Pessoal, e agora a gente está chegando a um dos pontos bem importantes, tá? Quando a gente vai pensar em arquitetar uma solução. Isso é importante pra caramba, inclusive, fala bastante nesse livro que eu estou deixando como referência aí pra vocês, tá? Que é o seguinte, os três níveis da arquitetura de solução. Sabe quando a gente vai desenvolver um software e a gente tem que conseguir separar esse software em algumas camadas para que você não misture coloque tudo num balaio só e vire tudo uma bagunça tá então toda vez que você vai a arquitetar uma solução você tem que pensar em três camadas se você conseguir pensar nessas três camadas você vai resolver três tipos de problemas diferentes que vão compor uma solução no final no final das contas legal quais são essas camadas e daí a gente vai passar por cada uma delas legal vamos lá a primeira camada a camada 0 tal nível zero aqui para a gente. Arquitetura focada no negócio. O que isso significa? Como que eu vou entender o problema que eu vou resolver? O que é possível, o que não é possível? Quais são os módulos que eu vou ter que trabalhar? Quais são as decisões? Quais são requisitos funcionais não funcionais como que aquilo vai a vai funcionar na empresa né Quase quantas pessoas vão utilizar esse camarada então a gente tem tudo isso ou seja a gente está pensando no negócio tá uma vez que a gente pensou no negócio a gente vai para o nível 1. O nível 1 é área técnica. Como que eu consigo trazer aquilo que a gente pensou e que o negócio precisa para um plano de ação técnico? Ou seja, como que isso vai ser desenvolvido? Quais as tecnologias que vão trabalhar? Como é que vão funcionar as integrações? Quanto esse negócio vai custar? Quant quando desenvolvedores eu vou precisar a quais soluções que a gente vai ter que desenvolver o que a gente vai integrar o que não vai integrar e etc legal então essa é o nosso nível 1 aqui ou seja técnico e mesmo o nosso nível 2 nesse caso é a arquitetura focada no deployment. O que acontece? Normalmente, muita gente pensa que um solution architect, no final do dia, é o cara que vai desenhar uma solução cloud para a sua aplicação rodar lá dentro. E isso é muito comum. Inclusive, se você buscar solution architect da AWS, da Google, etc., esses caras fazem exatamente isso. Ele entende a solução do cliente, ajuda a migrar e trazer esse cara aqui para a melhor estrutura para o cara rodar na cloud. Legal? E está tudo bem, está tudo certo, faz parte da arquitetura de solução. Mas normalmente isso aí é o nível 2, que é a arquitetura de solução focada no deployment, ou seja, focada na infraestrutura que você vai utilizar aquela solução técnica que já foi criada. Então, toda vez que você for criar uma solução, você vai pensar em negócio, área técnica e a parte de deployment, ou seja, a infraestrutura que esse negócio vai rodar, como que ele vai rodar, como é que vai ser as esteiras que a gente vai trabalhar, como que a gente garante a parte de qualidade de testes, etc, etc, etc. Então, olha só que interessante. Quando a gente consegue estruturar o nosso pensamento, no final do dia, o que a gente consegue fazer? Separar essas responsabilidades, tomar decisões específicas para cada item. Porque se eu começar a pensar no negócio e daí já está pensando onde eu vou hospedar e daí com qual linguagem eu vou fazer eu não vou conseguir tomar decisão nenhuma de forma assertiva agora se eu entender o negócio pensar na solução que eu vou desenvolver e depois conseguir pensar em como eu vou entregar isso, aí as coisas começam a fechar. Legal? Então, um bom artete de solução sabe ouvir e pensar no negócio, sabe pensar em como que essa solução vai ser desenvolvida e sabe pensar como que essa solução vai ser entregue. Então, o cara tem que manjar de negócio, tem que manjar da parte técnica de como que o dev vai trabalhar e tem que pensar ali como que a galera de infraestrutura, a parte de cloud, independente de como a empresa trabalhe, vai trabalhar também como isso vai ser entregue. Maravilha? Então, essas são as nossas três camadas que você sempre tem que levar em consideração.