Não deu certo, bom, e agora eu vou fazer como para dar certo? Eu existo para resolver o problema, estou acostumada. O organismo antifrágil é aquele que está pronto para fazer de um problema uma solução. É alguém que se promete o tempo em questão, quer dizer, é alguém que tem curiosidade. É alguém que, para mim, sabe sair da sua zona de conforto todos os dias. Quando você acostuma a dores, você fica mais forte para enfrentar a dor do dia a dia das pessoas, que às vezes não dão certo. Todo mundo em volta de você, eu tenho que saber que louca era essa que tinha inventado isso. Ela completamente fez tudo o que você fazia. Porque eu nunca fiz nada na vida que não tivesse propósito de conceito. Ela viu a dificuldade, quer criar um produto novo. E aí eu falei, eu vou quebrar, não sei o quanto ele parece. Não existe uma trajetória de sucesso que seja uma linha reta. A volatilidade é uma característica positiva. Eu falei pra mim mesmo, nunca mais eu pego um custo em banco. E isso serviu de lição. Nunca consegui uma empresa de bilhões, mas porque tem a história de um só dia, eu tenho que me aguentar, e tá, eu enchei as pessoas, quando você faz bem, bem volta, eu fiz muito bem o que eu tinha que fazer. As coisas não eram muito certas Claro que teve uma parcela de sorte Mas a sorte sempre me achou trabalhando Show de bola, pessoal E é doido viver essa parada então, pessoal? Vamos chamar a Cris aqui. Deixa eu botar ela aqui. E aí, Cris, boa noite, tudo bem? Tudo bom, gente? Que legal estar aqui, estou muito feliz. Que bom, que bom. A gente também fica muito feliz em receber você, tá, Cris? É uma referência, né, não só no mundo ali de empreendedorismo, mas também para a gente aqui que quer alçar novos ares, que quer trabalhar de uma forma diferente do comum. Com certeza é uma grande inspiração. É a sua história e tudo o que você já construiu. Então, a gente fica muito feliz de receber você aqui com a gente hoje. Estou muito feliz também. Tenho certeza que vai ser um tempinho que a gente está dedicando aqui para abrir a mente de uma forma dinâmica realmente. Ah, que legal. Entender que todo mundo é empreendedor, né? Concordo, concordo 100%. Vamos lá então, Cris. Vamos lá. Essa é a nossa noite de hoje. Deixa eu colocar aqui o seu slide e aí eu vou me remover aqui e qualquer coisa é só chamar, aí você pode começar. Bom, boa noite gente, muito prazer, Jerry que não me conhecia, muito prazer, é legal conhecer todos vocês, agora mais de pertinho aqui, e falar um pouquinho sobre empreendedorismo nesse mundo da tecnologia, que é um mundo que não para de crescer, e graças a Deus tem vocês, os desenvolvedores web que estão transformando o mundo. E hoje eu vim falar um pouquinho de empreendedorismo porque todo mundo é empreendedor. A gente sabe que todos... Só ver se eu consigo mudar os slides aqui, só um pouquinho aí, gente. Tecnologia, é isso aí. Obrigado, funcionando, obrigado aí. Minha equipe aqui de universitários. Se a gente abrir um pouco a cabeça e deixar a mente expandir, a gente começa a perceber que o mundo, todo mundo é empreendedor. O blogueiro é empreendedor, o dentista é empreendedor, o médico é empreendedor, o vendedor de água na rua é empreendedor. Todo mundo é empreendedor. o médico empreendedor, o vendedor de água na rua é empreendedor. Todo mundo é empreendedor. Aquela pessoa que gera emprego e renda, a pessoa que dá emprego, que paga imposto, que contrata pessoas, que tem que fazer preço, tem que fazer gestão do negócio dele, tem que saber administrar o tempo, tem que fazer um plano de ação, um plano de negócio, tem que ter discipl tempo, tem que fazer um plano de ação, um plano de negócio, tem que ter disciplina, tem que ter liderança, tem que ser antifrágio. Todo mundo que precisa fazer tudo isso junto, de alguma forma, está empreendendo. Então, já que todo mundo é empreendedor, por que será que as universidades, as escolas não ensinam empreendedorismo? Então, assim, gente, é incrível como eu recebo profissional liberal falando eu tenho um