fundada por investidores. A gente já tem nossos clientes, já está trabalhando, já está uns 10 anos no mercado e já está rodando. É uma startup de tipo uma OMS que foca na área de impressão. Então é uma aplicação multi-tenant e cada um dos nossos clientes é uma empresa de impressão, tipo uma gráfica. Então vamos dizer se a Fullcycle quer expandir o negócio e montou a gráfica Fullcycle e comprou um bocado de impressoras diferentes, desde adesivos a fazer brochures, que é tipo cartõezinhos, a imprimir livros, aí vocês compram um bocado de máquinas diferentes, aí vocês olham assim, tá, a gente precisa gerenciar isso tudo, a gente começa a expandir, fazer o nosso e-commerce, e não dá pra botar no Shopify, porque é um negócio mega específico, você tem que receber as mídias dos clientes e tudo, e aí vocês contratam o nosso setup. E cada cliente é um tenant separado, e eles têm a aplicação, a gente tem a nossa aplicação rodando e eles têm o front separado pra cada um deles. Perfeito. Já tá rodando, já temos centenas de clientes, a startup já roda com a mensalidade que os nossos clientes... É, já tem uma grana própria. Então, não é se um dia um investidor desiste e põe o plug e acaba. E uns dois anos atrás a gente começou a modernizar a aplicação. Era um monolito em Java, que é uma aplicação de mais de 10 anos, que parece ter mais de 20. Se você for olhar, o back-office é muito feio, é muito antigo, e a gente aos poucos foi trazendo isso, modernizando. E temos hoje um back-office, um back-end em Java, um front em React, em XJS, e a gente está no momento que a gente vai fazer o production deploy dele, para disponibilizar para os clientes. Então os clientes vão parar de usar aos poucos, parar de usar a nossa aplicação legada para usar essa nova. O problema é que a gente está muito limitado à formatação do banco de dados anterior, então a gente não pode reestruturar que já está bem estruturado vai quebrar tudo a gente já tem a infraestrutura toda de dev que está funcionando bem a gente está num momento que disponibilizou alguns tenants para o time de vendas, que eles estão testando isso e criando novos bug reports para a gente retratar. Só que a gente vai chegar e, tipo, nas próximas semanas a gente vai disponibilizar isso para cliente. Agora que está. Eu queria a sua sugestão de como fazer isso de uma forma mais segura possível, porque a gente está mexendo com dados de produção com aplicação que a gente antes estava em um ambiente bem isolado a gente tem no e a estratégia que a gente vai ter hoje é que a gente tem todo um sistema de módulos que dependendo do tier do cliente, ele paga mais ele tem direito a mais funcionalidades então a gente colocou um sistema de módulos que, dependendo do tier do cliente, ele paga mais e ele tem direito a mais funcionalidades. Então, a gente colocou isso tudo num módulo separado e vai liberar para um ou dois clientes aos poucos e expandindo para os outros. Queria outras sugestões de como fazer um deploy de forma segura, sem zoar os dados dos clientes que a gente tem há décadas. Tá, então, vamos lá. Eu fico repetindo bastante vezes a mesma coisa, só pra garantir que eu tô entendendo o que você tá falando. Você tem um sistema legado monolítico em Java, certo? Sim. Esse sistema em Java, ele tem APIs, endpoints, certo? Ele serve APIs ou não? A sistema em Java, ele tem APIs, endpoints, certo? Ele serve APIs ou não? A pessoa... Não, ele... Ele tem um swing lá. É o monolitosão que ele... Mas é o web, né? É o web. Ele serve o HTML lá, ele funciona todo no monolitos. Tipo o JSF, uma parada assim? Exatamente. Exatamente. Que também é o inferno de trabalhar. Eu sei. Ok. Compartilhamos a mesma dor. Então, o lance é o seguinte. Aí vocês reescreveram já esse sistema todo. Então, a gente está nesse processo. O que acontece? Como a gente já tem esse monolito em Java, tem muita regra de negócio lá e tem muito cálculo que é muito pesado, então a gente fez um back-end em Java meio que replicando algumas coisas para servir para o vocês pegaram você pegou o core mais de regra do negócio exportou isso para um outro sistema em Java mais moderno, fez os endpoints e depois tá botando um front-end na frente. É isso que eles fizeram. É, tipo isso, porque a gente foi puxando aos poucos e refatorando porque é tipo década de trabalho. Vocês já fizeram isso totalmente ou vocês estão fazendo, o que você tá falando do lar é o que vocês já fizeram agora, né? Sim, a gente ainda tem algumas partes do sistema que não estão migradas totalmente, mas a gente pegou alguns cores do sistema e falou assim, tá, essas partes aqui são importantes para o nosso cliente e a gente vai fazer o deploy focando nisso. Perfeito. Tá, perfeito. Agora vamos lá. Eu sou o cliente de vocês, eu estou acessando sua aplicação com o JSF, estou feliz, estou te pagando, então está tudo bem. Aí, um dos módulos que está aparecendo ali no menu para mim, quando eu clicar, vai chamar uma outra aplicação. Que é a nova. Não necessariamente, porque o módulo que eu quis dizer é que a gente tem outra aplicação por trás que a gente controla os módulos que os tenants têm acesso. Então, vamos dizer que um tenant pagou um pouquinho a mais para poder escolher o serviço de billing e customizar o serviço de billing que ele quiser. Aí tem um desses módulos, que é o dessa nova aplicação, que a gente vai liberar só para alguns clientes. Essa aqui é a dessa nova aplicação, que a gente vai liberar só pra alguns clientes. Tipo assim, tá, essa aqui é a da nova aplicação, que ele vai refazer o back-office todo. Então ele vai ter acesso a todos os serviços que ele teria normalmente pela aplicação legada, só que com a nova interface, mais rápido, mais intuitivo e mais moderno. Tá, mas ainda assim, ele tem o billing antigo ali com a aplicação dele. Mesmo assim ele tem o billing antigo, a gente ainda não está deprecando, a ideia é de deprecar no momento que, tá, vamos expandindo isso, aumenta o preço, joga fora o anterior e deixa, tipo, tira de produção, assim. Perfeito. Ok, então se eu sou o seu cliente, você adicionou, botou o módulo de billing lá pra mim, aí na hora que eu entro na interface, você fala Oi Wesley, eu tenho uma novidade pra você, a gente tá melhorando a nossa interface, a sua experiência clique aqui pra ver o nosso novo módulo de billing, onde é mais intuitivo e você vai ficar mais feliz comigo, daí o cara clica e é mais ou menos assim. Tipo isso, a gente tem o time de vendas, então era basicamente isso, ele vai falar assim, ó, agora a gente tem uma nova interface pra isso aqui, que a gente refez tudo e agora tá tudo mais moderno, mais rápido, mais intuitivo e tal. Por mais X dólares por mês você tem acesso a isso, mas a gente por enquanto vai disponibilizar para alguns clientes para eles darem feedback. Perfeito. Ok. Bom, primeira coisa que vocês têm que pensar, tá? Não estou falando nada técnico, tá? De cara. Eu morro de medo quando você fala... Quando é mais intuitivo, melhor, mais fácil. Porque, cara, eu já tive muita experiência que eu fiz o mais intuitivo, melhor, mais fácil. Porque, cara, eu já tive muita experiência que eu fiz o mais intuitivo, melhor, e o cliente odiou. E ele falou, eu quero do jeito que era antes. Tá? Sim. Então, isso é uma coisa que você tem que tomar cuidado. Por isso, nunca arranque uma funcionalidade que está funcionando do cara. Até a empresa se adaptar. Muitas vezes, essa empresa gastou tempo treinando funcionários a utilizar a sua interface anterior e esse retreinamento tem que acontecer. Então esse aí é um ponto importante. Pensando em lado de cliente, cara, eu faria aquela tela, chamaria os clientes mais chegados para disponibilizar para eles ir pegar o feedback. Se possível, grave vídeos de depara depara, não só aqueles assistentes grava um vídeo mesmo, você tem mais contato com aquele tipo de cliente, grava alguns videozinhos simples, bota como não listado no YouTube mesmo, pro cara, não precisa ser plataforma nada disso, explicando essas paradas pra ele, tá, isso em relação a pra não gerar fricção no negócio e de repente você começar... Já aconteceu, cara. A gente mudou, feliz, todo mundo com champanhe dentro da empresa e no dia seguinte a gente tendo que fazer rollback porque ninguém sabia usar mais o sistema. Então, coisas que a gente já passou. Mas, tirando isso, a parte técnica agora dessa migração. Bom, os módulos novos que vocês estão usando, vocês estão acessando o banco de dados da mesma forma como vocês estavam acessando antes, correto? Perfeito, exatamente. Tanto que no ambiente de dev, hoje a gente funciona com os dois. Hoje a gente tem a aplicação legada rodando em paralelo com a nova aplicação. Então, os dois acessam o mesmo banco de dados, então eu posso criar uma nova ordem, por exemplo, numa nova aplicação, e ele vai ter acesso lá na aplicação negada e vice-versa. E o que está te incomodando, então? Qual que é a sua dor? O que está me incomodando é que até esse momento a gente trabalhou com um ambiente bem isolado, com dados momento a gente trabalhou com um ambiente bem isolado, com dados que a gente foi criando e editando os dados. E à medida que a gente foi fazendo isso, de vez em quando apareciam alguns cálculos errados, por exemplo, porque tem muita regra de negócio na aplicação legada. Então, às vezes, faltou... A gente setava no banco de dados uma coluna com valor nu quando estourava um erro de no pointer exception na aplicação legada. Quando o valor default deveria ser zero, por exemplo. Foi acontecendo isso bastante e a gente foi limpando, limpando, limpando, limpando. Aí a preocupação é, no momento que a gente for fazer um production deploy, esses dados que vão ser corrompidos são dados de clientes de verdade. Então a gente vai ter que ir lá... Eu não estou conseguindo entender como esses dados podem ser corrompidos, cara. Não faz. Vamos dizer que você tem uma tabela clientes, foi lá e o cara foi lá, editou alguma coisa do cliente e entrou um cálculo de alguma coisa em um dos campos que não deveria entrar. Tipo, o sistema novo fez besteira no banco de dados, tipo isso. Exato, o sistema novo fez besteira no banco de dados. E quebra o outro sistema, é basicamente isso que você tem