Como você reage depois de um momento de uma grande interação social? Seja uma festa, seja um evento, seja uma necessidade de exposição. Conseguiu pensar, trazer à memória uma determinada situação? E aí eu te pergunto, você se sente completamente cansado, exausto, assim como se você tivesse dado tudo de si, mesmo que seja uma interação não tão intensa, ou você se sente vivo, viva, completamente recarregado depois de uma interação social. Isso é só um exemplo, tá? Para que a gente possa começar a nos compreender em alguns aspectos, principalmente sobre o entendimento de como o nosso cérebro funciona. Então vamos lá. Se você é uma pessoa, por exemplo, que depois de uma interação social você percebe que você fica completamente exausto, que você precisa recarregar as suas energias, que você chega numa festa e você não é uma pessoa que fica muito tempo na festa, ou pelo menos não muito tempo interagindo com as pessoas e participando ativamente. Então, provavelmente, você é uma pessoa que possui um grau maior de introversão. O que você gosta de fazer nos seus finais de semana? Você é uma pessoa que gosta de ler um bom livro, ficar sozinho, sozinha, ou no máximo com uma, duas pessoas, sem muito barulho, por exemplo. Você é uma pessoa um pouco mais sensível a essa questão de barulho. Ou não, o seu final de semana, ele é recheado de intensidade, de essa questão de barulho. Ou não, o seu final de semana ele é recheado de intensidade, de pessoas, de barulho. Você curte isso, isso te faz se sentir mais vivo. Eu estou falando aqui de dois extremos opostos. De um lado, a gente tem o máximo da extroversão. E do outro lado, nós temos o máximo da introversão. E todos os seres humanos O máximo da extroversão. E do outro lado nós temos o máximo da introversão. E todos os seres humanos estão em alguma linha desse espectro. Ninguém é introvertido 100% e extremamente extrovertido. Nenhuma pessoa, nenhuma pessoa está, é pura e simplesmente 100% de cada um. Todos nós estamos dentro de uma linha em algum ponto, em algum grau de extroversão, que é um traço de personalidade. Então, como que nós podemos identificar e por que eu fiz essas perguntas no início? Porque se você é uma pessoa mais, talvez esteja mais para o lado extrovertido, você vai ter alguns tipos de comportamento e algumas características que mostram, que demonstram ali como o seu cérebro é mais ou menos sensível aos aos estímulos. Se você é uma pessoa que se sente energizada por meio dos estímulos, e o que são os estímulos, Thay? Parênteses rápido. Estímulo é tudo. Luz, som, interação, relacionamento com outras pessoas, tudo é estímulo. É algo que gera dopamina em você por exemplo, interações sociais gera muita dopamina então se você é uma pessoa que se sente energizada uma pessoa menos sensível aos estímulos que você precisa de mais estímulos, que você se alimenta desses estímulos, então você é uma pessoa que está mais para a extroversão dentro desse espectro, mais para a extroversão. E você tem comportamentos que nasceram com você, que vem de fábrica, que fazem parte da sua biogenética, da sua biologia, da sua genética, do seu jeitinho de ser, que te caracterizam como uma pessoa mais extrovertida. Talvez você esteja mais próximo desse polo, tá? Agora, as pessoas introvertidas estão mais próximas desse outro polo, que são pessoas mais sensíveis aos estímulos. Lembrando que os estímulos, um parênteses de novo, é tudo. É luz, é interação social, é som, é tudo. Então, as pessoas que são mais sensíveis, têm um cérebro mais sensível aos estímulos, elas vão se sentir mais sobrecarregadas, mais drenadas da sua energia, sendo consumida quando ela é exposta aos estímulos. E o comportamento dela, vários comportamentos e atitudes dela, vão demonstrar, vão estar alinhadas a essas características do cérebro. E tem pessoas, a grande maioria, é legal falar sobre a população mundial, ela tem uma distribuição normal. Então a grande maioria está mais próximo do centro desse espectro. Mas existem pessoas que estão mais próximas dos polos de extroversão