Galera, estão curtindo o nosso treinamento até agora? Vamos dar mais um passo? Vamos falar agora um pouquinho de dashboards. Eu preciso trocar uma ideia com vocês séria sobre dashboards. Porque o que acontece? Quem nunca viu a criação de dashboards que na hora que você cria e mostra naquela apresentação, todo mundo acha sensacional? Chega ali para o seu time, mostra o dashboard, todo mundo fala, nossa, que legal, que bonito, que bacana, bate palma, e Todo mundo fala, nossa, que legal, que bonito, que bacana, bate palma e depois ninguém mais olha isso aí. Só você olha no dia a dia. Aí começa a dar aquela ansiedade, começa a te dar aquela frustração de que, putz, o que adiantou fazer tudo isso ou gastar um tempão fazendo esse dashboard e ninguém está usando. Então, eu acho que um grande problema que a gente tem na criação de dashboards é que na hora que você lança o dashboard, todo mundo aplaude e depois todo mundo esquece. Então aqui a gente vai falar um pouquinho sobre dashboards, de como a gente faz para criar dashboards que a galera continue usando, que a galera realmente veja ali no dia a dia, que ajuda eles e que consegue contribuir com o dia a dia para ser um dashboard que gera valor, mais do que um dashboard bonito, um dashboard que ali no primeiro momento a galera acha legal, um dashboard que gere valor para o dia a dia e que a galera queira ficar usando sempre, tá bom? E, na real, falta muito dashboard da hora, falta muito dashboard top para a gente ficar analisando as coisas no dia a dia, para a gente entender tendência, uma porrada de coisas. Então, tanto a liderança, quanto os times técnicos, quanto os times de operação, marketing e assim por diante, tem carência de dashboard. O problema é que normalmente a gente não olha dashboard como um produto, a gente não olha para dashboard como algo que a gente precisa entender um cliente para depois gerar o dashboard. Normalmente, quando a gente está desenvolvendo, a gente gera o dashboard da nossa cabeça. A gente fala, acho que seria legal isso e cria o dashboard. O dashboard devia ser um produto, ele deveria ser pensado junto com o seu PM, junto com a sua squad e junto com os times que vão utilizar. Então aqui quando a gente está falando da criação de dashboard, para a gente começar a falar, ela precisa ser ali uma organização ali orientada por dados e um dashboard deve ser orientado ali por objetivos claros, apresentar KPIs e métricas que sejam relevantes e fáceis de interpretar. Ou seja, a gente precisa de um dashboard que tenha dados que façam sentido. Não adianta a gente colocar dados que não fazem sentido para a operação. O que significa? Às vezes você tenta encher com dados que para você, no dia a dia do sistema, pode fazer sentido, mas que para alguém de marketing pode não fazer sentido nenhum, ou alguém de uma camada mais estratégica não vai nem entender do que você está falando. Então é importante você saber separar, você saber para que é cada dashboard, você ter um objetivo claro de quem vai consumir e para que vai usar aquele dashboard. Uma outra coisa também é ter ali o valor contínuo, então você precisa ter teste, refinamento, ajuste do dashboard, não é criar e acabou, quando você cria, você vai ter que depois pensar em como você vai evoluir esse carinha aqui, beleza? Então quando a gente consegue gerar um dashboard que ele traz tudo isso que eu falei para vocês, ele vai ser muito utilizado para tomadas de decisão no dia a dia. Eu uso muito dashboard, não só de sistema, mas vários tipos de dashboard, vários tipos de informações para tomar a decisão de como eu vou gerir ali meu time. Como eu já falei, eu estou com um time bem grande, um time de mais ou menos 100, 100 e poucas pessoas. E com isso fica complicado de você saber o detalhe de cada ponto. Você pode até entrar em um ou outro de vez em quando, mas a maior parte do tempo você trabalha orientado a dados, orientado ao que você consegue buscar em dashboards para te dar ali insights do que você pode fazer ou não, tá bom? Então vai ser bem importante você ter esse tipo de ação. Primeira coisa então, vamos lá. Já falei um pouquinho