medo. Exatamente, e quebra o outro sistema. Ah, eu queria mais a sua opinião e estratégias pra minimizar isso, porque vai acabar acontecendo, né, em algum momento. Mas, é... Mais nesse rumo, assim, porque vai rolar. Tá. Cara, eu... Cara, velho, na real, eu acho que você não tem muito pra onde correr não, viu cara, se você tá se você tem tracing na sua aplicação então, muito fraco muito fraco, a gente tem um Sentry e e é isso, mas é muito fraco a gente queria, chegou até a contar com o Datadog, mas eles tem um sistema de preço muito esquisito e é muito esquisito porque eles não são claros desde o começo e a gente ainda tem que melhorar a governabilidade na aplicação, com certeza a parte de observabilidade cara, o que você pode fazer na real cara, porque assim se você tá indo na cega, você tá indo na sorte, entendeu? esse é o seu problema, porque você não tem visibilidade do que tá acontecendo na sua aplicação esse é o seu maior problema, você tem logs? temos aonde que você olha os logs? AWS a gente tem tudo, tudo, o sistema de logs, tudo rodando pela AWS bonitinho com umas, com um alarmes e tudo. Então a gente pode olhar os logs lá na AWS. Tá. Cara, o que eu faria. Tá. Cara, o que eu faria... Tá. O que eu faria... Talvez o que você pudesse fazer... Seguinte, eu... cara tenta fazer com que todos os dados que estejam entrando nesse sistema novo caiam em paralelo num outro banco de dados como se fosse um log tá caio em paralelo num outro banco de dados. Como se fosse um log. Eu ia falar para você jogar isso para uma fila, mas eu não queria que você tivesse que criar uma nova infraestrutura para isso. Entendeu? Por que eu estou dizendo isso? Porque se você joga esses dados num sistema de fila ou alguma coisa e dá ruim, o que você consegue fazer? você consegue depois reprocessar, você não perde o dado do cliente, você pode ter um bug temporário, mas você consegue saber aquilo que aconteceu, então você pode pegar o timestamp, você pode pegar os dados do usuário, você pode pegar os dados, a request todas as informações e você guarda esses dados de uma forma que, se der ruim, você consegue pelo menos ir lá e conseguir entender e consertar essa parada, entendeu? Eu acho que seria a primeira coisa que eu faria. Uma outra coisa, cara, que talvez valesse a pena você fazer e que talvez não custe muito caro? Vocês usam Kubernetes ou alguma coisa desse tipo? Não, a gente tem Terraform para subir a infraestrutura toda, mas não, é tudo pela AWS, não usa Kubernetes não. O que que rola? A gente tem um, como é multi-tenant, a gente tem um server de NGX que disponibiliza os vários domínios, de cada um dos tenants que tem vários domínios de cada um dos tenants que tem vários domínios, aí ele redireciona lá para as nossas aplicações para manter o domínio e a partir do domínio ele sabe qual o tenant que está recebendo a informação e você tem um único banco de dados um único banco de dados um único banco de dados para todos os tenants que tem o tenant ID ali, tá? Exatamente. Velho, cara, honestamente, cara, se você não tem observabilidade, você não tem muito pra onde correr. O que eu faria é tentaria registrar log de tudo ou publicar numa fila ou fazer... Porque publicar numa fila às vezes acaba sendo bom, porque depois você pode jogar esses dados de uma fila pra qualquer outro banco ou qualquer coisa desse tipo e daí você pode olhar com calma esses dados pra ver aonde que deu ruim, entendeu? Porque o que que vai acontecer na prática é, alguém vai fazer alguma coisa, quando for no outro sistema vai dar pau. É basicamente isso que vai acontecer, né? E daí você vai falar por que que deu ruim nesse sistema? Qual foi o ID? O que que deu aqui que tá dando esse pau? Aí você vai olhar aquele tabela, aquele sistema, você olha todo esse histórico de alteração de vocês, entendeu? E você vai saber de qual é a decisão que isso veio. Cara, eu acho que é alguma coisa nessa linha, o Arthur. Eu faria alguma coisa nessa linha, Arthur. Eu faria alguma coisa nessa linha. O ideal é que você tivesse um esquema de tracing mais bonitinho, mas já que você não tem, tenta armazenar logs de tudo, sacou? Eu não quero complicar e falar para você trabalhar com tipo event sourcing ou qualquer coisa desse tipo, porque vai gerar um nível de complexidade absurdo para o que vocês... Acabou de rolar. Então, eu iria mais ou menos nessa linha, cara. Mas assim, você não tem muito pra onde fugir. O que eu recomendo é faz esse rollout bem progressivo. Pega um cliente, roda, faz teste, pega outra, roda, explica pra eles que é um momento de teste, que alguns erros podem acontecer e que eles estão sendo premiados por isso, vocês vão ter que fazer isso eles vão ser premiados em dois aspectos o bom e o ruim mas eu acho que o mais importante de tudo é você tentar ter uma cópia das requisições que estão saindo eu estou falando pra você guardar isso num banco de dados porque é o que um sistema de tracing faria, tá? Agora, se você tá falando de uma aplicação nova, cara, dá uma olhada por exemplo, por exemplo, você tá trabalhando com Java, né? Você pode pegar, por exemplo, uma instância simples de Elasticsearch que é gratuito. Entendeu? O Elasticsearch é gratuito. Você tem a AWS, entendeu? O Elasticsearch é gratuito você tem a AWS, você pode instalar o Elasticsearch de uma forma bem simples não precisa ser nada, algo tão profissa lá com o Kibana, e aí o que que acontece você instala o o coletor do OpenTelemetry apontando pro Elasticsearch tá? Pra você botar o coletor, o instrumentador do Open Telemetry para Java é embutido, é de graça. De graça que eu digo é, você passa um parâmetro lá no MenosJar falando para ele usar o instrumentador e você não precisa mudar nenhuma linha no seu código. Pelo menos você já vai ter dados de telemetria pra monitorar melhor a aplicação, os tracings da aplicação. Então você consegue pegar pelo menos esses tracings e jogar lá no Elasticsearch e conseguir ver esses tracings. Então o que você vai precisar de uma máquina rodando com Elasticsearch e você vai precisar ter o OpenTelemetry configurado, que é simples e que com Java você não precisa mudar nada na sua linha de código. Você vai passar o parâmetro falando que está usando os dados do OpenTelemetry, você vai configurar o coletor e os dados vão para lá e vocês vão acompanhando. Cara, eu faria alguma coisa desse tipo. O importante é você não ficar cego e não fazer isso com um monte de clientes de uma vez. Com certeza. E o que me deixa mais tranquilo é que a estratégia que você tinha comentado antes é uma coisa que a gente já tem feito progressivamente. A gente está mostrando essa aplicação para os clientes e recebendo feedback deles e agora a gente chegou no momento que deixar eles usarem. Porque uma coisa é mostrar numa apresentação bonitinha e explicar como é que funciona. É, tem que deixar usar, pega os caras que inclusive não são... Pega os caras que são menos críticos, mas mais chegados. Sempre assim, entendeu? Ou dá um upgrade gratuito pros mais simples e deixa os caras usarem. Pros caras que mais utilizam, os mais heavy users, são muito impactados. Então faz upgrade gratuito pra alguns caras que são pequenos, mas que vão utilizar e vão ficar felizes com vocês. E você fala, cara, a gente está dando isso aqui de graça para vocês por seis meses utilizar a nossa nova ferramenta, a gente vai ficar muito feliz de vocês darem o feedback para a gente. Ponto. Vocês não estão nem se arriscando com clientes que podem gerar um risco financeiro maior aí pra vocês. Tá? Agora, uma pergunta no caso do Open Telemetry com o Elasticsearch. Quão mais de observabilidade eu vou ter em comparação ao Sentry que eu já tenho pra coleta de logs de erros? Então, é que tem três coisas diferentes. Tem log, métrica e tracing. Tá? Sim. O que eu tô achando que no Centrum você tem logs. Isso que eu não tenho certeza. Quando eu tô falando do OpenTelemetry, pra ele gerar tracing da sua aplicação. Entendeu? Aí o tracing ele mostra. A aplicação bateu nisso, que bateu nisso, que bateu nisso, que foi esse dado que teve esse resultado. Entendeu? É diferente. Você tem log, tracing e métrica. Então, métricas é tudo que mede. Tracing é como que a coisa deu ruim. E log é, deu ruim. Entendeu? É tipo isso. Log é uma fotografia, o tracing explica o porquê e a métrica mostra o quanto aquilo é afetado. Então seria tracing, no caso. Legal. Beleza? Muito obrigado. Aí chama APM, chama APM, Application Performance Monitoring, que é o que você vai olhar lá dentro do Elastic Stack, tá? Basicamente, você precisa do Elastic Search com o Kibana. Fechou? Vamos para a próxima, galera. Obrigado. Valeu. Fala aí, meu amigo Renato G. Fala aí. Beleza, galera? Bom, me apresentando aqui rapidão, é Renato, eu sou de Campinas, sou arquiteto de software na CIT, é uma multinacional aqui de Campinas também, com 6 mil funcionários, hoje eu faço sistema no projeto da Johnson, e aí a minha pergunta, sendo bem direto, se você já passou por algum problema de Davis Jr. ou Staggs, que querem só trabalhar com a tecnologia do hype, saca? E por que eu tô falando isso? Contextualizando aqui. Tô no módulo do MBA de Fundamentos de Arquitetura e fala pra gente ter cuidado com hype, tecnologia e tal. E o que faz bastante sentido. E eu passei por um problema parecido. A gente tem um programa de estagiários que entra 450 estagiários de uma vez e é muito legal. Mas o 450 estagiários de uma vez e é muito legal, mas o problema é isso, cara. Eles estavam chegando e só querem trabalhar com a tecnologia do momento e é difícil. Por exemplo, no caso da Johnson, é uma empresa que ela tá com a gente há mais de 25 anos, assim, nosso cliente. E nem tudo é tecnologia mais moderna. E, cara, a gente tá tendo um pouco de dificuldade, assim, tá ligado, com essa galera. E aí a gente fica numa sinuca de bico, porque eu não posso mudar a tecnologia de um sistema grande porque o estagiário não quer trabalhar com o Symfony, quer trabalhar só com o Node.js ou alguma outra coisa. E é o mesmo momento e por outro lado eu preciso dessa galera porque vai ser nova geração, saca? Pro futuro. Então não sei se alguém já teve esse tipo de problema e como que vocês lidaram, sacou? Cara, eu tenho esse problema