consultório, me formei médico, mas ninguém me ensinou a empreender, eu não sei fazer preço, eu não sei gerenciar minha escutária, eu não sei como é que faz a contabilidade, não sei como é que eu gerencio o dinheiro que eu ganhei, como é que eu faço pra aplicar esse dinheiro, como é que eu faço para procurar um contador e saber o que quem está fazendo, que tipo de empresa eu abro, qual é o menor imposto que eu posso pagar no negócio que eu estou fazendo, como é que eu organizo o meu tempo, como é que eu cobro pelo meu tempo, e aí eu percebo que infelizmente falta mesmo, nas universidades um pouco sobre empreendedorismo. Então essa oportunidade que vocês estão tendo aqui, de ouvir um pouco de empreendedorismo no dia de hoje, vai abrir a cabeça de vocês. Eu tenho certeza que vão sair grandes negócios na cabeça de vocês, com a criatividade, com a capacidade técnica que vocês têm, vão sair grandes negócios daqui, dessa turma essa noite. E eu vou estar sempre aqui, porque apesar de a aula terminar e eu sair dessa tela, vocês podem me encontrar no meu vídeo social e eu respondo todo mundo. E eu faço isso porque eu faço esse trabalho com propósito. Meu propósito é transformar a vida das pessoas e transformar os mercados com o que eu faço. E transformar a vida das pessoas é isso, fazer com que as pessoas virem empreendedoras, tenham sucesso nos seus negócios e sejam felizes. E felicidade é isso, ela vem de pequenos objetivos que a gente alcança, pequenas metas que a gente se coloca. Não é fácil, eu não consigo vender atalhos para ninguém, você vai começar hoje, daqui a uma semana vai estar bilionário, muita gente por aí, os empreendedores de palco fazem isso. Fala que os caras que sobem no palco para te vender um negócio, ensinam você a ficar rico, quando nem ele fez isso. Ele ficou rico vendendo o curso para ensinar como é que fica rico. Então é isso aí. Isso não existe. Infelizmente, atalho não existe. Mas existe um formato, existem ferramentas que fazem sim qualquer pessoa que realmente tiver determinação, força, resistência, chegar lá. É disso que nós vamos falar hoje. Então, nós vamos começar falando sobre alguns pilares do empreendedorismo que são super importantes para todo mundo que quiser empreender. São três, são simples e objetivos. O primeiro deles, gente, é credibilidade. Você concorda que você não compra nada de uma pessoa que não tenha credibilidade? Você já é uma esposa. Pode ser uma água no farol, se vier essa água, acho que ele pegou ali no rio, não vou comprar. Pode ser, obviamente, um médico que você não vai consultar se ele não tiver credibilidade, ou um produto que estão falando mal no mercado que você não vai comprar. Ninguém compra nada que não tenha credibilidade. Ninguém se consulta, ninguém conversa, ninguém admira, ninguém quer estar perto de uma pessoa que não tenha credibilidade, em qualquer que seja a profissão. Portanto, se vocês querem crescer, precisa ter credibilidade. E aí as pessoas me falam, bom, mas isso é óbvio, eu cuido da minha credibilidade, eu sei o que eu faço, então eu estou em paz. Aí eu falo, sabe de uma coisa? Não é só a gente que cuida da nossa credibilidade, é todo mundo em volta de nós. Se a gente tem algum funcionário, ele também está cuidando da credibilidade do CEO, do Founder da empresa e do negócio. Se você tem um só, ele também está compartilhando a sua credibilidade do seu nome, do seu negócio. Se você tem um distribuidor, por exemplo, que está distribuindo o seu produto, ele também pode pedir a sua marca. E principalmente quem faz o seu marketing, quem faz a sua venda. Por exemplo, eu tenho um produto lá de colágeno. Se você for na farmácia e for mal atendido pela balconista, você vai sair com a vinha de colágeno daqueles que estão mal atendidos e não querem comprar mais. Eu nem estava lá, nem estou sabendo que essa boa polícia atendeu mal obviamente não estava ali, mas eu faço mal de alguma forma só a respingar e agora com a mídia social isso se expandiu a enésima potência, porque uma pessoa ser