Então beleza, coloquei o documento em si, a gente já está com o documento pronto, mas onde? E a gente sabe que é sempre bom ter boas ferramentas em mão, então eu separei aqui uma coisinha que é legal, que é mostrar para vocês um pouco das ferramentas. Como eu disse, vai muito da minha experiência, tem outras ferramentas que a gente pode fazer isso, mas aí cada uma tem o seu contexto e eu quero trazer o porquê. Uma delas é o Confluence, que é uma web corporativa. Eu não vou ler todo esse texto para fazer a propaganda do Confluence, não estou aqui para fazer a propaganda, mas é só que o mais legal do Confluence é que você consegue fazer documentos, ele oferece integração com outras ferramentas, tipo Gira e coisas do tipo. E, que oferece integração com outras ferramentas, tipo Jira e coisas do tipo. E para mim o que é mais legal, e é uma coisa que eu vi sendo implementada, é que você consegue, normalmente essas documentações, elas atingem um público técnico ou não técnico, e a organização da informação, e aí entra um conceito de biblioteconomia, de como você estrutura sua informação, ele permite que você crie, por exemplo, estruturas em árvore para poder colocar os seus end docs. E aí uma coisa bem legal que eu posso compartilhar é o conflito indexado. Aquelas tags que eu citei lá no começo, você consegue fazer a busca por elas agora. E uma outra coisa, ele é bem colaborativo, as pessoas podem comentar. Ele faz um histórico de revisões, o que é importante, mas é sempre um histórico, toda vez que eu mudar, ele vai ter lá esse histórico de revisões. E não só isso, ele tem esse histórico de revisões. Você consegue criar, ele tem como linkar documentos. E você consegue fazer repositório central, por exemplo, o repositório central da organização, fazer os design docs, as páginas específicas. Imagina que o seu time tem a sua página específica ali, está ali separado os seus documentos, mas aí você pode dar um include nesses documentos lá no repositório central e aí com isso qualquer novo documento que for criado no seu já é colocado nesse repositório central. Eu acho isso fantástico. Isso realmente foi uma implementação que eu vi e eu achei isso muito bom. Se quiser um dia depois conversar, se alguém achou legal ter uma empresa, se quiser conversar sobre como fazer isso, eu posso conversar e mostrar um pouco como que isso é feito. A outra coisa é o Google Docs, às vezes a empresa já tem. Eu coloquei ele aqui mais no sentido confluência, antes que eu mais utilize. O Google Docs é mais por conta, se a empresa já tem, por que não? Às vezes um drive compartilhado da empresa inteira, onde colocam todos os design docs lá dentro. É mais no sentido, se a empresa já tem, por que não? Aí tem o site, para quem quiser ver. E por fim, o GitHub. E aí você deve se tornar um GitHub. Na real, eu coloquei aqui só como um representante de uma ferramenta de controle de versão. Então você pode ir de GitHub, Bitbucket ou Bitlab, porque você pode sim ter os seus documentos muito próximos ao código, e não é problema. O problema disso é só quando você tem o seu público que não é desenvolvedor, pessoas desenvolvedoras. E aí essa ferramenta funciona tão boa, e até por isso eu não recomendo utilizá-la. Eu prefiro Confluence porque aí você tem acesso de pessoas, recomendo utilizá-lo. Eu prefiro Confluence porque aí você tem acesso de pessoas, take holders ou outras pessoas interessadas. Eu vi aí no chat, eu não ia ler a pergunta, mas esse eu acabei vendo, sobre o Notion. O Notion também é uma ferramenta bem útil que pode ser utilizada. Ela tem o seu custo para uma empresa também implementar, principalmente quando a gente está falando de organização e etc. Eu não sei a questão de preço público e etc. Mas também pode ser útil. Eu não coloquei ela aqui porque, como eu falei, eu escolhi representantes, mas eu colocaria ela também. Eu acho uma ferramenta legal. Eu já usei muito o PlaintoML para fazer aqueles diagramas. Eu acho que ele é um diagrama textual, permite você fazer revisões, ele desenha os diagramas automaticamente a partir de texto, você define o modelo, e tem como você fazer diagramas de sequência, caso de uso, C4, entre outros. Hoje em dia eu tenho parado de usar ele porque para o modelo C4 especificamente eu estou preferindo o Structurizer, que é o que está aí também, que ele é baseado em diagrama como código. Tem apresentações minhas sobre o C4 e sobre essas ferramentas, se vocês procurarem um pouco