para vocês, mas vamos lá. Entendendo o público-alvo. Primeiro passo para a gente criar o dashboard é saber quem vai usar. Não adianta você criar um dashboard sem conhecer a persona que vai usar aquele dashboard. É a mesma coisa que eu criar uma aplicação, criar um site ou criar um app e eu não sei quem vai usar. Vai ser muito mais complicado de você acertar. Então, a primeira coisa é você precisar saber quem é. Para cada público-alvo, para cada grupo de público-alvo, você precisa saber como que você vai organizar as coisas, porque eles vão ter necessidades que são diferentes. Então, você precisa aprender como é que você vai fazer o dashboard para atender as necessidades de cada um. O dashboard não é só para atender as suas necessidades, então é importante você entender isso. Se você quer que as outras pessoas usem o seu dashboard, você precisa entender para que elas podem querer as informações e assim por diante. Então, quando a gente está falando, por exemplo, de executivos e gestores, normalmente a gente está olhando mais uma visão em alto nível, a gente precisa de mais métrica de negócio, de KPI estratégico ou algum tipo de métrica que ajude a gente a entender como a gente vai impactar as nossas OKRs. Então, quando a gente está olhando para uma visão mais estratégica, vai ser interessante você trazer métricas mais de negócio, uma métrica mais alto nível, uma métrica que faça sentido numa visão maior. Então é importante primeiro, para você poder falar isso, você precisa entender os OKRs do seu time, os OKRs dos seus líderes, quais são os objetivos deles, onde eles querem chegar, para daí sim você conseguir pensar nessas métricas. Quando a gente está falando de equipes técnicas, por exemplo, vai precisar de mais detalhe operacional para você conseguir fazer troubleshooting, para você conseguir entender o que está acontecendo e conseguir tomar uma decisão para ver se tem alguma tendência que pode atrapalhar o seu sistema. Então, métrica de desempenho de sistema vai ser super importante para você e log análise em tempo real, você precisa de muita atualização. Normalmente, quando a gente está falando de executivos e gestores, a atualização não precisa ser tão real-time, talvez hora em hora ou até dia em dia. Você consegue gerir isso porque um executivo não vai ficar o dia inteiro olhando aquele painel e dificilmente ele vai ter uma mudança muito grande nos OKRs ou nos objetivos em segundos ou em minutos. Ele vai ter essa mudança com uma frequência um pouco maior. Já as equipes técnicas, você precisa ter aquela visibilidade do real time, do que está acontecendo ali, do último segundo e assim por diante. Equipes de venda e marketing. Normalmente, as equipes de venda e marketing, elas têm que estar muito conectadas ao que a gente tem de objetivo das empresas. Então, elas possivelmente vão ter ali muito dado focado em cliente, tendência de mercado e métrica de conversão de venda também. Então aqui eu coloquei três grandes carinhas que podem ajudar você a pensar em como você vai criar o seu dashboard, como você vai atender o seu público-alvo. A grande sacada é você entender principalmente quem que vai ser o seu público-alvo. Então fazer entrevistas, compreender para que eles vão usar, o que pode ser uma informação relevante e fazer esse levantamento vai ser extremamente importante, ou seja, o dashboard tem que entrar como item de backlog da sua squad assim como qualquer outra coisa, tem que ser algo que foi pensado e foi estrategicamente desenhado, senão você vai acabar gerando alguma informação que depois não vai ser utilizada, precisa nascer de uma necessidade, beleza? Normal ser utilizada, precisa nascer de uma necessidade, beleza? Normalmente, o que acontece no dia a dia? A gente vê muitos líderes, a gente vê muita gente falando que gostaria de ter dashboards, mas pouca gente que senta para declarar o que gostaria de ver em um dashboard, para desenhar o que gostaria de ver. Eu trouxe aqui uma ideia de um dashboard para alguém, para um CEO, mas assim, bem alto nível, um dashboard só para a gente ter uma visão de como seria algo que você consegue