bom pessoal agora a gente vai tentar fazer a instalação desse cara aqui no nosso cluster tá a novamente como disse aqui pra vocês aqui sempre ele vai mostrar a forma de como que você instala então a instalação você vai colocar realmente install o nome da religião seja o nome da instalação que você quer utilizar e aqui você vai passar o caminho tá no final das contas do registro onde isso aí vai estar colocado e o nome do repositório então no caso da bitnami né só pra vocês saberem tá porque eu digo que bitnami é confiável a bitnami é uma empresa da vmware inclusive está então não é qualquer empresa e etc sabe que tem uma empresa da VMware, inclusive. Então, não é qualquer empresa e etc. A gente sabe que tem uma empresa maior por trás. Então, nesse caso aqui, como que eu faria? Eu colocaria Helm Install, o nome da instalação minha. Aí, o registry, eu colocaria registry1.docker.io e o repositório, o nome do repositório, Bitnami Charts. Então, vamos tentar fazer isso aqui? Vamos. Então, eu vou colocar assim, eu vou aqui no meu VS Code, vou colocar Realm Install, ao invés de MyRelease, eu vou colocar MySQL Server, dessa forma aqui. Esse vai ser o nome da minha instalação aí o ou se aí eu vou colocar registry.com.br eu vou colocar dessa forma barra eu vou colocar o nome do repositório que é bitnami chart barra mais sequer legal e agora eu vou dar um instalar vamos ver como é que ele vai instalar agora você deve estar pensando aonde ele vai como é que ele vai instalar. Agora você deve estar pensando, aonde ele vai instalar isso? Ele vai instalar no seu cluster Kubernetes. Lembra que eu falei que a gente tem um arquivo que dá acesso, né? O kubiconfig é o arquivo que configura o contexto da sua máquina, tá? Para acessar o seu cluster, onde tem as suas credenciais, daqui a pouco eu já te mostro. O Helm vai utilizar esse arquivo, basicamente, pra saber em qual cluster você vai trabalhar, tá? Quando a gente utilizou o kind, né, pra instalar, a gente rodou um comando lá, set context, kind, traço kind lá. Ou seja, ele tá falando que é aquele cara que a gente vai utilizar. Então, eu vou dar um enter aqui. Vamos lá, vamos ver o que vai rolar aqui. Vamos rodar. E agora aqui, ele já rodou uma parada muito louca aqui. Basicamente, ele já instalou. Tão rápido assim, tão rápido. Mas, olhe só alguns pontos importantes como ele vai trazer aqui para você. Olha só. Primeiramente, para você saber, o seu usuário é root, mas a senha do seu usuário qual que vai ser? Então o que ele fala é o seguinte, rode esse comando aqui e você vai perceber que a sua senha do MySQL vai ser baseado nesse comando que está sendo passado aqui. Legal? Então, o que vai acontecer aqui? Se eu colocar aqui, mais SQL, vou copiar essa linha, e vou colar aqui, o que ele fez? Ele rodou esse comando, ou seja, kubectl get secret, porque os passwords do Kubernetes é gravado num lugar que a gente chama de secret. E ele está pegando o root password aqui para mim. E isso ele gravou nessa variável aqui para mim. Que é a MySQL root password. Se eu der um eco aqui nessa minha variável. Olha só. Essa é a minha senha de root. Legal? Show. Agora ele fala. Para você poder se conectar com o seu MySQL, você pode fazer uma coisa. Uma coisa é o seguinte, você pode criar um pod em tempo de execução que vai ser um client do MySQL, para que você possa digitar MySQL. Pode ver, eu tenho um client MySQL aqui na minha máquina. Mas se você não tem, você roda esse comando e você vai se conectar num client. Legal? E aí, para se conectar no MySQL, o que você vai fazer? Você vai dar um MySQL, menos H, MySQL service, ponto default, ponto CSV, ponto cluster, ponto local. E eu já quero falar sobre isso aqui. Isso aqui é o nome do service lembra que a gente tem um cluster IP o nome do service vai ser MySQL Server, o que que é .default é o namespace do Kubernetes ele pode ter diversos namespaces e o sbc.cluster.local é o nome padrão então no final das contas o nome do nosso service do MySQL é MySQL Server então o que Então, no final das contas, o nome do nosso service do MySQL é MySQL Server. Então, o que ele está falando o seguinte aqui para mim? Se você rodar esse comando, você vai acessar, está vendo que ele está dando um bash, um MySQL Client, uma máquina com MySQL Client. Então, eu vou rodar aqui, ele vai criar um pod para mim em tempo de execução e falou, opa, você está dentro