Maravilha. Vamos lá. Tela em branco, conteúdo novo. Na última, no nosso último encontro, se eu posso chamar assim, muita pretensão minha de chamar de aula, pelo amor de Deus. No nosso último encontro, o que a gente falou? A gente parou sobre, cara, o que fazia parte, deixa eu até buscar minhas anotações aqui, falando teorema de CAP, tipo de consulta, recurso utilizado, rede, apetite exaúisco, como que a gente escalava algumas coisas, algumas leis importantes que a gente não pode esquecer no sistema em design. Eu até anotei aqui o mesmo, porque eu achei bem legal o que eu falei. algumas leis importantes que a gente não pode esquecer no system design eu até anotei aqui eu achei bem legal o que eu falei falei sobre as três variáveis que eu até anotei aqui, software, workload ambiente, como que a gente escalava a máxima de que tudo iria falhar então a gente saiu daí até a gente se encontrar cara. Legal, dado tudo isso que a gente falou ali, as limitações, os custos que a gente tem, onde a gente para, tá? Então, no meu raciocínio, a primeira parte que a gente teria que entrar agora seria em padrões, alguns padrões importantes para tratar de System Design. Deixa eu até mudar o zoom aqui, porque eu não enxergo. Então, que padrões que eu consideraria? Quando a gente fala de System Design, sistemas distribuídos, propriamente dito, há um padrão muito básico, que é o padrão de composição. Ainda bem que ele automaticamente surgiu, me deu a sugerir, padrão de composição. Por que o padrão de composição é um padrão importante? Ele é um padrão importante porque ele vai determinar para a gente uma condição onde eu preciso compor um conjunto de recursos específicos para responder uma determinada demanda, uma demanda de serviço, ou como eu vou tratar um serviço esperado dentro do meu software, ou dentro da minha arquitetura. Está fazendo sentido até aí, Wesley? Se quiser participar, se quiser, se tiver vontade. Perfeito. Eu tô deixando você colocar e daí eu pego aqui as notas pra trazer e fazer um Q&A rápido e daí se você quiser a gente vai continuar, tá bom? Maravilha. Então, sinta-se à vontade. Então, a composição, ele é um padrão que vai tratar para mim como que eu respondo serviços, como eu componho recursos para responder a um serviço específico computacionalmente, certo? Ou para um workload específico. Quando a gente fala disso, naturalmente, quando eu vejo diagramas de design, duas coisas vêm na minha cabeça. Primeiro uma é balanceamento de carga. E a outra, que vem automaticamente na minha cabeça para a gente responder o padrão de composição, é replicações. para a gente responder o padrão de composição, é replicações. Então, quando eu quero compor um conjunto, um conjunto de recursos, compor recursos para responder workloads, para responder workloads, eu vou utilizar o balanceamento de carga ou replicações. Mas aí vem umas perguntas. Como que a gente... Primeira pergunta que eu traria aqui na mesa, quando eu vou olhar um padrão desse de design implementado, ou vou implementar um padrão de composição e eu falo de replicação, a primeira pergunta que me vem à cabeça é como eu mantenho as replicações entre sistemas ativos? Então, a gente mantém as replicações entre sistemas através do que a gente chamou na aula passada de consenso. Eu até falei aqui dos algoritmos de consensos, não sei se todo mundo se recorda. Até seria interessante dar uma revisitada na última aula que eu acabei falando disso. E por que a gente busca o consenso entre as implicações? E por que a gente busca a replicação, o balanceamento ou a composição de recursos para responder o workload? Por que esse padrão é muito buscado? Esse padrão é muito buscado? A composição desse padrão é muito buscada? É.