compreender, tá? Então aqui eu coloquei trouxe um exemplo onde a gente tem o seguinte os projetos ativos, se eles estão track ou não se eles já estão atrasados ou não porque o que acontece? Um líder normalmente quando ele está falando de um cargo executivo ele vai focar no que está saindo de linha, ou seja, ele está vendo tudo acontecendo, tudo que estiver ok, beleza, segue a vida. O que ele precisa ver é o que está desviando. Então aqui a gente olha os projetos que estão rolando, está vendo que está tudo bem, a gente olha as informações de segurança, está tudo bem, mas quando a gente olha aqui incidentes de segurança, você já vê que tem um problema e aqui tem uma matriz de risco para ele acompanhar. Possivelmente quando ele bater o olho nesse painel, ele vai falar putz, preciso falar com meus liderados aqui sobre os incidentes que a gente está tendo de segurança, porque possivelmente isso é um problema na minha instituição ou ali no meu grupo de trabalho. A gente está falando também do budget de projetos, aqui tem os status dos projetos, estamos vendo que a maior parte está ok, então ele vai focar possivelmente no que não está, se precisar e assim por diante. Então uma visão bem alto nível. Lógico, aqui está muito focado em projeto, então depende muito do que você está fazendo, mas é uma visão interessante. Normalmente no dia a dia a gente está focando mais em estratégia do que até projeto, mas você consegue entender como é que é o grau de cada coisa, como que você vê comparativos, como que você consegue compreender uma visão mais estratégica que não pode nem ser tão poluída, se tiver muita informação vai ser complicado. Essa é uma outra sacada, quando você está falando com executivos, normalmente muita informação jogada na tela vai gerar certo desconforto, porque eles têm pouco tempo para análise, então uma análise já mais limpa e direta vai ajudá-los a tomar a decisão. Olha a diferença quando a gente está falando de um dashboard de negócio. Aqui você já começa a ver muito mais informação trocada, muito mais coisa jogada na tela, está vendo como ele muda até o layout da coisa? E aqui, se você parar para olhar, a gente está vendo muita informação para a decisão do dia a dia de negócio, ou seja, quantos usuários estão entrando, quantas sessões tem ativas, quantos usuários são novos, então se eu preciso trazer mais gente para a minha plataforma para conseguir vender mais, etc., aqui você consegue falar o quanto você está conseguindo prospectar de cliente, quantas visões por sessão, você consegue ver uma porrada de coisa aqui para você tomar uma decisão mais estratégica de negócio. Então aqui é uma coisa bem importante para você olhar, tem até aqui uma visão aqui de checkout, então quando a gente está falando ali de compra, você tem o que teve de carrinho abandonado, o que teve de ordem sendo gerada e assim por diante e com isso você consegue tomar decisões mais estratégicas, está vendo que tem muito mais informação, muito mais coisa jogada porque aqui a gente precisa olhar a operação no dia a dia e tomar decisões estratégicas. Bom, eu trouxe só esses dois exemplos para vocês entenderem como muda, como a gente precisa pensar, dependendo do que a gente está fazendo e como a gente vai atender a essas necessidades. Bom, depois que você entendeu para quem é o dashboard e qual é a dor que essa pessoa tem, você precisa entender quais são os objetivos do dashboard. Não adianta nada você criar um dashboard sem objetivo definido, porque daí você vai ter um monte de informação cruzada que pode nem se correlacionar. Então é importante você saber o que você quer atacar com aquilo. Qual a informação que vai ser analisada e qual decisão vai ser tomada com base naquelas informações. Então cada dashboard tem que ter um objetivo claro e específico. Não adianta em um dashboard você colocar, por exemplo, o tempo de processamento de CPU, junto com o número de usuários entrando, junto com conversão de carrinho de compras. Talvez você não vai conseguir gerar nenhum tipo de informação com isso. O que você pode mostrar em um dashboard, por exemplo, de conversão de compras, você pode