Próxima ordenação que nós faremos, lembrando que é importante deixar aquelas outras guardadas, tá? É em relação a aprender uma nova habilidade. E você pode escolher qual, tá? Eu vou usar o exemplo aqui de aprender um novo idioma. Então, aprender um novo idioma, aprender o inglês, caso você ainda não saiba desenvolver o inglês. desenvolver o inglês, aprender o espanhol, aprender um idioma como italiano, aprender o hebraico, aprender qualquer outro idioma. Então, você pode se utilizar de algum desses exemplos ou escolher alguma outra habilidade, aprender um instrumento, aprender uma técnica específica. Uma pessoa que não sabe programar, aprender programação, ou a pessoa que é programadora, aprender a construir interfaces, tá? Escolha uma habilidade, pode escolher mais se você quiser também, e construa ordenações. O que te motiva? Vou dar o meu exemplo aqui, então, para ficar ainda mais claro. aqui então, pra ficar ainda mais claro. Aos 12 anos eu comecei a estudar hebraico, de maneira completamente, soa aleatória, né? Mas eu fui exposta a uma música, eu gostei da música, a música era em hebraico, a pessoa que me apresentou também não sabia o idioma, e eu me senti tão motivada, mas tão motivada a aprender a cantar aquela música no hebraico, que isso me levou a, depois de aprender a simplesmente repetir aqueles sons, eu fiquei então, eu até uso a palavra encafifada, minha avó usava muito essa palavra encafifada, eu fiquei tão mexida com aquilo que eu falei, e se eu aprendesse esse idioma? Eu tinha 12 anos, eu falei, nossa, e se eu aprendesse esse idioma? Eu tinha 12 anos, eu falei, nossa, e se eu aprendesse esse idioma? Ele é tão diferente, é um outro alfabeto, né? Você escreve da direita pra esquerda, ele é tão diferente. Então, e se eu aprendesse esse idioma? E olha que interessante, naquele momento, a principal motivação que eu tinha não era status, porque aprender hebraico naquele momento não ia fazer as pessoas me admirarem mais, naquele momento não. Até porque as pessoas, quando eu falava, depois que eu comecei a estudar hebraico, quando eu falava pras pessoas que eu estudava hebraico, muitas pessoas falavam assim, que nada a ver, né? Enfim, então, isso definitivamente não era uma motivação. E se eu colocar aqui outros motivadores, né? Interessante você passar por cada um deles, tá? Então, eu tô falando do meu caso de ter começado a estudar hebraico, né? O que me levou... Qual a minha principal motivação pra estudar um idioma, pra usar do meu tempo? Por quê? Porque se a gente demanda tempo pra alguma coisa, existe algum motivo. E se a gente quer persistir naquilo, então a gente precisa ter clareza do motivo que está nos fazendo persistir. Então, eu estudei hebraico desde os meus 12 anos, depois voltei a fazer aula quando eu já estava no Unicamp, fiz parte da minha grade. Mas existia alguma motivação. E no meu caso, entre todas essas 10 opções, esses 10 motivadores, pra mim, no meu caso, a principal motivação era a curiosidade. Eu queria investigar e ver algo que era completamente diferente da língua portuguesa, parecia ser algo muito difícil, parecia ser algo de outro mundo, eu não conhecia ninguém que sabia aquele idioma, mas pra mim, a curiosidade, a minha motivação que me fez estudar, que me fazia ficar horas e buscar pessoas que pudessem me ajudar, e comprar material, investir naquilo, sendo que eu nem fazia ideia de, nossa, onde que eu vou utilizar isso, com quem que eu vou conversar, né? Então, tudo bem, eu tô trazendo aqui exemplos um pouco talvez escrachados, um pouco até que soam talvez exagerados, né? Mas é para você conseguir entender que todas as nossas decisões, elas têm motivadores por trás, tá? Todas as nossas decisões. Existem motivadores ordenados. Existe um mais importante, existe um secundário, um terciário e assim por diante, tá? Então, nesse caso, para mim, a curiosidade foi algo extremamente importante. Eu me senti desafiada, eu achava até que eu não tinha capacidade para aquilo, mas eu não estava nem aí. Eu só queria realmente ir cada vez mais fundo e aprender algo que estava fora do meu escopo de conhecimento, não era algo que eu já tinha algum conhecimento e eu queria aprofundar, era algo que eu simplesmente acreditava que, assim, não sei se vai dar certo, mas eu quero tentar e conforme eu estudava, mais eu queria estudar, quanto mais eu aprendi uma palavra ou outra, mais eu queria aprender, E tem pessoas que vão estudar um determinado idioma, por exemplo, mas elas realmente têm que se utilizar muito da disciplina. Pura e simplesmente porque elas não têm brilho nos olhos para aquilo. Elas não se sentem empolgadas, animadas e energizadas com aquilo. Então, nós entendermos esses motivadores é extremamente importante até para nós nos motivarmos, para nós criarmos mecanismos que nos auxiliem a voltar a ter energia e disposição para fazer algo que a gente acredita que é importante, mas que talvez não seja uma motivação interna, né? Não seja algo que nos realiza, que nos motiva, né? então, às vezes a gente vai estar sobre um determinado contexto que é obrigatório fazer alguma coisa mas que a gente não consegue talvez de primeira encontrar uma motivação que traga brilho pros nossos olhos, mas a gente pode ser intencional então, e entendendo que existem muitos fatores motivadores a gente pode então criar mecanismos e começar a mudar a nossa mentalidade pra que a gente possa, então, se disciplinar e ter força e impulso pra atingir os nossos objetivos. Tudo bem? Então, essa é a nossa atual ordenação e na próxima aula a gente vai conversar um pouquinho sobre as ordenações que a gente já fez até aqui. Até mais!