cancelada é uma fração de serviço, a gente tem alguns exemplos bem marcantes outro dia uma empresa de bebidas nos Estados Unidos fabricou uma cerveja no Texas, onde só tem macho-mé, cowboy, chapéu, bem quente, dos Estados Unidos, bem tradicionalista, usou uma campanha com um trans tomando a cerveja. O que está tudo certo, amigo de Mário. Porque a diversidade está aí para ser mostrada e todo mundo pode qualquer coisa. Então por que um trans não pode tomar cerveja? Poder pode, só que aqueles consumidores não se identificavam mais com a cerveja. Então, espera aí, se essa cerveja está trans, eu me identifico com esse sentimento, para mim não serve. E foi uma crise que derrubou as vendas da cerveja. Uma ação de marketing de um gerente de marketing que não pensou o quanto essa campanha correta de diversidade, que está certa, que precisa ter mesmo, mesmo poderia afetar aquele público negativamente. Então isso fere a credibilidade da marca e isso fere as vendas. Então gente, credibilidade é uma coisa que a gente tem que tomar conta dela 24 horas e de o resto das nossas vidas. Se a gente quiser ter um relacionamento saudável, se a gente quiser ter uma carreira saudável, se a gente quiser ter sucesso nos negócios, se a gente for criar. Bom, outro ponto muito importante, eu falo muito sobre network. Network é fundamental, conhecer as pessoas certas, no lugar certo, e tem a ver com o objetivo do que você quer fazer. Então, se eu quero construir um banco, eu tenho que conhecer pessoas do mercado financeiro. Uma pessoa que uma hora que eu tenho uma dúvida, que eu preciso de alguma coisa, eu passo a mão no telefone e falo, ô Paulinho, me ajuda aqui. Como é que eu faço tal coisa? Como é que eu chego e tal negócio? E o Paulinho te atende na mesma hora e te ajuda a fazer isso. Network, gente, vai muito mais que o dinheiro. Porque o dinheiro não faz com que o Paulinho atenda o seu telefone na hora que você ir. Não faz com que a pessoa que você precisa para resolver um negócio que às vezes está travando o teu negócio esteja ali para te atender. Você pode sim comprar serviços, mas você não compra, né? Network, a gente conquista, sabe como? Através da doação. Você doa, você doa, você doa, isso é uma coisa muito generosa e empática, você doa, você doa, você doa, você doa, um dia você fala preciso de tal coisa, quem é que não vai te ajudar? Então, o network poderoso, o network singular mesmo, ele vem da doação. E ele vem de participar hoje, como nesse evento que nós estamos aqui, conhecendo outras pessoas que têm o mesmo propósito, que têm a mesma ideia, que às vezes têm a mesma dificuldade, que podem compartilhar com você, que podem trocar ideia. Você tem o conhecimento de uma coisa, ele tem de outra, vocês podem se unir um ao outro. Então conhecer pessoas, aumentar o seu círculo de relacionamento dentro do mercado que você quer atuar como profissional ou empreender é super importante para que você consiga escalar e rápido. Portanto, o netbook vale mais do que dinheiro. Claro que é isso. Um outro ponto é resultado. Quem é que compra alguma coisa de alguém que não tem resultado? Simplesmente não compra. Por que o antes e depois do estágio da funcionação? Porque você fala, olha, antes era assim, agora está assim. Deu certo, não deu? Eu dei resultado, não deu? Pode confiar que vai funcionar? Qualquer coisa que seja. Se você mostrar o resultado, você ganha de 10 vezes mais. Então, eu fiz isso daqui, eu dei resultado, eu sou competente. Simples assim. Tem resultado, tem competência. E sempre é melhor uma outra pessoa falando de você do que você falando de você mesmo. Se eu chegar para você e falar, não, eu sou bárbaro, eu sou incrível, porque eu fiz tal e tal coisa. Você fala, não, não será mesmo? É ela que está contando essa história. É claro que ela vai falar bem dela mesmo ou do produto dela. Agora, se uma outra pessoa vier aqui e falar, gente, a Cris é bárbara, ela fez isso e isso. Você vai falar, nossa, deve ser de si mesmo, o cara está falando, principalmente se for