Bom, e falando um pouco mais sobre a Ops Meeting, uma Ops Meeting faz a mais é do que uma reunião operacional que segue as práticas recomendadas do SRE. Essas reuniões são projetadas para facilitar a comunicação e a colaboração entre equipes de operação, desenvolvimento e outras partes interessadas envolvidas na entrega e operação do sistema de software. envolvidas na entrega e operação do sistema de software. Segue alguns aspectos chaves de como uma Ops Meeting deve ocorrer. Então, deve ter uma agenda bem definida, essas reuniões devem ter uma agenda bem clara, com itens de pauta específicos relacionados às operações dos sistemas, isso ajuda a manter o foco e garantir que os principais tópicos sejam abordados. A gente também tem os participantes relevantes, então a gente está falando aí de tech leads, de pessoas que vão mudar de fato algum ponteiro ali quando a gente fala de operação, certo? Então, essa reunião tem que incluir pessoas diretamente envolvidas nas operações dos sistemas, como os engenheiros, SRE, como os desenvolvedores, o time de segurança, os stakeholders que sejam relevantes. Uma frequência regular, então então essa Ops Meeting ela tem que ocorrer com alguma regularidade ali idealmente no mesmo horário com as mesmas pessoas mesmo público vamos dizer assim no mesmo horário, com a mesma periodicidade para que todo mundo consiga se adequar o que a gente vai ter nela? A gente vai passar ali pela revisão de incidentes e problemas. Então, essa Ops Meeting vai ser a oportunidade perfeita para a gente passar ali por quais foram os incidentes que a gente encontrou, quais foram os problemas eventualmente que tiveram para aquele produto, para aquele sistema, para aquele software. Revisão da observabilidade, então a gente também passar ali pelas métricas de desempenho, os dados de monitoramento do sistema, para a gente entender se a gente tem alguma oportunidade ou não. Planejamento e priorizações. Aqui a gente está falando também de ter um planejamento operacional do que vai ser feito no futuro, certo? Priorização de tarefas, né? Então, supondo que a gente leve algum produto ali que tenha muita incidência, né? Tipo, de incidentes, tenha tido muitos problemas, a gente conseguir também mensurar esse tipo de situação para a gente fazer essas priorizações. A gente conseguir também mensurar esse tipo de situação para a gente fazer essas priorizações. E por fim, o feedback e melhoria contínua. Então, beleza. Vamos começar a correlacionar um pouco mais as coisas. A gente comentou sobre o on-call. Então, o on-call, basicamente, a gente está falando de um plantão. Esse plantão vai acontecer por um determinado período de tempo para alguns membros em específico, certo? Vão ter um escopo de atividades, sendo que a prioridade sempre vai ser o atendimento a incidentes, RCA's, e não havendo, a gente acaba tocando algumas outras coisas. E quando a gente fala da Ops Meeting, a gente está falando de uma reunião que pode acontecer, por exemplo, ao término de cada um dos On Calls. Então, vamos supor que um On Call de duas semanas tenha sido estabelecido. A gente vai ter os membros que são participantes, cada um dos membros vai estar mais focado para os seus produtos, fazendo a resolução de incidentes, olhando se tem alguma oportunidade para ser atacada. E ao término desse on-call, no último dia, no penúltimo dia, a gente pode ter essa Ops Meeting, que também vai ser ali, casa bem com essa questão de ter uma agenda bem definida, a gente ter regularidade, a gente ter um público específico que vai participar e esses times vão ter oportunidades de levar todas as atividades que foram atacadas ali durante o on-call delas. Então perceba, quando a gente começa a juntar todos esses processos, a gente consegue criar um fluxo de operação que funciona muito bem. E junto a isso, a gente também pode adicionar a OpsWheel. Então, o que é a OpsWheel? A fim de manter a eficiência operacional na AWS e garantir que todos os serviços atinjam o mesmo padrão estabelecido para as operações, a AWS promovia reuniões semanais de duas horas, frequentada por líderes, gerentes gerais de serviços e diversos engenheiros. Durante esses encontros eram revisadas métricas de serviços, discutidas questões e soluções, além de serem compartilhadas também as melhores práticas. No entanto, devido ao crescimento do número de serviços, essa reunião tornou-se impraticável. Como resposta, foi criada a The Wheel, que é uma espécie de roda da fortuna, na qual cada equipe tem a oportunidade de relatar regularmente, independente de serem chamadas para apresentar na reunião principal ou não. Então percebam, olha como a gente consegue juntar tudo agora. A gente tem o on-call, a gente pode estabelecer que no final do on-call a gente vai ter ali a nossa Ops Wheel, nessa Ops Wheel a gente vai ter o nosso on-call. Dentro do nosso on-call, a gente vai ter a OpsMeeting, o término de cada uma delas. E dentro da OpsMeeting, a gente pode se beneficiar de um mecanismo como esse, por exemplo, se a gente tiver uma empresa grande, ou a gente tiver algum produto com muitos componentes, onde tiver algum produto com muitos componentes, a gente pode utilizar a OpsWheel para ser um mecanismo e fazer com que todas as equipes se preparem, elas tenham uma documentação de tudo que foi feito ao longo do on-call. Não necessariamente elas vão falar, mas elas vão estar preparadas para poder apresentar e falar sobre essas atividades. Então, eu vejo particularmente esse mecanismo da OpsWheel para empresas que têm bastante serviço, uma ferramenta riquíssima. E aí, conforme ele for falando, esse time for falando, a gente vai ter um público-alvo ali também que vai conseguir ir contribuindo com padrões, com boas práticas, poderia ter feito dessa que fez determinado tipo de ação no serviço dela, e você que estava só de ouvinte ali, não teve nenhum problema ainda relacionado, por exemplo, ao que a pessoa está comentando, mas você viu que é um potencial problema, então você já consegue pegar esse conhecimento também e aplicar ali, colocar num parking lot dentro do seu time para você poder atacar.