todos os dias com quem? Com os meus alunos. Porque todo mundo quer usar a última tecnologia. Entendeu? Mas, cara, na real, esse problema ele é comum e na real, cara, ele é simples de ser resolvido, mas não tô dizendo que ele é fácil de ser resolvido. Tá? O simples nesse caso aí, cara, é que você precisa treinar esses estagiários. Você precisa dar uma aula para eles e mostrar para eles que no mundo real, entendeu? Não é assim que a coisa funciona. E a melhor forma de você mostrar isso é mostrar número, mostrar conta. Vou dar um exemplo. Hoje, vocês estão usando Angular JS. Angular, né? Não vou nem falar o JS porque daí a gente tá voltando pra 2011. Opa, peraí que a minha câmera de tempos em tempos, ela desliga. E você tá, estão Angular e todo mundo quer usar o React com o Next.js porque isso é melhor, porque isso é melhor por isso que é melhor aí o que você vai chegar pros caras e falar assim, ok, beleza vocês conseguem trazer pra mim algum número que mostre o quanto que a empresa vai conseguir ganhar mais se ela mudar essa tecnologia? e daí ninguém vai falar nada, porque ninguém vai saber. Assim, ok. Vocês têm ideia mais ou menos de quanto que vai custar pra empresa pra fazer a migração dessa parada que tá em PHP pra Node? Daí eles não vão saber também, tá? Node, tá. Daí você vai falar pra eles, você conhece uma paradinha chamada TCO Total Cost of Ownership o que isso significa? É quanto custa pra você implantar uma tecnologia manter uma tecnologia e descontinuar uma tecnologia e manter o suporte enquanto você tá descontinuando se hoje eu tenho uma aplicação rodando em PHP por 10 anos na minha empresa que a empresa inteira está utilizando, enquanto eu começar a reescrever as outras aplicações, até as outras aplicações começarem a ficar prontas, eu vou começar a ter bugs que eu não tinha antes, isso vai gerar um custo, vai gerar um tempo, e enquanto isso, a minha outra aplicação, eu vou ter que estar mantendo ela por um tempo, enquanto essa outra aplicação, ela tá ficando mais madura e esse tempo que eu tô mantendo essa coisa, eu tô pagando também ela, entendeu? Então, se eu tiver que usar esse gastar toda essa grana eu acho que seria interessante a gente não ter estagiário, porque essa grana do estagiário é o custo que vai custar pra gente fazer essa mudança não tô brincando, mas o mais importante de tudo, caras é dar esse nível, porque eles precisam disso. É isso que toda geração que tá começando na área precisa. Entender que a gente não tá falando de tecnologia. É entender que a gente tá falando de negócio. Quando eles entenderem que a gente tá falando de negócio, que a empresa tá ali pra ganhar dinheiro, e que ele tá ali pra fazer com que a gente está falando de negócio, que a empresa está ali para ganhar dinheiro, e que ele está ali para fazer com que a empresa ganhe mais dinheiro, eles têm que entender que muitas vezes mudar uma tecnologia pode ser algo muito custoso perto do resultado que ela vai ter. Eu vou dar um exemplo para você. Vamos imaginar que a gente está trabalhando usando o Node.js em cinco aplicações na empresa, e a performance do Node.js, sei lá, se a gente fosse falar de zero a cem, a performance do Node.js estivesse performando em oitenta. Vamos dizer assim. E daí eu, amante da linguagem Go, pô, galera, vamos ligando essas câmeras aí, por favor, que eu fico sentindo angoniado. Parece que eu tô falando... Por favor, liguem as câmeras. Então, daí eu sou um cara que, olha, eu tenho até pós-graduação de Go, cara. Eu fecho o olho, eu sonho com a minha marmotinha ali no fundo e... eu falo, cara, vamos mudar pra Gol. Sabe por quê? Porque a nossa performance vai sair de 80 pra 95. Pra ser 100 é só Rust. E que ninguém sabe programar em Rust. Tá. Daí a gente vai pensar o seguinte. Ok, você tá falando que eu vou sair de 80 pra 15. Beleza, entendo. Vai ser mais rápido, vai. Mas o meu tempo de resposta hoje, o throughput que eu tenho, tá aceitável? mas o meu tempo de resposta hoje, o throughput que eu tenho, tá aceitável? tá, tá funcionando? tá, eu tenho problema pior hoje do que a performance da minha aplicação? tenho, ah, tenho um monte de bug lá que tá dando pau, que os clientes tão ficando putos então será que é o momento de eu querer mudar minha stack inteira pra eu sair de 80 pra 95, ou de 80 pra 90, ou pra eu ganhar eu tava respondendo em 105 milissegundos e agora eu vou responder em 95, opa 10 milissegundos, ok dependendo da situação, 10 milissegundos é muito, mas talvez 10 milissegundos perto dos problemas que você tem na vida da sua empresa, não são absolutamente nada, entendeu? Então eu acho que esse é o nível de educação que a gente tem que dar pra todo mundo e não só pra as outras pessoas, pra gente mesmo refletir todo o tempo na hora que a gente tem a bendita coceirinha de querer mudar uma tecnologia que a empresa tá utilizando. Por padrão, qualquer pessoa que chegar pra mim e falar, Wesley, será que eu devo mudar a tecnologia X pra tal? Eu falo que não. Daí eu falo assim, por que não? Porque se você tá na dúvida, é porque você já não sabe se deve. Se você tivesse uma conclusão muito clara, você já estaria falando pra mim os dados. Se você tá muito na dúvida, é porque não deve ser mudada. Mudar a tecnologia tem que ser em último caso. É muito custoso, dá muito trabalho, envolve retreinar o time, envolve refazer todas as architecture decision records, envolve refazer toda uma documentação, repositório, testes, coisas que estavam funcionando, problemas de regressão. Então, a resposta é muito simples. Quando você começa a mostrar números para as pessoas, elas começam a entender que a banda não toca dessa forma. Entendeu? E o que vai acontecer é que alguns estagiários vão entender e vão falar, ok, quero continuar. E vão ter alguns estagiários que eventualmente vão falar ai, que chato, essa empresa é muito quadrada. Ok, provavelmente não vai ter fit com vocês e essa pessoa não deveria estar lá. Não é culpa dela, não é culpa de vocês, é simplesmente fit, entendeu? Mas eu iria mais ou menos pra esse lado. Sempre mostre números. Sempre mostre que a empresa tá para ganhar mais e diminuir o risco que ela tem na operação. Mudar uma tecnologia é um risco danado. Mudar uma tecnologia é um custo danado. Então tudo que a gente quer evitar é aumentar custo e aumentar risco. Mudar uma tecnologia é exatamente fazer os dois. Então, tem que ser algo muito extremo para você mudar de tecnologia. Entendeu? Tem que ser algo muito extremo, ao ponto de que vai fazer com que o negócio pare de crescer. Entendeu? Agora, se você acha que a sua aplicação ainda está crescendo, que está saudável, que a parada está rolando, entendeu? Falo para os estagiários que mostrem a conta. Só falar que não, o cara vai ficar puto e ele vai falar que não é uma empresa a culpa trabalhar. E aí a culpa é sua mesmo. É importante que essas pessoas aprendam, ganhem maturidade ao longo do tempo para entender que eles estão falando em negócio, eles não estão falando em código. Fez sentido? Muito bom, fez muito sentido, valeu mesmo. Tem um onboard desses estagiários, quando eles chegam, que é um onboard mais geralzão, e aí depois começa a distribuir eles, aí cada um vai pra um projeto. Então, por exemplo, um vai pra Johnson, outro vai pra Coca, e vai distribuindo de acordo com a necessidade dos projetos. E aí é até difícil saber qual tecnologia cada um vai trabalhar, sabe? Mas talvez no onboard, talvez seja um papo legal pra ter esse tipo de conversa do tipo, olha, a gente não sabe pra qual projeto você vai, mas já tem um uma explicação mais ou menos nessa linha e tal. Cara, faz cinco slides e mostra pro cara qual é o custo de mudar uma tecnologia, qual é o risco de mudar uma tecnologia, como que isso é complexo dentro de uma empresa e que principalmente vocês tem que dar clareza pra ele que não é a tecnologia que ele trabalha que vai moldar o futuro profissional dele, mas sim a experiência que ele vai ter dentro da empresa. O domínio de negócio que ele vai ter dentro da empresa porque, cara, daqui pra frente, meu amigo programar em Java, em PHP em Kotlin, em Go vai dar tudo na mesma com GPT com cursor, com tudo isso, cara linguagem de programação agora é português eu não falo nem mais que é inglês porque eu escrevo em português com a minha porque eu escrevo melhor em português do que eu escrevo em inglês, entendeu? Então, a tecnologia, o código vai ter menos valor, entre aspas, porque ele vai ser mais fácil de ser gerado. E é só uma questão de tempo desses códigos irem melhorando ainda mais. O importante agora é pensar no negócio. Custo, risco, controle, e eu acho que quanto antes você der, cara, vai ser o maior presente que você vai poder dar pra esses caras é explicar isso, porque se alguém explicasse isso no começo da minha carreira, eu não teria tido a experiência que esses caras estão tendo, e eu fiquei muito puto, porque eu já fui esse cara que queria usar a última versão em tudo, e atualizar tudo, eu acho que todo mundo já foi assim um pouco um dia, né? E às vezes é ainda assim, né? Mas, cara, quer tecnologia nova, faz side project, brinca em casa, monta uma startup de uma pessoa. Mas, quer trabalhar no mercado? Não é código, mercado não é código. O mercado é entender negócio, entender problema, resolver problemas de domínio. A tecnologia que você vai usar é detalhe. É chato trabalhar com tecnologia antiga? É, demais. Mas, o que você aprende no meio desse tempo é o que vai fazer você crescer. Não tem essa. Boa, muito bom. Obrigadão, hein? Valeu mesmo. Vamos lá com o nosso amigo Dinamite Ferreira. É. Cadê sua câmera? É. A minha pergunta é mais pela questão de guiar né é que eu vi o vídeo seu né eu até comprei o forçado 4.0 tá tirando todo o meu dinheiro forçado mas tava na pena assim meu nome é da Muncher trabalho no efe bem que sou daqui de Fortaleza pessoal, então apresentando né eu vi o vídeo de seu utilizando o Taskmaster, certo? o Cláudio Taskmaster só que tipo, o vídeo se perdeu, eu acho que você tirou e tudo porque eu acho que era o negócio do curso mas eu queria entender mais cara, dá uma olhada no último vídeo do canal que teve a imersão, que eu refiz essa live, porque teve um problema no Zoom, depois não sei