um cara que tem autoridade para falar daquele assunto. Então, você ter outra pessoa falando de você, vende muito mais do que você vendendo falando de você, mas de qualquer forma, você precisa mostrar resultado. Por isso que prova social no Instagram, ou num curso, ou num evento, ou num tratamento, Instagram, ou num curso, ou num evento, ou num tratamento, ou num remédio, ou qualquer coisa que você esteja vendendo, funciona tão bem. Porque alguém interessado, com as partes da companhia, dizendo, esse produto eu gostei, esse iogurte é muito bom, esse sorvete, nossa, é uma delícia, nossa, esse remédio funcionou, olha, saiu toda a minha espinha. Então você fala, nossa, se todas essas pessoas são consumidores comuns, estão dizendo que isso funciona, ou se todas essas pessoas fizeram esse curso, e o curso é bom, e as pessoas gostaram, é porque é bom mesmo. Então, prova social, resultado, vendem muito mais que qualquer outra coisa. Não sei se você quiser vender alguma coisa, mas aproveite dessa ferramenta que ela escala bem rápido. Agora, olha essa frase, eu adoro essa frase, gente. Seth Godin diz o seguinte, o mundo é daqueles que criam algo, mas criam algo escasso e diferente, não é só barato. Pense um pouquinho sobre isso. Você compra uma coisa só porque ela é barata? Ah, eu vou comprar porque isso aqui é barato e eu vou comprar do polo em casa. Será que eu preciso disso aqui? Não sei. Só porque é barato? Isso vai me motivar a sair de onde eu estou, entrar em um site, comprar alguma coisa só porque é barato? Ah, está vendendo uma cadeira barata. Ah, vou comprar barata a cadeira, vou comprar? Não. Ou eu preciso dessa cadeira, ou ela é uma cadeira diferente, que eu sinto mais confortável, que acorde nas costas, se eu estou no computador, que faz massagem no meu pé, alguma coisa diferente essa cadeira tem que ser. E, principalmente alguma coisa diferente essa cadeira tem que ter. E principalmente você se motiva muito se tem algum tipo de escarteiro. Isso é um gatilho que sempre funciona na vida. Mas o principal deles é que esse produto tem algum diferencial competitivo muito importante. Se eu consigo explicar esse produto numa frase. Olha, essa cadeira não pode deixar de ter. Sabe por quê? Ela faz massagem no teu pé, apoia as tuas costas e quando você está cansado ela já e quando você está cansado, ela já sente que você está cansado, ela já repina, que você dá uma dormidinha. Olha esse caderno inteligente. Você pode ficar sem ela? Não, já vendi. Quantos eu vendi aqui? Nem sei, é pena que eu não estou vendendo você. Mas, ó, se for levantar a mão quem ia comprar, atualmente todo mundo iria comprar. Por quê? Não existe nenhuma cadeira igual a essa em nenhum lugar do mundo. Só existe aqui, ela é diferente, você gostou, tem tudo a ver com a sua dor ou com a sua necessidade ou que você precisa que às vezes você nem sabia que precisava de uma cadeira que dá uma empinadinha, que dá uma cochilada. A hora que eu falei, putz, eu não pensei nisso, uma cadeira dessa que me faz cochilar é maravilhoso. Não posso mais viver sem. Esse exemplo que eu dei é um exemplo idiota, mas vejam. Quando esse Jobs mostrou um daqueles lançamentos dele, o iPad, eu pensei, agora esse cara pirou. O que ele está me mostrando? Um computador que é pequeno. Demais. Não faz nada com um computador desse tamanho. E se para usar de telefone, aquele negócio gigantesco, é muito desconfortável. Também não quero. Agora ele errou, ele não vai vender nada disso aí. Gente, hoje em dia eu tenho um iPad e um Bluetooth sem meu. Ele antecipou uma tendência, ele antecipou uma coisa que eu ia precisar que eu nem imaginava que eu ia precisar. Aliás, na na hora que começou eu achei que ele ainda estava louco. O que ele está inventando nesse negócio? Dessa vez ele errou, não vai vender nenhum. Então, o grande inovador é aquele cara que intercípula o que as pessoas vão precisar. Aquilo que está no inconsciente coletivo, sabe? O que as pessoas querem é o que elas nemibam. Elas nem saibam disso. Então a gente