e de introversão. Mas a maioria está mais para o centro, que é aquilo que a gente chama de ambivert. Tem o introvert, extrovert e ambivert. Os ambivertidos são pessoas mais próximas do centro. Então, elas têm características introvertidas e características extrovertidas quando a gente começa então a entender que existe um traço de personalidade que faz com que a gente tenha alguns comportamentos de maneira inconsciente seja a nossa linguagem corporal, sejam as nossas decisões a gente começa a entender porque que ajam as nossas decisões, a gente começa a entender por que que a gente faz algumas coisas, por que que a gente prefere algumas coisas, por que que a gente quer algumas coisas, tá? Então, eu, por exemplo, sou uma pessoa que por mais que as pessoas achem que eu sou extrovertida, por não ter timidez, por conseguir me comunicar bem com as pessoas, por ter ali um certo nível de positividade ali no meu comportamento, eu sou uma pessoa que estou mais próximo do espectro introvertido. Interessante isso, né? Por quê? Porque eu tenho várias características do tipo, num final de semana, ou no momento que eu tenho liberdade de escolher o que eu quero fazer, eu sou uma pessoa que prefiro, eu amo ficar sozinha, eu sou uma pessoa que gosto muito de fazer coisas que tenham menos estímulos, lugares menos barulhentos, estar com menos pessoas, ou sozinha. Então são características que eu tenho, que fazem do meu estilo de de vida um estilo de vida introvertido, tá? E tem pessoas que têm um estilo de vida completamente diferente. Thaisa, por que você está me contando isso? Bom, além de você se conhecer e começar a entender onde talvez dentro desse espectro você esteja inserido, talvez você esteja um extremo introvertido ou uma pessoa extremamente extrovertida, talvez você já consiga se identificar nesses extremos, mas talvez você esteja mais próximo do centro. E o ponto é que quanto mais nós nos conhecemos, mais nós respeitamos quem nós somos. Existem diversas pessoas que passam uma vida toda tentando ser extrovertida, sendo introvertida. Pessoas que tentam caminhar, se envolver, ser influenciadas, se deixam ser influenciadas por estilos de vida de pessoas que gostam, por exemplo, de ir em baladas. Tem pessoas que gostam muito de ir em baladas, que se sentem energizadas, são mais extrovertidas, enquanto outras pessoas olham para isso e falam assim, nossa, eu odeio isso, mas eu vou me forçar porque eu preciso socializar, porque eu preciso estar com as outras pessoas, porque os meus amigos vão. Sabe o que você está fazendo? Você está se desrespeitando quando você não entende quem você é, não se conhece e começa então a lutar com a sua própria personalidade. Isso não significa que a gente não vai ter que fazer esforços ao longo da nossa vida, né? Sei lá, nós temos um parceiro, por exemplo, que é uma pessoa com um traço de personalidade diferente do nosso, e aí nós vamos nos esforçar para fazer algo que talvez esteja no polo dela, mas não esteja no meu polo de personalidade. Então, a gente vai se flexibilizar em diversos momentos da nossa vida, mas nós precisamos nos conhecer, saber quem nós somos, para que então, quando nós nos abrirmos uma exceção ali, nós sabermos o que vai acontecer depois daquela exceção. Vou dar mais um exemplo pra você. Eu sou uma pessoa introvertida. Isso significa, então, uma pessoa mais introvertida, né? Lembrando que é dentro do espectro. Eu sou uma pessoa mais introvertida. Não sou extremamente introvertida, tá? Mas eu tenho um grau de introversão interessante dentro desse espectro. Então eu sei, por exemplo, que quando eu vou fazer uma palestra, vou palestrar em algum lugar, e eu já fiz mais de 520 apresentações ao longo dos últimos 4, 5 anos. E muitas delas foram presenciais. Então, quando eu vou numa palestra presencial, fazer uma apresentação presencial, eu tenho certeza e eu sei que eu, fazer uma apresentação presencial, eu tenho certeza e eu sei que eu, como uma pessoa introvertida, eu vou, então, me expor no palco e depois disso eu quero, eu desejo, falar