colocar o número de usuários entrando, o número de usuários que estão chegando até o final do funil de vendas e os que estão comprando. Isso vai dar uma informação sobre como está a sua capacidade de venda de produto, de tanto trazer novos usuários quanto colocar eles para chegar à camada final de checkout. Então, isso pode te dar uma informação super relevante. Agora, se você conseguir começar a colocar outras informações que não tem nenhuma correlação com essa venda, você vai gerar só mais bagunça. Então é importante você pensar que você tenha dados e foco para as decisões que vão ser tomadas para quem está olhando aquele dashboard. Não adianta colocar um monte de informação sem saber o que vai ser usado para tomar decisão, tá bom? Outra coisa também é o monitoramento em tempo real dos dashboards. É super importante você conseguir olhar a informação o mais próximo possível da realidade, porque daí você vai conseguir dar resposta rápida ao problema. Então, por exemplo, quando a gente está falando dos times de operação, time de vendas e time de tecnologia, quanto mais perto da realidade, quanto mais perto do real time, melhor, porque mais fácil você vai conseguir tomar ação. Quando você está falando de dashboards mais estratégicos, mais executivos, nem sempre você precisa de uma velocidade tão rápida de adequação, porque as decisões são mais espaçadas. Elas são decisões mais difíceis, mais pesadas, que trabalham com muito mais grana, com muito mais estratégia, mas normalmente são mais espaçadas, a gente não toma essas decisões a cada segundo. Então é importante você pensar um pouco sobre o tempo, o time que você vai ter para cada coisa dessa. Uma outra coisa também importantíssima, ter dados reais. Se você começar a colocar dados que por vezes não são tão reais, ou que estão com algum tipo de problema, ou seu dashboard está gerando algum falso positivo, possivelmente as pessoas vão parar de olhar isso. Então é legal você testar, avaliar e ver se depois as informações estão coerentes, estão fazendo sentido para ninguém tomar uma decisão errada também. Outra coisa também é a análise de desempenho ali, os dashboards que precisam olhar ali o desempenho, tanto de vendas quanto desempenho de sistema, identificar tendência então por exemplo, você tá vendo que o seu que alguma aplicação sua tá batendo 80% de CPU e ela sempre bate 30, agora ela tá batendo 80%, você sabe que ela tá em alta, possivelmente você vai ter um problema, você já vai olhar pra ela com mais calma, você tá vendo que o seu time de vendas vende todo dia ali 100 mil reais e daí chegou um dia que está vendendo 50. Você já sabe que você precisa olhar alguma coisa que pode estar tendo algum tipo de tendência no mercado te atrapalhando, ou tem algum produto que não está funcionando, ou até pode ser alguma coisa técnica fora do ar. Então é importante para você tomar essas decisões. Outra coisa também são os relatórios de conformidade, dashboards que ajudam a garantir que a empresa esteja em conformidade com regulamentações e políticas internas. Como análise de risco que a gente viu, muita empresa tem que fazer essa análise de risco e ela tem auditorias internas sobre riscos de cybersecurity e assim por diante, sobre vazamento de dados e esse tipo de coisa. Então relatórios de conformidade também vão ser super importantes aqui, dependendo do que você for fazer. Um exemplo prático para a gente pensar aqui é um dashboard de análise de desempenho de uma plataforma de streaming, que pode mostrar o crescimento de número de usuário, o tempo médio de visualização e as horas totais de conteúdo consumido ao longo de diferentes períodos. Isso vai conseguir te mostrar se você está tendo mais usuários ali consumindo essa plataforma e você pode olhar se você está conseguindo gerar o engajamento necessário para depois ganhar com marketing ou coisas assim no futuro, beleza? Então é super importante para você tomar decisões estratégicas de negócio quando você está olhando algum tipo de dashboard nesse sentido. Outra coisa super importante também é você selecionar KPIs. Se a sua empresa trabalha já com KP's e