o que hackearam o nosso Zoom e etc daí eu refiz esse vídeo, tá? Mas, continue por favor Era justamente isso tipo, eu quero também testar, né, de acordo com o que tu fez ali no vídeo, só que eu não tenho a... como é que eu faria a documentação do projeto que eu penso, entendeu? Eu já pensei em fazer um projetinho básico, né? Ah, mas vou tentar isso com Taskmaster, fazendo toda a documentação, fazendo os esquemas aqui, utilizando o Mongo, só que eu não tenho um exemplo. Cara, já vou te cortar agora, tá? Porque eu já consigo te responder essa pergunta já de cara, tá? Primeira coisa, bom, esse vídeo que você vai ver do YouTube, você vai ver mais ou menos como que eu fiz, tá? Mas, porém, contudo todavia, eu estou no processo de gravação de toda a parte de IA, eu vou colocar no Full Cycle e vou disponibilizar, não tá no conteúdo oficial do MEC da pós, mas eu vou colocar isso nas pós-graduações. Tanto no MBA, como na parte de liderança técnica, quanto na pós de gol. Eu quero colocar e eu vou colocar e não vou cobrar nada mais pra isso eu acho que não tem como ignorar e há cara, estudei muito nesses últimos tempos e um dos módulos que é o que eu tô gravando agora é focado na parte de prompt engineering e não só como fazer, galera a visão que muitas pessoas tem de prompt engineer é uma visão ridícula, que porque eu digo porque eu tinha essa visão, depois que eu comecei a estudar, o negócio vai pra outro nível, tá e cara, então eu explico basicamente do zero como é que funcionam os prompts quais são os tipos de prompts, quando você deve usar cada um e etc e eu estou criando uma biblioteca, uma espécie de uma biblioteca e diversos frameworks de prompts para que vocês possam usar, para vocês conseguirem gerar absolutamente todo o tipo de documentação. Eu estou olhando no meu outro monitor aqui, porque hoje eu passei o dia inteiro nisso, na realidade. Eu também estou passando o dia inteiro nisso, na realidade. Eu também tô passando o dia inteiro nisso, mas tipo assim, eu quero beleza, contexto, diária de prompt, estudando, mas tipo assim, ah, o Saico já vai dar o caminho aqui das pedras. Cara, não vai ser só um caminho não, cara. O que eu tô fazendo, sério mesmo, longe de gabar, tá? Qualquer coisa desse não, cara. O que eu tô fazendo, sério mesmo, longe de gabar, tá? Qualquer coisa desse tipo, galera. Eu estudei muito tempo, vi muita coisa que deu certo, que deu errado e o principal, eu falei com todas as melhores pessoas que eu podia conhecer nessa área, vi o que esses caras estavam fazendo, juntei, vi o que funciona, o que não funciona, onde que tá a dor e pra mim é muito claro, quando você vai trabalhar usando inteligência artificial, você precisa de algumas coisas importantes. Você tem fases, você tem fases de documentação barra design docs, você tem fase de implementação, você tem fase de code review e você tem fase de correção. Cada uma dessas fases tem que ser planejadas para você trabalhar como IA, senão não vai funcionar. Então, para a documentação e design docs, você pode utilizar diversos tipos de documentação de acordo com o tamanho do projeto. Se está num projeto menor, você não vai precisar de tanta documentação. Mas, por exemplo, existem documentações que são específicas, por exemplo, a PRD, Product Requirements Document. Você tem o FRD, Function Requirements Document. Você tem User Stories, você tem TRD, Technical Reference Document. Então, você tem diversos tipos de documento. Você tem documentos focados em decisões técnicas, ADRs, Architecture Decision Records. a architecture ADS, pelo amor de Deus Architecture Decision Records você tem documentos como RFC, Request for Comments, você tem documentos focados em arquitetura de sistemas System Design Low Level Design, você tem C4 Diagramas, você tem documentos de operação e infraestrut, você tem documentos de operação e infraestrutura, você tem documentos de guideline, code standards, engineering guideline, você tem security design docs, você tem documentos para padronizar code review, você tem documentos para padronizar testing, você tem documentos focados para CI e CD, ou seja, tem muita coisa, o grande problema de tudo isso galera, é que quem aqui de vocês consegue escrever todos esses documentos e ainda mais manter esses documentos atualizados agora fala pra mim, vocês não iam ficar muito mais felizes se vocês tivessem tudo isso especificado bonitinho, a vida de vocês não ia melhorar então o grande ponto é que eu vou dar pra vocês a base inteira do que vocês precisam entender de prompts pra fazer sentido mas eu também, eu tô separando uma library de diversos prompts que vocês podem usar como robôs e entrevistadores que vão gerar já os templates prontos preenchidos de todos esses documentos você começa a perguntar ele começa a responder e você vai perguntando, ele vai te entrevistando, quando você vai ver já tem seu documento pronto, você salva coloca lá na pastinha, aí ela vai usar pra ler, pra conseguir trabalhar no seu código, então a gente tem isso, mas a gente tem fase também de implementação, quando a gente vai implementar o código. Então pra implementação a gente precisa explorar o que a gente quer, porque nem sabe a gente sabe o que a gente quer no começo. Daí a gente tem contextualização, eu preciso ter um contexto pro projeto que eu vou desenvolver. Aí eu preciso ter as tarefas que eu vou usar e o plano de ação de cada uma dessas tarefas. Aí eu tenho que ter o workflow que a IA vai usar. Eu preciso das rules que a IA tem que seguir. Aí eu tenho que ter a forma de como que eu consigo testar, a forma como que eu consigo debugar, a forma como que eu consigo refatorar, a forma como que eu vou fazer o commit, a forma como eu vou fazer o pull request, a forma de como eu vou fazer o code review. Então, o que eu estou fazendo é eu estou criando e utilizando os melhores prompts de todos os estudos que eu fiz e eu vou tentar deixar isso de cada vez mais mão beijada para vocês, naquele tipo, daquela coisa. Copiou, colou e você já sai usando no GPT, no Cloud, na onde vocês quiserem, para eles já saírem, pelo menos com esses documentos mais prontos possíveis. E muitos desses documentos eu já tô querendo trazer prontos pra você. Por exemplo, Guideline Coding Standards pra Go. Cara, eu tenho, sei lá, todo um documento de como que, sei lá, um IA ou um desenvolvedor tem que seguir pra programar em Go. Ah? Como que é o formato de teste? Como que é o formato de documentação? Como que é o formato de nome de variáveis? Como é que é o formato de nome de funções? Como que é o formato disso, daquilo? Ou seja, a minha ideia é conseguir trazer uma pancada de artefatos prontos para vocês, mas não só trazer pronto. Ensinar como que eu gerei isso para que vocês consigam fazer isso depois, baseado nas aulas que eu tô preparando pra vocês, tá? Depois disso tem implementar laboratórios e coisas que a gente vai acabar fazendo. Mas, assim, 90% de IA, galera, principalmente nos dias de hoje, é prompt. Não tem jeito. E dá trabalho, é teste, e o pior de um prompt, sabe qual é? quando você é desenvolvedor é a ansiedade sabe por quê? você pensa, eu poderia estar programando eu poderia estar assistindo televisão eu poderia estar resolvendo um bug mas eu estou aqui escrevendo um texto um texto falando você é um desenvolvedor sênior que programa em Go eu gostaria que você você entendeu? Isso dá uma ansiedade do caramba cara, e daí você faz e não funciona entendeu? Eu estou batendo muita cabeça com isso, eu estou fazendo eu fiz o documento aqui coloquei o contexto que eu queria, mas não gerou da forma que eu queria. Cara, só pra vocês terem uma ideia, a OpenAI gerou agora a versão 4.1 do GPT, com um custo bem menor, e eles geraram, cara, depois eu passo pra vocês um link de um prompt, é muito louco, né, você fica procurando prompts agora na internet, mas quando você começa a valorizar isso, você fala, cara, muda o jogo. Eu estou desenvolvendo um software aqui, usando Iato, testando para caramba, e ele gerou, e no cookbook deles novo, o Leonan, inclusive, que me passou, eles geraram um prompt que teve a maior nota para resolver alguns problemas de bug de software. Cara, eu simplesmente copiei, colei o prompt, fiz os ajustes que eu queria, cara, ele melhorou ali cara, em 30 vezes a qualidade de código do mesmo problema que eu tava querendo resolver. Simplesmente com esse prompt que eles acabaram colocando. Você entendeu? A raiva que você passa na IA tá totalmente proporcional ao prompt que você bota. Entendeu? E simplesmente faz diferença. Se você tá ali na IA programando, muda essa função, refatória-se, você tá ferrado, vai passar raiva. Só isso mesmo que vai acontecer. Entendeu? Então a minha ideia é conseguir dar documentos pra vocês. Formas que vocês consigam gerar documentos, formas que vocês já tenham documentos prontos que vão facilitar a vida pra vocês conseguirem trabalhar com o IA. Então... Artefatos mesmo que eu queria... Exatamente. Mas depois dá uma olhada na última live que eu fiz aí na... A última live que eu fiz no canal, que eu mostro desenvolvendo alguma coisa, usei aquele Cloud Master. Cara, eu só tô usando ele porque ele gera as tarefas daquela forma, tá? Eu tenho até medo de olhar aquele código. O cara que fez aquilo provavelmente usou de uma forma bem maluca. Não sei como é que aquilo funciona. Eu estou fazendo um software igual, vai ficar legal. Qual o canal, Wesley? Cloud-task-master. O software funciona, de forma geral. Você tem que ajustar bastante coisa, mas o bendito software funciona. Eu só não gosto de olhar o código do GitHub, tá? Mas ele funciona. Mas eu estou fazendo um bem bacana, espero conseguir... Na realidade, eu estou fazendo algo bem bacana. Eu estou criando um MCP server com resources e não, com resources e prompts porque muita gente só conhece tool né, MCP é tool resource e prompt, a maioria das pessoas só conhecem tool no MCP então eu tô criando MCPs que também fornecem prompts, resources junto no meio da história, e daí eu tô querendo dar um jeito de disponibilizar pra quem é aluno. Galera, é trabalho, entendeu? Mas eu já tô com boa parte do material aqui preparado, já a parte de prompt eu já preparei a aula toda, agora eu tô