com as pessoas que queiram falar comigo após a entrega de conteúdo. E essa interação social, tirar foto, fui num evento, um front-end, Sampa, por exemplo, fez fila ali de pessoas querendo tirar foto, e essa interação social, de novo, eu tenho consciência de que isso está drenando a minha energia, tá? Isso é um número muito grande de estímulo pra mim, tá? E eu sei que isso está drenando a minha energia. Por quê? Porque eu sou uma pessoa mais sensível, uma pessoa mais introvertida. Então, eu tenho consciência de que eu quero fazer isso. Eu quero essa interação. Essa interação é importante pra mim. Eu desejo isso. Mas eu também tenho consciência de que depois que eu saio de um evento desse, eu preciso de um período para recarregar a minha energia. E como eu faço isso? Passando um período com poucos estímulos. Então eu provavelmente vou sair desse evento e vou encontrar algum familiar, algum parente, algum amigo, poucas pessoas, um ambiente mais tranquilo, mais mais quieto pra poder jantar, por exemplo. Ou eu vou passar o dia seguinte mais quietinha, mais na minha, mais sozinha, ou com menos pessoas pra que eu possa recarregar a minha energia. Não adianta eu tentar lutar contra a minha personalidade e simplesmente ah, fui pra um evento, sei que isso tá drenando a minha energia, de lá eu vou pra um outro evento, depois eu vou pra um outro evento, no dia seguinte eu tenho mais um evento, no outro eu tenho mais um evento, depois eu tenho mais um evento, e tá uma semana, isso já aconteceu, tá? Mas eu tinha consciência de que essa semana ela era importante, ela era necessária, no meio necessária. No meio dessa semana eu tentei encontrar momentos onde eu pudesse estar com menos estímulos, tá? E depois que essa semana aconteceu, eu precisei passar um bom período ali, alguns dias, sem estímulos. que eu sou uma pessoa mais introvertida. E isso impacta não apenas na questão das minhas relações sociais, mas ao me relacionar com outras pessoas, eu também posso parar para perceber qual é o traço de personalidade dela. Então, se eu, por exemplo, tenho amigos que são extremamente extrovertidos, eles vão ter características, decisões, desejos diferentes. E aí eu preciso perceber, será que eu estou acompanhando essa pessoa pura e simplesmente porque eu não me conheço? Ou não, é uma exceção que eu estou abrindo porque eu sei que ela tem um jeitinho diferente de ser. Eu lembro que eu contei, eu entreguei isso como conteúdo, que eu estou falando aqui para vocês de introversão, extroversão, intimidez, para algumas pessoas ao longo da minha vida, nas minhas mentorias e tudo mais. E eu lembro que uma situação foi bem marcante pra mim. Eu estava falando com uma pessoa que dá aula de tecnologia, tem uma certa relevância no universo, no nosso universo. E aí eu lembro que quando eu falei sobre isso pra ele, na hora parece que deu um estalo na cabeça dele. E ele falou assim, meu Deus, agora eu entendi. Eu falei, entendeu o quê? E aí ele falou assim, eu sou introvertido. E agora eu entendi que a minha esposa é extremamente extrovertida. E eu falei, tá, e qual é o impacto dessa informação pra você dele? Agora eu entendo que, por exemplo, a gente mora num lugar super afastado eu amo estar aqui nesse lugar extremamente afastado, ficar no meu cantinho ficar quietinho, meu folhinho de ouvido minha musiquinha, tranquilinho e ela é uma pessoa que quer sempre estar trazendo gente em casa, indo pra casa dos parentes, ela é uma pessoa que, nossa, ela tá sempre com vontade de interagir com outras pessoas e de estar fazendo alguma coisa. Então, ela tem características diferentes. E aí ele virou pra mim e ele falou uma das frases que eu achei mais interessantes. Todos os anos que eu já dava aula, foi a primeira vez que eu ouvi alguém falando assim, caramba, agora eu descobri que ela não faz por mal. Ela realmente tem uma forma diferente, o cérebro dela funciona de uma maneira diferente, ela precisa de coisas diferentes do que eu preciso. E quando eu consigo compreender como os cérebros funcionam, como o meu