OKRs, ótimo. Se não, você precisa entender quais são os indicadores que fazem as pessoas tomarem decisão no dia a dia. Os indicadores médios, os Keep I's, não os OKRs. Então, quando a gente está falando de OKR, eu estou falando de uma coisa mais estratégica, mais alto nível. Keep I's é uma coisa mais tática, mais do dia a dia, mais de tomada de decisão ali para os times, tá bom? Então, você precisa selecionar ali quais são os KPIs, as métricas que você precisa pensar para estar alinhado com os objetivos do dashboard e para fornecer ali insights que sejam acionáveis. Porque se você oferecer insight que a pessoa olha e fala, pô, legal, não consigo tomar nada de decisão com isso, não consigo mudar nada, é isso mesmo, paciência. Então, é importante você gerar informação que as pessoas possam ter algum tipo de ação em cima então se você sobrecarregar um dashboard ali com um monte de informação que é irrelevante ou redundante isso é super importante também se você colocar informação redundante, por exemplo eu vou colocar o número de conversão ali que a gente viu de carrinho de compra se eu colocar um em um gráfico rosca e a mesma informação só que num gráfico barra pra que? só pra gerar confusão na cabeça da pessoa, então escolhe um tipo de visualização e ponto se você começar a gerar muita informação muita informação redundante, possivelmente as pessoas vão deixar de usar esse dashboard ele vai ser um dashboard que ele vai ser não tão bom, tá bom? Outra coisa também, é legal você colocar ali métricas de negócio, como receita, crescimento de cliente, taxa de conversão, a gente viu aqui tudo isso, métricas operacionais, quando você estiver falando com times operacionais, pode ser tempo de resposta, uptime, taxa de erro para o seu time conseguir trabalhar ali, para você conseguir analisar o que está acontecendo. E métrica de usuário pode ser, por exemplo, para o seu time de negócio, para você pensar em retenção de cliente, engajamento e satisfação, para você saber se o serviço que vocês estão prestando está bom. Esse tipo de métrica aqui de usuário normalmente vai dar insight tanto para a operação quanto para o negócio, porque dependendo do que você estiver vendo, você pode ter que mexer em alguma coisa em sistema e alguma coisa na sua estratégia de produto também. Então, eu vou dar um exemplo aqui para vocês também. Um dashboard de marketplace, os KPIs ali podem ser taxa de conversão, porque o marketplace precisa vender, visitantes e compradores. Então, perdão, taxa de conversão de visitantes e compradores, ou seja, quantas pessoas entram no topo de funil. Para quem não está acostumado, quando a gente está falando de venda de marketplace, você tem um funil. Eu vou explicar para vocês, para vocês entenderem. Você tem um funil de vendas. No topo dele é o número de pessoas que entram no seu site, tá? Entram na sua plataforma, entram na sua loja. Então, pode passar um monte de gente na sua loja. Imagina uma Renner, entra 5 mil pessoas por hora, ótimo quantas pessoas chegam no caixa e compram alguma coisa e pagam essa coisa e terminam essa venda é o final do funil então você passa desde você conseguir atrair pessoas, até você conseguir colocar produtos relevantes, essa pessoa colocar no carrinho de compra, ela ir para o momento de checkout, pagamento, pagar e conseguir sair da loja, então tudo isso daqui vai entrar nesse funil de vendas. Então, quando a gente está falando de um dashboard de marketplace, a gente precisa entender como é que a gente transforma esse cara que chegou aqui no topo do funil no cara que chegou no final, ou seja, ele comprou, ele conseguiu ter aprovação do cartão de crédito e tudo isso é super importante, tá bom? Então, isso é um tipo de métrica que pode fazer muito sentido. O tempo médio de processamento de pedidos, então por exemplo, imagina que você está tendo ali alguém querendo comprar, e o tempo que demora para você conseguir falar com uma adquirência, conseguir falar com a bandeira de cartão de crédito e voltar, é super demorado. Você não consegue fazer isso rápido e a pessoa acaba abandonando. Então isso também é importante de você