organizando a biblioteca, logo, logo vocês já vão começar a receber os acessos aí. Vocês, espero que vocês gostem e me dê os feedbacks do que vocês vão achar aí. Beleza? Show de bola, valeu Wesley. Show. Temos o nosso amigo Hederaldo Macedo agora, fala aí meu cara. Opa, boa noite Wesley, boa noite a todos aí. Então, eu sou o Hederaldo, trabalho na Alper Seguros, trabalho como desenvolvedor ali, senior, e tô aí trabalho na Alper Seguros, trabalho como desenvolvedor ali, sênior, e tô aí pra fazer uma mudança aí de cargo, então tô pra mudar aí pra cargo de especialista, de liderança, e a minha dúvida aqui, Wesley, é mais sobre parte de soft skills. Então, foi me dado o desafio aí pra poder pegar, gerenciar ali duas squads. Então, são duas squads multidisciplinares. E uma dessas squads ali é pra lidar mais com a parte do time financeiro. E nessa squad, ela tem um sistema que atua em sustentação, que é um legado ali, com .NET Core 2.2. E ele é um legado ali que ele atua diretamente com a parte financeira, e é um pouco crítico, então tem um desafio ali, porque qualquer bug que dá, a gente tem que priorizar esse bug ali, e é um pessoal um pouco desafiador de se lidar também. E na outra squad, é uma squad que a gente atua com priorizações ali, com chamadas que vêm do Gira. É um pouco do legado de sustentação, mas vai virar um canal de priorizações de vários projetos que vai vir para esse squad também. É uma squad que ainda vai ser formada, mas por enquanto estamos abrigando o item de sustentação. Então a pergunta seria basicamente, como eu consegui lidar com esse público, sabendo que eu vou lidar com um público também de upstream, como lidar com esses pratos ali, de forma que eu consiga agregar valor para essas duas squads ali, e conseguir lidar eles de forma tanto técnica, como também de uma forma de linguagem que eu consiga transitar entre esses dois mundos e consiga transitar entre esses dois entre esses dois mundos e consiga e consiga performar top, vamos lá cara pensa em você toda vez que chega um novo líder um cara e o cara toma uma decisão primeira coisa que você vai fazer é internamente questionar se a decisão do cara está boa. E normalmente você tende a não necessariamente concordar, mas às vezes você discorda um pouquinho e só para saber que você discorda um pouquinho, você procura um pelinho em ovo porque tem uma mudança. Principalmente se você não conhece a pessoa, tá? Imagina, vocês não me conhecem, eu chego lá Wesley, eu sou Wesley, etc hoje a gente vai começar a implantar esse sistema porque eu acho isso, isso, aquilo o que vocês acham e tudo mais cara, qualquer mudança que acontece sempre vai ter vai ter um nível de fricção ponto, tá? ponto, ponto, ponto o que eu aprendi em todos os meus anos liderando, dando palestra, sendo desafiado, sendo xingado e todas as coisas, tá? É ter clareza de qual que é o meu objetivo. Tá? Ou seja, qual é o meu objetivo final? Vou dar um exemplo bem claro aqui pra vocês. A gente tá aqui numa mentoria. Nesse momento tem 210 pessoas. Tenho absoluta certeza que grande parte de vocês, maioria de vocês, devem programar melhor do que eu, devem ter experiências que eu nunca vivi. Provavelmente muitos de vocês poderiam dar aula pra mim e eu ia aprender muito com vocês. Mas nesse momento, entre aspas, eu sou um mentor e estou tocando essa sessão. Se eu chegasse aqui pra vocês e falasse, olá, meu nome é Wesley eu tenho 25 anos na área de experiência, na área de TI eu já fiz isso, já fiz isso já fiz isso, já fiz isso já fiz isso, já fiz isso já fiz isso e vai ser um prazer trabalhar e poder tê-los como os meus mentorados. Porque eu acredito que eu poderei ajudar cada um de vocês. Fala a verdade. Como que vocês se sentiriam? Não foi retórico, tá? Podem falar como vocês se sentiriam se vocês quisessem. É uma situação meio... É uma situação meio esquisita, né? É carteirada, né? É uma situação meio esquisita. Tem uma história, que eu não sei se é verdade, do Bill Gates. Quem já ouviu falar dos erros propositais do Bill Gates no Windows 3.1 na apresentação? Pelo menos nunca ouviu falar, não. Ouviu falar? Se eu não me engano, quando o Windows 3.1 estava para ser lançado, o Bill Gates ia fazer algumas apresentações. E tinha uma apresentação onde a linha de expectativa tava muito alta. Ou seja, as pessoas, por padrão, já estavam indo muito na defensiva, querendo criticar, achando que o Bill Gates ia chegar lá e falar que ele era o cara e ele ia mostrar o sistema operacional. Entendeu? O que ele fez foi o contrário. Primeira tela que ele abriu, eu falei assim, putz, deu o erro azul a gente tem que melhorar muito aqui pra vocês, quem sabe um dia eu consigo aprender mais com vocês, mas vamos lá vamos mostrar essa parada aqui pra vocês o que aconteceu com a reunião? em 5 segundos o cara simplesmente desarmou todo mundo ele já chegou e falou pra todo mundo cara, olha, deu erro olha, tô trazendo aqui pra vocês, mas mesmo assim tá dando erro. Mas aí, ó, tem que melhorar bastante. Ou seja, o cara já desarmou metade de vocês. Quando eu sentei aqui e falei pra vocês, de cara, galera, eu não sou o rei do mundo, se eu não souber, a gente pergunta pra galera, se eu não souber, o que que eu tô fazendo nesse momento. Eu tô tentando ao máximo desarmar um monte de gente que vem com uma expectativa alta achando que eu vou responder ou que eu tenho a responsabilidade ou que eu estou me achando de estar aqui podendo responder dúvidas de 200 pessoas como se eu fosse o cara. Então, quando você, entre aspas, desarma e quando você fala desarma, é alinhar a expectativa com todo mundo. Che chega assim, galera, eu sou um desenvolvedor como qualquer um aqui tive várias experiências, eu acho que o que soma bastante da minha experiência é que eu tenho muito contato com muita gente, e eu escuto muita gente, e isso me ajuda pra caramba, ver o que funciona e o que não funciona, e é nisso que eu acho que eu posso ajudar a galera, eu também entendo tecnicamente das paradas, provavelmente não muito mais ou não muito menos que vocês, mas eu acho que com a base de conhecimento que eu tive com as pessoas que eu conheço, eu consigo ajudar bastante gente. Tanto na área de empreendedorismo, quanto na área de estudar, na área de carreira. Eu já transitei em diversas posições, eu acho que eu consigo ajudar. Mas perceba que carteirada não funciona. Então toda hora que você vai assumir um time, a primeira coisa que você precisa fazer é pedir ajuda. Pedir ajuda é o ato mais humilde humano que você pode ter pro seu time. Por quê? Porque o seu objetivo ele é claro, é entregar resultado. Você só consegue entregar resultado com o seu time. Logo, você precisa da ajuda do seu time. Então, a primeira coisa que você vai fazer quando você atua em um time, você vai chegar, olá, meu nome é Deraldo, você vai chegar e vai falar, fala galera, meu, tô mega feliz de poder tá trabalhando com feras aí igual vocês, cara obrigado mesmo pela sua oportunidade e a primeira coisa que eu tinha que dizer aqui pra vocês é que eu vou precisar da ajuda pra caramba de vocês, porque provavelmente vocês devem manjar 10 vezes mais dessa parte de financeira aí do que eu entendeu, vocês tem um domínio muito mais pesado, mas, por outro lado, eu acho que eu tenho algumas coisas que eu posso também conseguir ajudar vocês e, no final do dia, nosso objetivo aqui é mútuo, conseguir entregar essa parada da melhor forma possível. Eu queria entender como é que estão aí os projetos, quais são os problemas que a gente tem e, primeira coisa, como que vocês acham que eu posso ajudar vocês? Cara, você começar uma conversa assim, a chance de você começar o jogo iniciando o processo de ganhar seu time, aumenta muito mais do que você já chegar e falar, vamos definir tarefa, vamos reorganizar o time. Você não tem que reorganizar nada, e outra coisa, não tente ficar mandando no seu time pelo menos por um mês. Você tem que ver como o seu time tá andando, como o seu time se comporta pra daí você fazer mudança, porque não tem como você fazer mudança se você não sabe o que tá dando certo ou errado. A não ser que você já trabalhe com os caras, tá? Aí é diferente. Você já sabe como é que trabalha, aí você vai ter que tomar as decisões. E a segunda, o segundo alinhamento de expectativa que você vai ter que fazer com o seu time é e galera tem uma coisa que eu queria dizer pra vocês, eu ou você é uma interface muito clara de vocês com a área de produto com a área tal e a área tal, normalmente essas áreas tem prioridades então eventualmente a gente vai ter que fazer coisas que as vezes a gente não tá de acordo as vezes a gente vai ter que tomar uma decisão que a gente não gosta. Eventualmente, eu vou ter que ser forçado a fazer com que a gente tome uma decisão, nem que ela seja mais popular. Mas eu queria entrar num acordo aqui com vocês. O nosso acordo é o seguinte. Eu tenho certeza em que, em diversos momentos, a gente vai discordar. Tá? Mas, a partir de um momento que a decisão foi tomada, independente se foi minha, se foi do time, todo mundo que discordou tem que estar no mesmo barco pra fazer aquela decisão que foi tomada, que você não concordou funcionar. Esse é um acordo de cavaleiros e cavaleiras que a gente tem que ter aqui. Se todo mundo tá no time, todo mundo tá no mesmo barco. Você foi voto vencido? Beleza. Ok. Mas agora você tá no mesmo barco que a gente. Então você vai ter que ajudar a gente nessa decisão que não era a coisa. Isso são coisas que alinham expectativas, cara. Desde o início todo mundo sabe. Porque vira cultura. Sabe? Gerar esse nível de cultura dentro do seu grupo de liderados é extremamente importante, porque eles sabem como a banda toca. Eles sabem, ok, deu ruim, vou ficar putinho um dia e depois eu tô no time, galera, vamos fazer essa parada rodar. Entendeu? Porque sempre vai ter discordância, o voto de Minerva vai ser sempre do arquiteto, do tech lead, do líder e etc. Vai ter gente que vai concordar e discordar, mas galera, eu estou tomando essa decisão baseada nos dados que eu tenho agora e baseado naquilo que eu estou tentando sentir da outro lado. Eu sei que é uma decisão mais popular, mas novamente, a gente está no mesmo barco, vamos seguir a partir