cérebro funciona, eu consigo então comunicar para as outras pessoas. Talvez ela tinha um baixo autoconhecimento, não entendia porque ela fazia o que ela fazia, e isso gerava muitos conflitos no seu relacionamento. E ele também, por não entender, não conhecer, ele acabava julgando o que ela estava fazendo como algo talvez apenas para feri-lo, para machucá-lo. E ele entendeu que não, ela tem uma forma diferente de ser e eu tenho uma forma diferente de ser. Então depois disso eles sentaram, eles conversaram ele explicou pra ela o que ele aprendeu a respeito de introversão e extroversão. E eles começaram então a fazer combinados pra que os dois pudessem ter as suas características as suas necessidades sanadas sem ferir as necessidades do outro. Eu sei que isso soa extremamente profundo, até porque eu trouxe um exemplo relacionado a relacionamentos, mas é importante a gente saber que todas as pessoas possuem algum grau de sensibilidade, algum grau de extroversão, e quanto mais nós conseguirmos identificar isso, nós podemos dialogar com as pessoas e respeitar quem elas são. E quanto mais eu me compreendo, mais eu consigo fazer com que as pessoas respeitem quem eu sou, como eu funciono e como eu gosto de ser, tá? Então, a gente precisa entender que nós temos limites e que esses limites, eles podem ser compreendidos e eles podem ser trabalhados. Mas isso não significa que uma pessoa que é extremamente introvertida agora vai passar simplesmente a ser uma pessoa extrovertida porque ela quer. Existe um limite também do que nós conseguimos flexibilizar. E outra coisa, por quê? Por que nós faremos isso? É apenas para agradar as outras pessoas? Será que eu realmente quero flexibilizar isso? Então nós precisamos entender até que ponto, né? Quais são os nossos limites e até que ponto realmente quero flexibilizar isso? Então nós precisamos entender até que ponto, né? Quais são os nossos limites e até que ponto nós vamos flexibilizar os nossos limites. E muitas pessoas passam a vida toda flexibilizando os seus limites e não respeitando quem é e como funciona. Apenas para agradar as outras pessoas. Mas nisso a gente está deixando de ser quem a gente é. A nossa identidade gerando outros problemas. Porque quando eu não respeito quem eu sou e como eu funciono, eu vou gerar outras dificuldades, outros problemas que precisarão ser trabalhados e que dependendo de quanto tempo eu estiver fazendo isso, desse respeito a quem eu sou, isso pode se tornar algo muito profundo e ser ainda mais difícil de ser trabalhado, né? Enfim, lá na frente, quando você começar a tentar trabalhar isso, isso não significa que vai ser impossível, sem dúvida, mas vai ser bem mais difícil, né? Então, quanto antes nós conhecermos quem nós somos, aumentarmos nosso autoconhecimento, mais fácil vai ser pra gente poder trabalhar então, o autorrespeito, né? Quanto mais eu me entendo, mais eu me respeito. Tudo bem? Introversão e extroversão. Então, mais um ponto importante a respeito dessas diferenças. Existem características de linguagem corporal e de comunicação que são específicas de cada um desses polos, tá? Então, por exemplo, as pessoas que são mais introvertidas, que têm características mais introvertidas dentro desse polo, elas são pessoas que tendem a, por exemplo, gostar menos de falar tocando, já as pessoas extrovertidas talvez você conheça alguém que fala já tocando nas pessoas, ela gosta do contato físico ela gosta dessa proximidade essa prosêmica que a gente chama ela gosta de estar mais próximo de quem ela está conversando, já a pessoa introvertida é uma pessoa que ela gosta de um afastamento maior então, se você ver duas pessoas uma introvertida e uma extrovertida conversando, provavelmente você vai ver uma pessoa extrovertida se aproximando mais para poder falar e a introvertida se afastando. E isso é uma questão de linguagem corporal, isso é inconsciente. Muitas das vezes a gente vai fazer isso e a gente nem vai conseguir perceber que nós estamos fazendo. Mas quanto mais nós nos conhecemos, mais nós conseguiremos