ver para garantir a satisfação de uma compra e o valor total de vendas também. Então você está vendo que aqui você tem algumas informações que elas são extremamente relevantes quando a gente está falando de um mundo de negócios, quando a gente está falando de métricas ali que vão ser usadas pelos times que estão analisando se o desempenho do que você está tentando fazer está dando certo mais do que o desempenho apenas do seu sistema, beleza? É importante que você viu que aqui a gente juntou uma métrica que são totalmente de negócio com tempo médico de processamento de pedidos que pode ser coisas manuais ou coisas automáticas também, depende de como está a sua empresa, mas aqui a gente está falando mais de como do que do que, né? Então é super importante vocês verem essa correlação que pode impactar no dia a dia. O design também é super importante, porque dependendo de como você coloca o design, como eu mostrei antes, você pode destruir toda a necessidade que você conseguiu atender ali com seus dados. Porque quando você coloca um design muito bagunçado, as pessoas vão ter uma carga cognitiva muito grande e não vão conseguir tomar a decisão que precisam. Então é importante você pensar também no storytelling do seu dashboard para você entender como é que você vai contar a melhor história usando os dados. Então é fundamental ali você pensar em como você vai apresentar os dados de forma clara e de fácil entendimento. Entender um pouquinho sobre como que você vai pensar em gráficos também é super importante, tá bom? Então vamos lá, priorizar a legibilidade. Muitas vezes a gente coloca muita cor, muita informação e etc. Isso gera certa bagunça. Ou coloca uma cor, um tom sobre tom ali, que vai acabar deixando difícil de ler, ou letras muito pequenas, porque você quer escrever muita coisa. Isso vai acabar atrapalhando muito e vai sobrecarregar ali o usuário com muito excesso ou com muita dificuldade de leitura porque você está colocando coisas muito pequenas. Então é importante você pensar em como que uma pessoa bate o olho e enxerga e entende o que está acontecendo, tá bom? Uma outra coisa também é organização lógica. Organize as informações ali de forma hierárquica. Pensar em como que você está fazendo um drill down das informações, ou seja, você começa do alto nível e vai descendo para o baixo nível e assim por diante. Então você colocar os dados mais importantes no topo e em posições de destaque. Outra coisa importante de legibilidade também, que a gente acaba não compreendendo, é usar sempre a mesma paleta de cores quando você está falando de gráfico. O que é bom verde, o que é médio amarelo, o que é ruim vermelho. Simples. Não adianta você colocar em um gráfico o que é bom azul, o que é médio laranja e o que é ruim cor de rosa. No outro você vai colocar vermelho, amarelo e verde. Você vai gerar uma confusão. Então tenta colocar sempre a mesma paleta de cor para a pessoa bater o olho e saber o que é bom e o que é ruim. Eu gosto de ir no básico. Você pode até usar tons mais pastéis, etc. Mas usar amarelo, vermelho e verde quando você está falando de análise do que está bom e do que está ruim é muito mais fácil de se acertar, tá bom? Outra coisa também, quando a gente está falando de gráfico, usar o tipo de gráfico apropriado para os dados que você quer representar. Por exemplo, quando você está falando de tendência, usar gráfico de linha. Não vai querer usar um gráfico de rosca para fazer tendência, não vai fazer sentido. Quando você está falando de comparação, gráfico de barra. Quando você está falando de percentual do seu grupo total, um gráfic de rosca, pode fazer sentido então por exemplo, a taxa de conversão que eu falei pra vocês ali de carrinho de compras e de funil de venda você pode colocar cada passo do funil e o percentual de conversão aí com isso você vai saber em cada nível onde você está perdendo cliente ou não, pode ser uma ideia ou fazer em formato de funil mesmo se você conseguir e assim por diante vai ser até mais legal. Mas aqui você precisa pensar em como que você vai demonstrar isso, tá bom? Outra coisa também que acho que é o mais