Bom pessoal, agora que eu tô partindo do princípio, que você tem o Kind instalado na sua máquina, o que eu quero fazer aqui, tá? Galera, qual é o objetivo desse capítulo, tá? O nosso objetivo desse capítulo é colocar um pod pra rodar. E daí eu quero mostrar pra você que dentro desse pod nós temos um container rodando. Apenas isso. Eu não estou querendo ensinar nada além disso porque a gente vai aprender outros outros fatores aqui do kubernetes tá bom então o que eu vou fazer galera primeiro pra eu trabalhar com o kubernetes eu preciso ter um cluster do kubernetes rodando tá então utilizando o kind se eu digitar aqui kind vamos lá, você vai ver que eu tenho diversas opções. Uma dessas opções é Create, e eu posso criar um cluster, por exemplo. Então, eu vou digitar Kind Create Cluster aqui para mim. E aqui ele vai utilizar o meu Docker para fazer o deploy de um cluster Kubernetes. Então, é bem esperto a forma como ele trabalha para a gente testar mesmo. Você não vai utilizar isso em produção, tá, galera? Em produção, normalmente, você vai usar um Kubernetes gerenciado na sua cloud preferida, a não ser que você trabalhe on-premise e aí você vai ter que rebolar um pouco mais para instalar na mão o seu cluster. Legal? Agora, um ponto importante aqui para você saber, tá? Toda vez que você vai rodar o Kubernetes local na sua máquina, você vai trabalhar com o kubectl, certo? Agora, o kubectl tem que saber o seguinte. Em qual cluster eu vou executar esse comando, tá? E é por conta disso que o Kubernetes tem algo que a gente chama de contextos. O que são contextos? Contextos são configurações específicas de um cluster. Vamos imaginar que eu tenho um cluster local na minha máquina, um cluster em desenvolvimento na Google e um cluster em produção na AWS. Então eu posso falar, olha, eu vou utilizar o contexto local agora aqui pra eu mexer a minha máquina local quando quiser mexer na ws eu mudo para o contexto da ws basicamente é isso então aqui quando eu criei o meu kind ele já trouxe aqui pra mim que é o seguinte, olha só, para você escolher o contexto que você vai utilizar para rodar nessa máquina, você vai colocar kubectl cluster info menos menos context kind traço kind, que é o nome que ele deu aqui para mim. Então eu vou copiar esse cara, vou colar, opa, vou colar, e agora ele falou, olha só, o seu control plane está rodando nessa porta, né? O core DNS está rodando aqui. E maravilha, agora, se eu quiser, eu vou dar um kubectl get all. E ele vai trazer todas as opções aqui para mim, tá? E olha só que interessante. Ele está trazendo aqui para mim, ó mim um serviço do Kubernetes, o IP local, external IP, eu não tenho nada, porque ninguém consegue acessar de fora o meu cluster, a porta e o tempo que esse cara foi criado. Se eu der um kubectl get nodes, olha só o que ele vai trazer. Ele está falando que o meu Kubernetes ele tem apenas um node e esse meu node é o que? o meu control plane que ele está pronto para utilizar as roles dele é um control plane e aqui, normalmente galera, só para você saber, toda vez que você vai subir um Kubernetes você tem que ter pelo menos aí 3 nós rodando na sua máquina para garantir alta disponibilidade. E normalmente você precisa ter pelo menos mais de um control plane para garantir disponibilidade, porque caso o seu control plane caia, você vai ficar sem acesso a rodar comandos no seu Kubernetes. Aqui na nossa máquina a gente só tem um control plane e as aplicações que a gente vai rodar, vai rodar inclusive dentro do control plane, algo que não é recomendado. É recomendado que as suas aplicações rodem nos nodes do Kubernetes e o control plane fique funcionando apenas para control plane. Como está na nossa máquina, não tem problema, mas o importante é você entender esse aspecto aqui. Legal? Então, o que a gente vai fazer agora aqui eu vou dar alguns comandos para você começar a se acostumar tá qual é o primeiro comando kubectl get pods o que isso significa significa que quando deixeo esse comando, eu quero ver todos os pods que estão rodando nesse meu cluster, no namespace default. O Kubernetes você pode criar namespaces para separar pods de namespaces diferentes, serviços de namespaces diferentes, etc. Mas nesse nosso caso aqui, eu não tenho nenhum pod rodando aqui na minha máquina. No próximo vídeo, eu vou mostrar para você como que a gente vai criar o nosso primeiro pod e como que a gente pode ver esse pod rodando. Beleza? Então, vamos nessa, galera!