dali. Se der algum rolo, saiba a responsabilidade é minha e é por isso que eu tô aqui beleza? e é isso ah, legal, é nesses períodos de adaptações, o que que eu, não sei se você já teve uma experiência já com isso, mas o que que ajudou, por exemplo, a passar por essas mudanças, a tornar mais suave então, por exemplo, pegar um estar num time novo e aí de repente sentir que o time novo tem um pouco de dificuldade com essas mudanças por exemplo, a entrar nessa cultura por exemplo, de ágil a, por exemplo a entrar nos ritos ali tanto do... Então, esse é o ponto, cara imagina assim você pega uma... Não vou falar em nomes de religião, pelo amor de Deus. Você chega numa religião de um jeito, existe uma religião do outro jeito. E de um dia pro outro você fala, olha, você fez 30 anos esse rito, a partir de amanhã você vai rezar desse jeito. Não vai dar certo, entendeu? Ah, a gente usava a Hoopie. Quem é da época do Hoopie? Ninguém? Ok, estou ficando mais velho do que imaginava. Tudo bem. Aí, tem os caras do Hoopie aí. Bom, pelo menos. Tem a galera do Hoopie. E daí, agora nós vamos para o Scrum. A gente tem o Scrum Master, a gente tem as Sprints duas semanas, Daily Meeting cara, se você fizer isso tudo de uma vez meu amigo, é que nem mudar a interface do cliente do software, o cara vai ficar perdido entendeu? Então se você quiser mudar o ritmo de trabalho, começa a mudar aos poucos, galera todo dia vocês fazem reunião pra alinhar as paradas ah não, a gente faz todo assim, cara, vamos fazer o seguinte, bater 10 minutos num papo todo dia aqui? Isso se você acha que é necessário, tá? Porque ultimamente eu tenho dúvidas se você tem que fazer dele ou não, tá? Tem hora que eu acho que não tem. Dependendo da situação, tá? Pelo amor de Deus, não gravem esse vídeo, coloque no Instagram que o Wesley fala que eles devem acabar, tá? Mas dependendo da situação... Mas tem hora que eu tenho dúvidas, depende do time, depende do nível de maturidade do time, entendeu? Então o ponto é, você vai ter que sentir o time, o nível de maturidade que o time tem, o processo que eles estão acostumados, se você mudar o processo de uma forma de uma hora pra outra, os caras vão gastar mais tempo tentando se moldar esse novo processo do que programar. Então, faça mudanças suaves. Se você acha necessário deles, galera, vamos fazer o seguinte, 10 minutinhos a gente senta de manhã só para alinhar as paradas e daí a gente vai conversando durante o dia? Fechou? Beleza. Cara, sabe o que eu estava pensando? E se a gente entregasse toda sexta-feira uma nova feature? Nem que seja um checkbox. Vocês topam esse desafio aqui comigo? Vamos ver se rola? Beleza. Show de bola. Galera, era um checkbox, mas eu tô achando que vocês são tão foda que eu acho que agora a gente consegue entregar uma feature inteira a cada semana porque a gente tem um backlog gigante. Quem topa fazer isso? Beleza. Galera, a gente está com um problema aqui, tá? A gente está cheio desses bugs aqui no sistema e eu estou querendo fazer um rodízio do desafio Bug Hunter. Sabe o que é o desafio Bug Hunter? É o cara que mais consegue corrigir bugs em uma semana aqui na empresa. E o cara que ganhar esse desafio, ele vai ganhar um presente. Daí você pensa no presente. E daí você roda toda semana, uma pessoa só fica corrigindo o bug e você faz um leaderboard de quem é o maior bug hunter da empresa. Olha que top. Saca? Tem várias formas de você mudar a dinâmica. Por exemplo, bug hunter significa você vai alocar um recurso somente para catar bug, para diminuir o risco do projeto ao longo do tempo. Mas você não precisa falar dessa forma. Só de você fazer isso você tá implementando. Quando você vai ver, já vai tá tendo sprints, já vai tá tendo dailies, já vai ter pessoas específicas pra trabalhar com resoluções de bugs, já vai tá a pessoa vai entrando nessa cultura, vai entrando nesse flow, entendeu? É fácil, não é, tem gente que gosta, tem gente que não gosta você vai ter que sentir, mas o fato é nunca chegue é assim, as coisas tem que acontecer e você tem que sentir cada pessoa da equipe cada pessoa tem um ritmo meio que diferente, inclusive, entendeu? Entendido Entendido, beleza Fez sentido? Você viu isso pra alguém também, galera, que eu falei? Fez sentido? Faz sentido Você viu isso pra alguém também, galera? Que eu falei, fez sentido? Não sei se alguém já passou por isso Mas... É isso Inclusive eu implementei Scrum assim na empresa Pouco a pouco Show, show de bola, cara Eu acho que vale a pena Seja sempre gradual E sempre chegue desarmado, galera Chega armado, a única coisa que você vai fazer é tomar porrada à toa e na real, cara, você não é foda mesmo, entendeu? você tá numa sala cheia de gente boa você é líder por algum outro motivo além de ser um bom programador, provavelmente ninguém faz sozinho e aí as pessoas têm que entender essa habilidade sua, sua habilidade não é ser melhor que ele, essa habilidade sua. Sua habilidade não é ser melhor que ele. Sua habilidade é conseguir juntar as habilidades dele pra vocês entregarem o melhor. Sua responsabilidade é entregar. E é precisar deles. Você é o que mais precisa de ajuda deles. Perfeito. Obrigado pela... Nosso amigo Henrique Brits e depois a gente vai pro Rafael, tá? E daí a gente encerra. Caras, Marcelo, Rafael, Gabriel, Alisson, Antony e coisas, a gente vai ficar pra próxima, tá bom? Pra gente não ficar. Mas, o Leonan está anotando nesse momento, tá, Leonan? Por favor. Anotados. Caras, na próxima a gente começa com vocês, tá bom? Fala, meu amigo Henrique Brits. Você parece um cara que eu conheço. Tô sempre aqui. Eu sou programador senior, atuo no mercado desde 2018. Estou atualmente como senior, vai fazer um ano. Atuo numa startup, um gate de pagamento. Nós começamos como um gate e estamos tentando se posicionar como uma ente técnica, focando no nível da educação, fornecendo área de membros e pagamentos. A questão que eu tenho hoje é a seguinte, hoje eu tenho um sistema interno que eu desenvolvi para a empresa, feito em Laravel, com PHP. A minha maior base de conhecimento e skill é PHP, então trabalhei em uma outra empresa de pagamento, levantei o sistema do zero com PHP, integrações, até eu sair e vir para a nova empresa. Esse novo projeto a gente começou faz dois anos com Node, sinto que hoje eu não tenho conhecimento suficiente com Node para desenvolver, falta ainda bastante coisa, bastante requisitos da tecnologia, né? E eu olho para o futuro da minha carreira, né? E compensa ficar trocando de linguagem e seguindo o hype para seguir o mercado ou focar numa linguagem que eu sei que vai ter menos mercado, né, como PHP ou trocar de tecnologia, uma tecnologia que vai ter mercado, né que você especializa numa tecnologia ou ser generalista em várias, né cara assim eu sou super adepto que você tem que aprender novas tecnologias todo tempo e se você só tá no PHP é um problema digo, um problema no aspecto de quanto mais especialista que você fica em alguma coisa daqui pra frente isso não vai te ajudar tão mais tipo assim você dominar todos os detalhes do Laravel não vai ser algo um diferencial tão grande daqui pra frente por conta da IA a IA ela vai saber a documentação do Laravel de ponta cabeça e ela vai conseguir fazer muita coisa ali que o detalhe do detalhe ela já vai conseguir resolver entendeu? e acreditem galera, quem não tá botando o ferro no que eu tô falando, confia E o detalhe do detalhe, ela já vai conseguir resolver. Entendeu? E acreditem, galera. Quem não está botando fé no que eu estou falando, confia. Confia que já está acontecendo e só vai melhorar. Então, eu acho que quanto... Não estou dizendo que você não tem que ser especialista numa linguagem. Mas pelo que eu sinto, você já manja bem de PHP. Então, eu não ficaria, obviamente, apenas em PHP, tá? Isso aí é o fato número um. Fato número dois em relação a Node, tá? Eu também não vejo Node como uma tecnologia de hype ou uma tecnologia também que pode mudar o jogo da sua carreira, tá? Eu acho que se você entende de Node, já tem os conhecimentos básicos, consegue trabalhar com TypeScript e tudo mais, novamente, cara, você pode, sei lá, aprender alguns frameworks novos, sei lá, o Nest de IaaS da vida, aprender a mexer com algumas coisas e etc. Mas também não é aquela coisa que vai também falar, meu Deus virei Node e a minha carreira foi transformada porque assim galera tem uma parada que a gente chama de guerra de faca o que que é guerra de faca? linguagem muito popular todo mundo sabe, a concorrência é maior e obviamente ela é mais adepta no mercado. Ou seja, imagina quantas vagas, quanta gente que manja de Node nesse mundo, entendeu? E um monte de empresa que trabalha com Node nesse mundo também. Então, isso aí é um fato. Então, o que acontece é o seguinte. Eu, Wesley, pessoalmente, e aí é opinião minha, ninguém é obrigado a concordar comigo. Eu sou sempre o cara que eu tento ir um pouquinho mais, um pouquinho mais, um pouquinho mais na contramão do mercado em alguns aspectos, tá? Então, eu vou dar um exemplo pra vocês. Eu não vou dizer que eu aposto em Gol, tá? Eu apostei em Gol em 2015, tá? Mas, por exemplo, Go é uma linguagem que ela tem crescido pra caramba e cada hora tá crescendo mais, tá crescendo mais, tá crescendo mais e etc. É uma linguagem super ok pra você aprender, entendeu? E que empresa grande tá utilizando. Agora, existem duas linguagens, cara, que na minha opinião você, uma delas você tem que saber. Assim, é muito, eu acho muito difícil você escapar dessas duas linguagens, que é ou Java ou é .NET. Eu não estou aqui dizendo para você aprender Java ou aprender .NET, mas o fato é que a esmagadora maioria das empresas, principalmente empresas grandes, você vai encontrar Java ou .NET. Então, se em algum momento você quiser aplicar para vagas de grandes empresas, essas duas tecnologias provavelmente sempre vão instalar de uma forma ou de outra, tá? E tem as tecnologias como o Go, que são tecnologias emergentes, que estão pagando muito bem e que cada dia está surgindo mais vaga. Entendeu? Então, no seu caso, cara, independente do seu trabalho, eu aprenderia alguma dessas linguagens. Sozinho, fazendo o seu projeto, a sua startup, os seus testes, as suas brincadeiras