Olá, pessoal, tudo bem? Hoje a gente vai ter uma aula fantástica do nosso MBA com o Natan Pasquarelli. O Natan é Head de Engenharia no Itaú, tem uma experiência muito grande com sistemas bancários. Ele já passou com sistemas desde trabalhar com mainframes até os sistemas mais modernos que os bancos hoje em dia trabalham. E como você já pode imaginar, entender de arquitetura de software numa situação dessa é extremamente importante, porque apesar de os bancos terem rodado e estarem rodando com sistemas, sei lá, de 1980 ou qualquer coisa desse tipo, esses sistemas perduraram até hoje. Isso significa que, de uma forma ou de outra, ou com todas as limitações e restrições que eles podem ter até hoje, a gente está falando de sistemas, sei lá, com 40 anos de idade. Então, como que você, desenvolvedor, conseguiria desenvolver um sistema que pudesse durar 40 anos. Você já pensou dessa forma? Quais são as implicações? O que você tem que pensar para arquitetar um sistema dessa forma? E o mais interessante possível, como que os sistemas modernos conseguem falar com os sistemas antigos para tentar rodar de uma forma mais desacoplada para que esses temas eles também consigam perdurar por um grande montante de tempo como a gente já pode imaginar desenvolver software é algo muito caro um banco na hora que ele vai desenvolver um software você se você pensar imagina a quantidade de profissionais na área de tecnologia e profissionais, principalmente sêniores, que eles têm que ter para conseguir rodar operações críticas. Imagina o nível de operação que um Itaú da vida, que é onde o Nathan trabalha, deve ter para que você consiga fazer as suas operações no dia a dia. Sistemas de back office, sistemas para cada tipo de produto que o banco oferece. Então hoje a gente vai ter uma baita aula do Natan para entender como que você consegue desenvolver sistemas, manter sistemas legados, quais são pontos que você tem que pensar na hora de você projetar um sistema que tem que durar por muito tempo. Então, eu vou trazer o Natan aqui. O palco é só dele. E daí, a gente vai trazer algumas discussões também. Então, vamos lá. Deixa eu trazer o Natan aqui. Fala aí, grande Natan. Firme e forte. Falo, Wesley. Beleza e por aí. Tudo tranquilo, cara. Natan, me fala um pouco, cara. Se apresenta, eu sei que na sua apresentação e eu também falei um pouco de você, mas você é um cara que sistema legado perto do que você faz é uma coisa natural no dia a dia. Começar um sistema, projeto novo, não é algo tão comum na hora que você vai trabalhar em grande empresa, correto? Na verdade, a gente tem, hoje em dia, dentro dos bancos, a gente tem muito sistema legado, que é o que paga a nossa conta até hoje, querendo ou não, são os caras que seguraram a bronca até o momento atual, mas há mais ou menos uns quatro anos a gente teve uma jornada bem grande de mudança do sistema, então quando a gente teve uma jornada bem grande de mudança do sistema. Então, quando a gente fala de sistemas que estão nascendo novos, a gente tem sim alguns sistemas que estão nascendo do zero. Mas sempre a gente tem que ir uma perninha para conversar com as coisas mais antigas, para desacoplar, para repensar a plataforma, repensar o que a gente tem de arquitetura. Então, é um ambiente bem complexo, porque como você falou, tem muita conexão de muitos assuntos se falando ali no dia a dia e tem de tudo. Você vai pegar coisa nova, vai pegar coisa velha, coisa muito nova, o top do que a gente está falando agora de programação e você vai pegar coisa que também tem ali 40 anos, 50 anos para mexer. Isso existe, mas está bem menor. Hoje em dia é muito pequeno dentro do banco. A gente fez uma jornada bem grande para limpar isso show de bola então Natan, eu vou fazer o seguinte eu vou colocar aqui a sua apresentação vou deixar o palco para você e daí na hora que você achar pertinente eu volto, a gente discute a gente fala sobre esses assuntos que eu não tenho dúvidas que tudo que você vai mostrar para a gente discute, a gente fala sobre esses assuntos, que eu não tenho dúvidas aí que tudo que você vai mostrar pra gente vai enriquecer bastante aí todo o nosso curso, e inclusive eu não tenho dúvidas que eu vou aprender pra caramba aí com você também. Show de bola? Espero contar pelo menos o que eu já errei pra gente não errar de novo. Vamos junto. Então vamos nessa, o palco é só seu. Vamos lá. Primeiro, Então vamos nessa, o palco é só seu. Antes de ser Head de Tecnologia, quem é essa pessoa? Quem é esse ser que está falando com vocês? Eu comecei a programar, acho que como grande parte de nós, comecei muito cedo, com 14 anos mais ou menos. Fiquei um tempo ali fazendo a parte de front-end, vendendo site. Na época dava dinheiro isso. Eu já tenho 35 anos, então para quem já tem essa idade, sabe que teve um boom de venda de site, venda de website nessa época. E daí começaram a chegar várias empresas grandes, vários concorrentes para fazer website. Não dava mais para um menino de 15, 16 anos vender site. Eu tive que mudar, começar a vender computador. Acho que muita gente fez isso, montar e vender para empresas médias, etc. Vendia lotes para tentar dar uma grana. E depois entrei no mercado de trabalho para trabalhar com eletrônica, porque acabei conhecendo de tudo um pouco ali. Fiz faculdade de engenharia da computação e passei num processo de trainee para um banco. Fiquei dois anos nesse banco trabalhando e depois fui para o Banco Itaú fazer um sistema do zero na época. Há 12 anos atrás, começar a codar um sistema em COBOL, que era um sistema que teoricamente era para ser moderno, e se você olhar a arquitetura que a gente desenvolveu nesse sistema na época, já era moderna, apesar da linguagem. Isso é uma coisa importante que vocês vão ver durante toda a minha, todo o nosso papo aqui, eu vou sempre falar que a arquitetura nem depende de tecnologia, ela depende mais do seu conhecimento e do que você quer resolver, tá? As tecnologias têm para ajudar e não para ser um empecilho para a gente. Então, vamos usá-las a nosso favor. Se quiserem me seguir, fiquem à vontade lá, arroba natampf no Instagram, pode seguir lá, a gente troca uma ideia, a gente compartilha conhecimento e vai se conhecendo um pouco mais. Fora isso, gente, teve um momento da minha carreira que eu decidi começar a compartilhar o que eu tinha de conhecimento, o que eu já tinha passado, algumas coisas, dentro de um site, então eu criei o natan.pf.com para falar sobre tecnologia, escrever artigos, etc. Hoje em dia esse site conta com alguns outros integrantes, tem algumas pessoas que escrevem para ele também. E surgiu também o Eureka TI, foi um pedido da galera que acessa o site, que é um podcast, está lá no Spotify, Eureka TI, se vocês quiserem dar uma ouvida, tem alguns episódios, preciso retomar e fazer mais alguns, mas já tem alguma coisinha ali. E tem mais um code, que é uma iniciativa que eu participo, que eu também convido vocês a conhecer, que é uma ONG dedicada a compartilhar conhecimento para quem não tem condições ali de ter esse conhecimento pago, então a gente ajuda as pessoas a chegarem na área de tecnologia, as pessoas que têm mais dificuldade, menos renda. É um projeto bem bacana, uma iniciativa legal, então se vocês quiserem