compreender, mesmo que seja depois do acontecimento, tá? Então, existem diferenças. Por exemplo, mais um exemplo aqui pra vocês, algumas pessoas extrovertidas são vistas até como pessoas mais alegres, né? Talvez você conheça pessoas que são vibrantes, ela chega num ambiente, ela muda o ambiente, etc, porque ela é tão alegre, ela é tão pra frente, ela é tão pra cima, ela gosta da interação social e tal, ela contagia as pessoas com aquela energia. Provavelmente essa pessoa é uma pessoa extrovertida, tá? A tendência dela ser extrovertida é muito grande, dela ter, dentro do espectro, ela estar mais próxima da extroversão. Ela se sentir energizada com essa intensidade e interação social então essa pessoa, ela tem algumas características que podem parecer que ela é uma pessoa mais positiva e realmente ela tem uma positividade bem intensa a pessoa introvertida, talvez ela passe para os outros que ela não é uma pessoa tão positiva. E tem um ponto muito interessante que eu já ouvi o Pedro Calabresi falando, que é o seguinte, que é um PHD em comportamento humano. Que ele fala assim, a pessoa introvertida não é que ela seja negativa, mas ela é uma pessoa com baixa positividade. não é que ela seja negativa, mas ela é uma pessoa com baixa positividade. Interessante isso, né? E a forma com que ela expõe a sua positividade ou até a sua alegria é diferente. Então, algumas pessoas introvertidas que de fato estão nesse polo da introversão, tá? Que não é uma maioria, lembrando que a maioria ela tá aqui mais próximo do centro, né? E aí, para as extremidades, nós temos um número grande de pessoas que não conseguem compreender porque elas são daquele jeito. Então, tem pessoas que vão demonstrar a sua alegria de uma forma diferente. De novo, gente, vai ter gente que realmente ela tá muito chateada, ela tá triste, ela teve algum trauma, ela teve alguma dificuldade, ela tem uma questão emocional, uma falta de inteligência emocional. Isso é uma coisa. Outra coisa é a pessoa de fato ter um traço de personalidade que ao receber uma premiação, ao receber algo maravilhoso, a reação dela não vai ser uma reação como os extrovertidos, que saem pulando, gritando, dançando e tal. Talvez ela tenha uma reação mais branda, mas por dentro ela está extremamente feliz. Só que a forma de demonstração de uma pessoa introvertida é diferente da demonstração de uma pessoa extrovertida. Tá? Então, nós precisamos identificar as nossas características e eu busquei trazer aqui alguns exemplos pra vocês que se relacionam. A demonstração da positividade, a questão de comunicação, a questão de linguagem corporal, a forma com que eu interajo com as relações e as interações interpessoais com outras pessoas, como que eu lido com determinados estímulos, com muitos estímulos, o quanto isso drena a minha energia e o quanto eu preciso, então, me recarregar, ou o quanto a interação social, ela já me recarrega, tá bom? Eu espero que você tenha conseguido se identificar em alguns aspectos. Talvez você seja um ambiverte, né? Talvez você esteja aqui mais próximo do meio, do centro desse espectro. E você tenha características, né? Algumas características de introversão, algumas características de mais extroversão. Ou talvez você, de fato, esteja em algum dos polos mais próximos de algum dos extremos. Espero que isso tenha contribuído, te ajudado a entender um pouco mais sobre como você funciona e não apenas você, mas também as pessoas que estão ao seu redor, não apenas no âmbito pessoal, mas também no seu âmbito profissional, o seu líder, a sua líder, seus liderados, as pessoas que você trabalha, seus pares, por exemplo. Isso te ajudará, então, a compreender até como lidar com essas pessoas e entender que muitas vezes não é que elas estão fazendo por maldade, mas sim que é o traço de personalidade, elas funcionam de uma maneira diferente de você. E que você funciona de uma forma provavelmente diferente delas e também precisa se respeitar e comunicar para os outros aquilo que faz sentido para a sua existência e para o seu estilo de vida.