aí. Tem até no YouTube mesmo. Aqui não vai dar tempo de eu mostrar elas, mas a ideia é que você, com um único modelo, você gere vários diagramas. Então, por isso que hoje eu tenho usado mais o Structure ID. No lugar de o Plain to ML. E por fim, a Web Sequence. Vocês viram que eu usei no meu slide para mostrar um caso de uso, uma sequência, um fluxo ali. Eu também gosto bastante. Tem o link para todos eles aqui. E aí, vamos falar sobre o ciclo de vida. E aí eu até respondo. Lá atrás E aí vamos falar sobre o ciclo de vida. E aí eu até respondo, eu lá atrás eu respondi, e aí agora eu volto, que é a questão da documentação viva. Esse é um termo para a gente falar que documentação, ela está sempre viva. Eu tenho que revisitar, toda alteração que eu faço no meu sistema, eu tenho que revisitar a minha documentação. E aí como funciona a questão do design box? Eu primeiro, eu vouir o documento sozinho ou com os coautores. Em seguida, eu vou compartilhar com quem tem um conhecimento mais amplo sobre o espaço do meu problema. Quando eu digo espaço do problema, é aquele problema que eu quero resolver. E aí pode ser, no caso, meu time. Eu compartilho com meu time, ó, estou resolvendo isso dessa maneira. Olha só, está aqui o meu documento. E aí você também quer certinho formar um ciclo, né? Porque aí você tem o seguinte, isso aqui não significa que ela vai lá na frente e volta, não, tá? Significa que eu tenho um ciclo. Eu compartilho com as pessoas interessadas, primeiro só pessoas que têm mais conhecimento sobre o espaço do problema, e vou receber críticas e sugestões para enriquecer meu documento. Quando ele estiver suficientemente rico, e aí, quando ele vai estar suficientemente rico? Eu decido. Quando eu acho que já está suficientemente rico, o que eu faço? Eu procuro um público mais amplo. E aí pode ser alguma pessoa com maior senualidade. E aqui nesse ponto, não necessariamente tem que seguir assim. Porque, como eu falei, você pode envolver pessoas de segurança, algum arquiteto, alguma pessoa do time de plataforma, infraestrutura, para já viver alguma coisa, ou de outros sistemas que estão impactados. E aí eu começo a ampliar o meu público. Na hora que eu estou suficientemente satisfeita, que estou, como eu falei, colocar isso no repositório central, para a empresa inteira. Está aqui. Esse aqui é o que a gente está fazendo. E deixem aberto quem quiser ver. Está aqui. E sempre pegando críticas e sugestões. Não levem para o lado mau, quando alguém comenta algo. É algo bom, porque aí você enriquece seus documentos. Deixe isso em um ciclo de novo até que esteja suficientemente revisado e aí você pode incluir pessoas chaves que você acha que precisa de uma revisão você pode deixar aberto para um público completo, ou seja, para a empresa inteira mas escolher pessoas que são aquele mínimo de pessoas que você precisa para poder, aquele mínimo de pessoas que você acha que é necessário fazer essa revisão e quando isso estiver concluído e você está suficientemente confiante nessa solução, você começa a implementação. Nossa, mas então isso é um problema, pode demorar a implementação. Então, aí entra o ponto de cultura. Porque normalmente a gente vai começar esse processo lá atrás. Eu não vou esperar para quando estiver quase no prazo para eu começar a escrever meu documento. No momento que começarem o papo de a empresa está com uma iniciativa nova, já escreva um documento se você já tem uma solução para aquilo. Ah, mas eu não tenho nada ainda, eu só sei que, eu acho que a gente pode resolver com essa maneira. Já começa a escrever. Porque aí, quanto mais cedo você já envolve as pessoas e já vai evoluindo esse documento, quando chegar naquele ponto de as pessoas falarem, ah, beleza, vamos conversar então sobre planejamento desse quarter, vamos conversar sobre planejamento desse período aqui e o que a gente vai fazer? A gente já está com o documento já adiantado e a gente só precisa lapidar ele e aí essa sobrecarga que gera, ela já foi feita antes, ela foi absorvida e ela já foi diluída em todo o tempo. E eu falo isso assim, de novo voltando das experiências. Luísa Leves, por exemplo, quando a gente começava a discutir qualquer iniciativa nova lá em dólar. Não era todo mundo, não era adoção, a empresa inteira não fazia assim, isso aí é... Mas enfim, você tem pessoas que... é que nem eu falei, é uma questão de cultura. E se você começa a fazer isso, você vai começar a perceber os ganhos disso, tá