de um Client MySQL aqui para mim. Agora, como que eu me conecto nesse servidor MySQL? Daí ele vai falar, para se conectar, você vai dar um MySQL, menos H, se você já trabalhou com MySQL, você sabe se conectar. É MySQL, menos H, que é o host, menos o root, menos P, que é o password. Então, o que eu vou fazer? eu vou rodar esse comando vou dar um enter e pronto estou aqui rodando o mysql então vou colocar show database vai ter lá o mysql o coisa eu posso dar um create né a database full cycle ele criouou, use full cycle, show tables. Então, perceba que tudo isso aqui eu estou fazendo dentro do MySQL que está instalado no meu Kubernetes. Legal? Vou sair daqui e vou sair dentro do pod. Maravilha, tá? Pode ver que o meu pod foi deletado. Então, perceba, aquele comando, quando eu dou um kubectl run, ele cria um pod. É como se fosse um docker run, no final das contas, que ele cria o pod. Quando eu saio, ele mata o pod, tá? Então, vamos ver essa parada. Se eu der um kubectl get pods, a gente vai ver agora aqui que eu tenho um pod aqui chamado mysql-server-0. Por quê? Porque provavelmente na configuração do Helm, como a gente fez, ele criou apenas um pod para rodar. E toda vez que você vê aqui que tem um zero na frente, significa que você está rodandoando um tipo de deployment diferente o nome desse deployment é stateful set para que que ele serve ele garante que você vai mandar usar sempre o mesmo nome para que esse pode seja encontrado porque às vezes você vai precisar gravar os dados em disco né você vai precisar de disco para gravar. E no caso do deployment normal, você não usa disco. Então, quando você usa disco, você usa um stateful set. Se você não usa disco, você usa o deployment normal. Mas não é esse nível de profundidade que a gente quer dar aqui para vocês em relação a Kubernetes. Eu quero que você tenha uma visão geral aqui de como o Kubernetes funciona. Se eu der um kubectl aqui, getService, você vai ver agora aqui que eu tenho aquele meu NginxService que a gente criou. Você vai ver que a gente tem o Kubernetes, aquele GoogleService que a gente fez. E olha só que interessante. A gente tem o server do MySQL, que é o serviço principal que a gente roda. Está vendo? Que é esse service aqui. E ele tem, inclusive, um IP atrelado. Fora isso, a gente tem um cara que ele cria como um headless server. Um service que é um headless. Ou seja, é um cara que você consegue ter uma independência ali nesse cara. Mas, de um cara que você consegue ter uma independência ali nesse cara. Mas de forma geral, você consegue aqui simplesmente ver os serviços da forma como ele trabalhou. Agora, olha só que interessante. A Cube CTL, Get All. Aqui ele vai trazer aqui para você. Lembra que eu falei que o MySQL, provavelmente ele rodava num stateful set? Ou seja, quando você tem um pod que vai fazer gravação em disco, você vai trabalhar com um stateful set. A gente tem os dois replica sets que a gente fez do Nginx, a gente tem o deployment do Nginx, a gente tem os serviços e a gente tem os pods que a gente estava trabalhando. Tudo isso que a gente fez com um comando para rodar uma SQL, a gente fez simplesmente isso utilizando o Helm Chart. Se eu chegar aqui, Helm, aqui você vai ver que você pode dar um um um Helm, cadê o meu amigo? Um Helm, cadê o meu amigo? um Helm Search tá? Helm Search RabbitMQ op, aqui eu tenho que passar na realidade o repositório também antes eu não quero, deixa, depois a gente roda o Search aqui, mas o ponto que eu estou querendo colocar é que você tem diversos comandos que você consegue trabalhar e que você não fica na mão só daquele site que a gente estava falando aqui, tá? Que ele traz essas explicações aqui para você fazer a instalação. Como que eu desinstalo o MySQL? Da mesma forma que eu instalei, eu desinstalo. Para desinstalar, eu vou dar um helm delete MySQL, traço o server. Tá? E pronto. Acabou, desinstalou o MySQL. Se eu der um kubectl get pods, você vai ver que já não está mais aqui o pod do MySQL. Se eu der um, deixa eu dar um get all aqui, né? Você vai ver que foram todos embora os serviços do MySQL. Simples assim, galera. Então, o Helm vai te ajudar muito a trabalhar com esses pontos aqui, quando a gente está falando de facilidades para instalação de pacotes e etc. Beleza? No próximo vídeo, a gente vai falar um pouco sobre os parâmetros e coisas desse tipo. Tá bom? Vamos nessa.