aí. Eu não ficaria apenas em PHP e eu também não ficaria apenas em Node. Eu acho que PHP e Node, para mim, eles estão exatamente na mesma margem. Tipo assim, é algo popular, todo mundo sabe, é fácil de aprender, todo mundo se vira. Não estou dizendo que qualquer um aprende Node em três dias e está desenvolvendo super projetos complexos. Não estou querendo falar isso. E muito menos desvalorizar profissionais que trabalham com Node.js e coisas desse, com TypeScript, porque dá para fazer coisas extremamente complexas e aplicações extremamente fortes, robustas, usando essas tecnologias, entendeu? Mas o fato é, se você estiver falando em mercado corporativo, tem coisas que são muito claras. Java e C Sharp, tá? E, em paralelo, Go. São três coisas que eu não vejo onde, já ABC Sharp não tem onde errar, Gol é uma aposta que já está sendo ganha na minha opinião, que vale a pena trabalhar tá, se eu fosse apostar em tecnologias hoje, eu apostaria nessas três linguagens aí porque no fundo no fundo, no fundo, eu acho que todo mundo procura trabalhar em empresa grande que normalmente paga mais, que você pega uns desafios mais loucos e normalmente a chance dessas empresas trabalhando com essas tecnologias é grande, tá? Então, Java e .NET nunca é um caminho errado, tá? Go é um caminho promissor, a quantidade de vagas é menor, mas é a linguagem atualmente que mais paga. E normalmente são linguagens que... E é uma linguagem muito fácil de aprender. É mais fácil aprender Go do que aprender .NET, do que aprender Java. Tenho certeza disso. Aí depende muito de você, cara. Eu não sei se eu te confundi mais do que eu te ajudei pra falar a verdade. Que você tava falando do Node e eu acabei jogando o Node do lado. Entendeu? Não, é assim, me ajudou bastante. Node do lado, entendeu? Não, é assim, me ajudou bastante, né? Eu tenho esse mesmo pensamento na empresa, né? Eu trabalho com Node hoje, porque é a tecnologia da empresa e paga as contas, né? Só que eu não vejo um mercado promissor pro futuro, né? Cara, é um mercado promissor, é um mercado futuro, porque é usado pra caramba. Saca? Que nem aquela parada da galera falar que PHP vai morrer. Cara, eu trabalho com PHP desde a versão 3 do PHP. O PHP não tinha orientação a objetos. Eu conheci o Rasmus Lordoff, que é o cara que criou. Eu tive com ele várias vezes, pra você ter uma ideia. Eu conheci o PHP 4, o PHP 5. Eu fui centro autorizado de treinamento da Zend Technologies, que era a empresa que mantinha o PHP, hoje em dia não é mais e tudo mais, eu vi o PHP nascer e todo mundo fala que morreu e tá aí, entendeu? O Node é a mesma coisa, essas tecnologias vão ficar pra sempre, entendeu? O ponto é o tipo de empresa que você quer e é mais difícil você achar empresas grandes que trabalham com PHP do que empresas grandes que vão usar Java e .NET é play safe, entendeu? Java e .NET é tipo assim, qualquer uma das opções que você escolher, você não está escolhendo mal você está super tranquilo é um investimento bem é tipo investir no tesouro direto, tesouro selic, entendeu? está seguindo ali o nível conservador e não tem muito onde errar. O Gol é um pouquinho mais arrojado, mas, cara, vale a pena porque é fácil de aprender e é rápido de aprender. Então, eu tentaria ir um pouquinho para esses lados. Eu já trabalhei com o Gol. Tínhamos um projeto aqui na empresa onde eu usava o pra day trade, né? Então eu trabalhei nesse projeto com Go, então tenho conhecimento ali, consegui trazer algumas coisas. A questão é focar na linguagem ou focar em arquitetura, né? Pro futuro. Se especializa na linguagem ou se generaliza na linguagem ou se generalista na linguagem e conhecer padrões? Cara, então, tem que tomar muito cuidado com essa história de especialista ou generalista, tá? Toda vez que eu penso em aprender uma linguagem, eu penso quais são dois layers que eu consigo descer dessa linguagem? Vamos pensar simples no Go. Cara, ok, você aprendeu Go, sabe fazer um API lá com Go, você consegue fazer um servidor, você consegue, sei lá, desenvolver algumas coisas ali com Go. Perfeito, beleza. Agora vamos imaginar que você precisa trabalhar com Go com memória intensiva. Show de bola. Você consegue fazer benchmarks de memória? Você consegue entender como é que o garbage collector funciona? você sabe como que é o componente do Go que trabalha com o gerenciamento de memórias do Go? você sabe como é que o Go trabalha com o scheduler dele pra ele conseguir trabalhar com as Go rotinas? entendeu? você consegue fazer o benchmark das suas Go rotinas? você consegue, por exemplo, tratar race conditions e conseguir fazer essas verificações? Você consegue entender como é que o run time do gol, na parte de memória, como é que ele organiza as arenas? Saca o que eu estou dizendo? Eu não digo que saber isso, você tem que ser um super especialista. Mas, por exemplo, se você for programar em Go, qualquer coisa que seja além de uma API e que você precisa realmente executar a computação e coisas desse tipo, você precisa saber disso, sacou? E aí que é a pegada. Então, eu sempre recomendo quando você aprende uma linguagem tente entender um pouquinho mais um, dois layers abaixo da linguagem por exemplo, olha, estou tendo problema de memória, essa minha aplicação está com a memória muito grande lá no Go, espera um pouquinho deixa eu ver como é que está o garbage collector aí você bota um tracing nele lá daí você fala, olha, ele está fazendo tantas paradas nessas taradas ele está desalocando esse coisa, opa, será que eu consigo trabalhar com algum pool de memória aqui para eu conseguir evitar essas alocações saca? esse tipo de coisa diferencia um desenvolvedor do outro, por quê? porque ele tem fundamentos, se você pensar bem é coisa básica como que funciona a memória como que funciona a thread como que funciona a reflection como é que funciona a memória, como que funciona a thread, como que funciona a reflection, como é que funciona a rede, como é que... Se vocês pensarem bem, galera, é computação básica, que em tese todo programador deveria saber como é que funciona a memória, como é que funciona a ponteira, como é que funciona a race condition, como é que funciona a concorrência. Então tudo isso aí é coisa básica e que eu não digo que você tem que ser o super especialista, mas em tese eu acho que todo mundo deveria saber tudo isso de todas as linguagens. Então, se você programa em Java, como é que funciona a JVM? Como é que funciona a tunar JVM? Como é que funciona o garbage collector de toda essa parada? Entendeu? Porque se você não entende, você vai ficar numa superficialidade muito grande que o seu programa vai resolver crude, da mesma forma que o programa em Java vai resolver crude, que o mesmo problema em Kotlin vai resolver crude, que o mesmo programa em PHP vai resolver crude. Um vai ser um pouquinho mais rápido que o outro, mas no final do dia estão todos fazendo a mesma coisa com nenhum diferencial. Então, o ponto é como que você consegue entender uma linguagem, ver qual que é o principal diferencial dela, mergulhar nesse diferencial e pra fazer algo que realmente vale a pena. Entendeu? E naturalmente, você, obviamente, tem que aprender de arquitetura. Nunca... Como é que... Nunca antes, como nos dias de hoje, vai ser necessário você entender mais de arquitetura por conta da inteligência artificial. Porque muitos dos algoritmos, muitas das coisas muito fodas, daqui a um tempo a inteligência artificial vai fazer melhor que a gente. E nós vamos ter que ser ótimos arquitetos pra conseguir fazer ela fazer as coisas da melhor forma possível. Então, sim, estude muito arquitetura, mas sim, estude outras linguagens de programação. Não fique só no PHP, não fique só no Node. Eu fiquei 15 anos no PHP e me arrependi. Me arrependi de não ter começado a aprender muitas outras linguagens em paralelo eu tive uma quedinha no momento que eu trabalhei bastante com C++ e depois uma outra quedinha que eu trabalhei com C Sharp também mas eu passei grande parte da minha carreira com PHP, eu me arrependi, não por conta do PHP, mas a oportunidade que eu tinha de ter aprendido outras linguagens naquele momento, tá? não quero que aconteça com você amém outras linguagens naquele momento. Não quero que aconteça com você. Amém. Bom, não sei como que eu te ajudei, eu não sei o que você está pensando agora. Mas acho que dá para você refletir um pouco aí, ver o que é a sua melhor decisão. Mas lembre-se, cara, minha opinião, tá? Se você fala, dane-se Wesley, eu quero ser o cara do Node daqui para frente. Estou super feliz com isso e vou desejar sempre o melhor pra você, cara. Obrigado. Não era sobre o Node, né? Era mais sobre tecnologia. Tecnologia, é. Entendeu? Deu pra... Deu pra ajudar? Deu pra ajudar. Então tá bom. Então valeu, cara. E aí vamos falar com o último cara de hoje, o Rafael Maia. Fala aí, doutor Rafael. Sou o Rafael, trabalho como desenvolvedor em uma empresa de tecnologia voltada para a saúde. Atualmente eu estou como desenvolvedor sênior. E nos bastidores foi passado, meu coordenador me passou, Rafael, nós precisamos de um tech lead, você tem um perfil para lidar com as pessoas, você entende do negócio, você entende da empresa. Então eu queria te colocar nessa posição. E assim, referente a Full Cycle, eu já venho namorando a Full Cycle já há um tempo e tal. E eu estava muito voltado para comprar o curso de o Full Cycle 4.0, na época acho que era 3, alguma coisa assim, quando estava vendo. Aí, devido a essa notícia, eu falei, putz, eu já estava... Tech Lead. Inclinado para comprar alguma coisa em janeiro, né? Eu até conversei no ano passado com o pessoal aí. Eu falei, cara, em janeiro eu vou. Então, aí veio essa notícia, putz, cara, não vai ser do curso vai ser a parte da equilíbrio porque eu preciso amadurecer nessa parte, até porque assim, na empresa que eu tô ela tá crescendo, já é uma grande empresa, mas na parte interna ela tá crescendo ainda, né então, quando eu entrei na empresa eu tinha acabado de sair do FTP pro Git, então pra você ter uma ideia como que tava quando eu entrei na empresa, em 2020, eu, putz, cara, vou trabalhar nessa empresa aqui e tal, eu já conhecia, e eu me deparei com um ASP clássico, não é .NET, não