matador é você garantir a interatividade e a personalização. Cada pessoa gosta de olhar gráfico de um jeito, gosta de olhar dashboard de um jeito. Então uma ideia que eu acho super importante é você colocar coisas que a pessoa consiga mexer, consiga não só olhar, mas consiga ter algum tipo de interação. Então, filtro dinâmico, por exemplo, você deixar na mão do usuário o jeito que ele quer filtrar aquilo é super importante, porque daí ele vai saber quais são os parâmetros que ele quer para fazer algum tipo de filtro ali e tomada de decisão no dia a dia. Se ele quer olhar mais regional, se ele quer olhar mais regional se ele quer olhar mais pra uma API específica, ou ele quer olhar pro sistema inteiro, ou quer olhar pra um banco de dados e assim por diante, então você ter filtros dinâmicos é super importante, você ter drill down também, funcionalidade que você consegue clicar e ver o detalhe do que tá rolando ali dentro, isso é super importante também pra pessoa não ter que falar, putz, vi que tem um problema. Qual que é o problema? Não consegue analisar. Então, você conseguir fazer o drill down também é super importante. E alertas e notificações. Pensar em alerta e notificação quando algum tipo de KPI ali, ele acaba atingindo algum limite crítico, ele acaba indo para um lado que a gente não estava esperando. Então, isso é super importante da gente pensar também. Depois de criar os dashboards, é legal você testar, tá bom? Pra você ver ali com os usuários finais se tá tudo ok. Como qualquer coisa que a gente faz, gente, tem que testar. E você vai identificar ali se você tem algum tipo de melhoria pra atender esses usuários. Porque você fez tudo isso, tudo bem. Você levantou, entendeu a necessidade, foi lá, construiu seu dashboard, depois tem que voltar ali com a pessoa que vai usar e falar, e aí, o que você achou? Para você conseguir saber se você precisa mudar alguma coisa ou não. E o feedback aqui é super importante, você precisa olhar para esse feedback como algo que vai te ajudar muito a transformar esse dashboard em algo que vai ser usado no dia a dia. Então perguntar ali se o dashboard é intuitivo, se eles conseguem encontrar o que eles precisam, se faltou algum tipo de informação e assim por diante. Você olhar ali como é que esses usuários estão interagindo com o dashboard, onde eles podem estar tendo mais dificuldade, o que pode estar sendo meio desnecessário também. Não é só sobre o que precisa colocar, às vezes é sobre o que precisa tirar. Outra coisa também importante é você ter atualizações regulares, você voltar para ver se esses dashboards continuam fazendo sentido, se não tem nada que mudou, nenhuma estratégia que mudou e que esses dashboards precisam de alguma alteração e assim por diante. Então é importantíssimo você testar e você continuar olhando para esse dashboard. Não é só gerei, joguei lá, acabou. Beleza? Basicamente, quando a gente está falando de dashboard, é isso, esses são os principais pontos que eu queria tocar com vocês para vocês entenderem. são os principais pontos que eu queria tocar com vocês para vocês entenderem. A gente vai fazer os hands-ons, a gente vai entender como criar, mas mais do que criar o dashboard, não adianta você sair criando 500 milhões de dashboards amanhã, você precisa entender para quê, quem vai usar e como vai usar para você gerar o melhor dashboard possível e algo que faça sentido e não seja só mais um passivo técnico ali que está rodando na empresa e que não está gerando valor para ninguém, beleza? São muito importantes os dashboards, eu uso muito no dia a dia, a maior parte das lideranças usam muito, os times também têm que usar, é importante o seu time olhar para isso, o time mais operacional olhar para os dashboards, entender o que está acontecendo, para saber estrategicamente como direcionar as coisas também, e é super importante você pensar em como você vai fazer isso, para a gente ter cada vez mais pessoas orientadas a dado e a gente diminuir cada vez mais a entropia de discussões do eu acho, eu penso o quê. Não é para achar, é para olhar dado e é para tomar decisão embasada. Beleza, gente?