é... ASP3. Já trabalhei bastante com esse cara. Aí eu peguei, poxa, eu tava evoluindo, assim, tecnicamente, e eu caí no ASP, e ele falou, pô, Rafael, ele entende de ASP, eu falei, entendo. Me jogaram lá, eu fiquei quase dois anos lá, e eu fui emburrecendo, tecnicamente. Mas, enfim, com essa oportunidade, assim, eu sinto que eu preciso melhorar, assim, já me livrei do ASP lá na empresa, eu trabalho com outras tecnologias, empresa, eu trabalho com outras tecnologias, ou Node, então com PHP. Essa parte tecnológica eu vou assumir. É a parte de demandas internas, então tem um admin, onde eu preciso preparar painel interno para o financeiro, para o pessoal de vendas e tal. Então é essa parte que eu vou assumir. E só estou esperando só liberar os dois desenvolvedores, que vão trabalhar em conjunto. A minha dúvida é, eu quero levar para o pessoal, que é muito chato você ficar trabalhando uma coisa muito ultrapassada, enfim, tem aquela tarefinha, você vai pegar e vai fazer. Eu consigo fazer com que a... Eu consigo entregar as demandas mais rápido e sobrar um tempo. E eu quero tentar fazer isso com a equipe que vai trabalhar comigo e colocar, poxa, vamos focar aqui e tentar entregar isso aqui rapidinho e para a gente tentar pegar 20% do nosso dia da semana e trabalhar com algum projeto de automação utilizando IA para que a gente possa se atualizar. Então, por exemplo, existe uma situação onde a gente precisa elevar o nosso NPS. Vamos construir aqui uma API, vamos construir aqui uma aplicação onde é feita a leitura, melhor, a parte de tickets, de tickets que são abertos lá no Flash. Criar aqui uma aplicação onde eu vou fazer a leitura de um determinado ticket, foi aberto, e eu vou jogar para a inteligência artificial fazer a leitura. Poxa, o cliente está estressado, o atendente teve capacidade técnica, ele foi cordial, ele atendeu no tempo hábil. Eu fiz uma POC, um projetinho pequenininho usando o N8N, fiz em menos de uma hora. E funciona. Eu só coloco o número do ticket, ele pega, ele processa ali e entrega. E eu quero motivar a equipe a fazer isso também. E a gente ir trocando experiência, depois levar para o pessoal, poxa gente, olha só, nós conseguimos com isso aqui, não é para apresentar para a empresa como uma solução definitiva, mas compartilhar com o time num momento que a gente tem uma vez por mês, pegar e colocar, poxa, nós entregamos isso aqui, mas também fizemos isso aqui, olha que interessante isso aqui, e motivar o restante do time a utilizar a parte de inteligência artificial. Isso eu queria levar, não sei se isso pode ser prejudicial ou não. Cara, a única coisa que eu estou tentando entender de você é, com as demandas que você tem, você consegue ter uma sobra ainda de 20% de tempo? É, eu coloquei um... Porque eu quero essa fórmula pra mim, entendeu? Mas você consegue realmente entregar suas tarefas e sobrar 20% do tempo da sua equipe? Sim, os 20% foi só um número que eu coloquei, mas sim, eu sempre consigo uma sobra, eu consigo fazer as entregas, e sempre na semana eu consigo ter uma sobra de um tempo. E eu quero tentar trazer isso para a empresa, para o time que vai trabalhar comigo, gente, nós conseguimos fazer isso daqui. Então vamos fazer isso, e uma vez na semana, tem que ser de uma hora, duas horas, nós conseguimos um tempo para a gente produzir algo novo, utilizando inteligência artificial. Porque assim, me dá agonia quando eu vejo o pessoal nem o Copilot sabia que existia, não utilizava, não utiliza como ferramenta, não sabe escrever um prompt. Entendeu? Vai falar, poxa, tem o GROC. GROC, o que é isso? Não é só o GPT que existe? Entendeu? É mais isso, para poder motivar a equipe a pesquisar coisas novas. Cara, o lance vai ser o seguinte, sabe o que você vai fazer? Você vai fazer o seguinte, sabe o que você vai fazer? você vai fazer o seguinte você vai falar com a sua área de produto e vai ver quais são outras dores que eles têm e você anota essas dores e vê o que vocês poderiam fazer que vocês poderiam usar IA e que iria ajudar a vida deles, você não promete nada mas você vê e mostra pra galera de produto e mostra que essa parada é experimental e tudo mais, e vê se eles gostaram. Você vai mostrar no N8N, vai funcionar, e daí você fala, ok, vocês gostaram, funcionou a solução, então a gente vai trazer isso como um projeto na empresa e a gente não vai usar o N8N. Porque vocês não vão querer pagar o N8N, a parada não aguenta escala, se aguentar a escala você tem que pagar uma fortuna, dá para vocês fazerem internamente usando as linguagens de programação. Isso é um ponto. O outro ponto, cara, é que você tem que dar treinamentos de A pra essa galera. Entendeu? Pra eles começarem a entender. Melhor forma que eu dou pra você é fazer eles contratarem um full cycle. Brincadeira. Mas você precisa trazer essa parada na cultura da empresa Cara, entendeu? Mostrar, utilizar Entendeu? Eu fiz a propaganda da FullSize A gente dá até um feedback Tem um arquiteto lá Ele falou, pô cara Eu já tive vontade de comprar, mas não sei se funciona Eu vi algumas pessoas falando mal As pessoas falando bem, eu falei, cara Pelo que eu vi, é a pessoa que fala demais. Mas, assim, eu vou fazer o curso após lá. Dentro de um, dois meses, eu vou te dar um feedback. Até agora, eu tô gostando. Tá legal e tal. O meu coordenador também falou, pô, cara, depois você me dá o feedback pra saber. Então, eu acredito que eu consigo puxar umas duas, três pessoas no curso. Deu de bola, cara. Se for da mesma empresa, a gente consegue negociar, tá bom? Só pra vocês saberem, todo mundo, tá, pessoal? Vocês trabalhem querendo a gente trazer, aproveitar o momento do Jabá, vocês trabalhem e se vocês estão fazendo um curso hoje com a gente e quiser fazer algum outro em paralelo, a gente consegue desconto pra quem já é aluno. A gente não dá desconto de fora, mas quem é aluno a gente consegue aplicar descontos e coisas desse tipo. Aí vocês entram em contato com a nossa galera aí e a gente bate um papo, tá? A gente sempre tenta valorizar quem está do lado de dentro para ter alguma condição especial. Fechou? Agora, o Rafael, cara, eu acho que muito a isso seu, cara, é abordagem de cultura. Então, se você acha que inteligência artificial é algo que você tem que investir com a galera, senta pra galera mostra as possibilidades, mostra o que tá acontecendo, mostra o N8n pra prototipar é muito bom, eu uso o N8n pra caramba quando eu preciso fazer alguns testes funciona bem pra caramba, e depois disso eu transformo o que eu fiz no N8n em código, entendeu? mas eu acho que é uma boa abordagem e eu acho que sempre esses exemplos que você mostrar, cara mostra com um exemplo real mesmo. Pegou essa dor do helpdesk lá, trouxe e bota para funcionar. Mostra para a galera, curtiu? Vamos transformar num produto oficial aqui, entendeu? Mas eu acho, cara, que você tem que ser muito mais um evangelizador aí na empresa. Um cara que consegue ter uma visão um pouco mais de fora, porque aparentemente o pessoal da empresa não tem um nível de maturidade técnica ou um nível mais atualizado. Eu não gosto de falar que alguém não tem maturidade técnica, porque às vezes a pessoa trabalhou 30 anos numa tecnologia, domina um domínio do caramba em um determinado segmento, e a única coisa que ele não está atualizado é com a tecnologia X ou Y que ele aprende. Entendeu? Então, às vezes é só alinhar essas paradas e a pessoa deslancha em relação a isso, tá? Então, eu acho que pode ser uma boa aí você fazer alguma coisa desse tipo. Só uma última dúvida, assim, saindo da parte de inteligência artificial, é... assim, uma coisa que eu enxergo, mas realmente tem que colocar em prática para ver se dá certo, eu vejo, pelo menos na parte da empresa, eu vejo, perde-se muito tempo, o usador perde muito tempo no Gira. Eu fiz um, eu trabalhei num projeto e eu documentei aquele projeto 100% usando o project lá do GitHub. Eu peguei do Jira, coloquei lá no GitHub e trabalhei ali dentro. Eu acho que se o desenvolvedor não precisasse entrar no Jira pra ver os cards ficarem 100% no GitHub e façam a integração GitHub e Jira, eu acho que seria mais produtivo, porque aí eu perderia menos tempo. Mas eu não sei se... Cara, velho, meu, honestamente, você tem um time de quantas pessoas? Então, no meu time vão ficar só eu e mais dois. É pouca gente. Cara, velho, é uma norma da empresa usar Jira? É, é porque são 30 desenvolvedores só aqui no Brasil então tem que ficar tudo lá passa por produto, então tem que ser o gira cara, velho acho que desde que você mantenha o gira atualizado seguindo o mesmo conforme, mas vocês trabalharem, vamos dizer, off gira mas os dados sendo atualizados no Jira e não quebrar nenhum processo na empresa, eu acho que o que funciona melhor pra vocês você deveria usar. Não sei se você tá quebrando alguma regra da empresa, entendeu? Não, eu faria a integração. Tem integração, entendeu? Se você acha mais produtivo isso e seu time acha, cara, talvez valha a pena dar um toque pra alguém, não sei como é que funciona aí dentro, entendeu? Talvez valha dar um tempo. O Gira é uma baita ferramenta, mas dependendo de como é usada, é complicada pra caramba. É, era pra ser simples, mas complicaram demais, é muita coisa pra preencher, é muita informação e, enfim, é... Cara é muita coisa pra preencher, é muita informação e enfim, é cara assim, eu acho que tudo pra facilitar e se você acha que isso é um gargalo que atrapalha a sua equipe cara, vai de GitHub e integra e primeiramente obviamente, pede permissão e mostra claramente que não vai afetar em nada no workflow da empresa como em você, mas vocês como time conseguem ser mais produtivos dessa forma, mas que o Gira vai continuar sendo atualizado normalmente. Eu acho que não vai ter problema. Beleza, acho que é só isso mesmo. Então espero que vocês tenham curtido, galera. Ainda estamos no início da semana, então tenha uma semana abençoada, uma noite maravilhosa, que vocês sonhem com os anjinhos e que amanhã todo mundo comece com super gás para conseguir fazer bem o que vocês sabem fazer. Amém? Amém, ó. Beleza? Então, vamos que vamos aí, galera. Tudo de bom para vocês e até o nosso próximo bate-papo. Boa noite aí para vocês. Valeu. Tchau, galera.