precisa criar algo diferente. Inovar. Fazer alguma coisa diferente. Eu sempre falo essa frase aqui. Inovação te dá licença poética de começar pequeno. Porque veja, o cara lá do Chart.pt criou uma inovação. Um negócio novo que faz isso, faz isso, faz aquilo, é completamente diferente. Ele nem precisou fazer propaganda, ele nem precisou fazer nada. Uma semana depois, 100 milhões de downloads. Por que ele conseguiu tanto downloads? Porque era uma inovação impressionantemente diferente, impressionantemente acessível, todo mundo podia usar, era prático, fácil e que podia transformar na forma de pensar, de escrever, de fazer, várias coisas. Novo, diferente, fácil, me deu. 100 milhões de downloads em uma semana. Então o que a gente precisa buscar quando a gente quer começar um negócio? Fazer um negócio diferente, fazer um negócio novo. Ter um diferencial competitivo bem, bem, bem forte. Bem claro. Muita gente começa diferente de negócio. Fala, vamos ver uma coisa que vende muito. Ah, já sei. Nossa, sabão em pó vende muito. Todo mundo compra sabão em pó, ninguém vive sem sabão em pó. Que óbvio, eu vou fazer um sabão em pó. Eu já sei que eu vou vender. Porque vendem bilhões de unidades por dia desse negócio. Ela vai lá, pega o concorrente que mais vende, um líder de categoria, e faz um YouTube, que a gente chama, faz um Eu Também. Vai lá e copia esse produto, igualzinho, o cheiro, a embalagem, as cores e tal, e lança lá o sabão em pó da Cris. No supermercado o cara fala, obrigado, já tenho. Vai na farmácia, fala, sabão em pó, com essa cara, com essa cor, já tenho. Vai na farmácia, tá bom em pó, com essa cara, com essa cor, já tenho. Obrigada. Voltei pra casa, quantos que eu vendi? Nenhum. Por quê? Já tem um componente gigantesco no mercado, fazendo sabão em pó. Ele tem um preço competitivo que eu não consigo alcançar, porque ele compra matéria-prima em volumes gigantescos, ele vende milhões de unidades, se eu economizá-la, ele compra mais barato, ele consegue vender mais barato, ele já tem distribuição, a distribuição para ele custar pouco, para mim custar muito, eu vou ter que vender um por vez, vou ter que ir no meu carro, parar na frente, minha primeira venda, minha segunda venda, só consegui fabricar 10 caixinhas, cada caixinha custou quase 100 reais. Porque a caixa, se eu faço 10 caixas é um preço, faço 10 milhões de caixas é um preço iminente. Então, você entende que eu não consigo concorrer com o líder de categoria? Então, fazer uma coisa, eu já tenho um monte no mercado, as vezes o pessoal fala, eu vou montar uma loja de roupa. Eu falo, é mesmo? Por quê? Ah, eu adoro roupa. Então eu vou ter uma loja de roupa. Falei, sim, mas o que a Tola já tem? Ah, ela vende calçadinhos, vende camisetas, vende... Quantas lojas vendem calçadinhos e camisetas ali no seu bairro? Ah, tem várias. Mas que eles não estão conseguindo vender. Por que o consumidor vai sair da loja porque ele já comprou a camiseta do seu bairro e vai na sua? Por que ele vai se motivar a fazer isso? Ou você tem um diferencial muito grande, pois não vai. Ah, não, minha camiseta não precisa passar. A minha camiseta cai coisa e não mancha. Cai vinho e não mancha. Ah, espera aí, vou comprar só essa camiseta cai coisa e não mancha. Cai vinho e não mancha. Ah, peraí, vou comprar só essa camiseta branca desse cara aí, que não mancha, que eu não preciso passar. Entendeu? Ou você tem um diferencial competitivo importante, alguma inovação, ou você não começa o seu negócio do zero. Se você tiver, você começa do zero e sem dinheiro tiver, você começa do zero e estende em um. Porque o negócio te ajuda a vender, a inovação te ajuda a vender. Então, gente, inovar é fundamental para começar um negócio. Para vocês, desenvolvedores, é muito fácil. Porque vocês estão antenados com o que vai acontecer, o que está acontecendo as transformações que vão acontecer nós vamos falar um pouquinho sobre isso já já então dê valor à inovação porque ela é fundamental para criar um negócio de zero ou para escalar sabendo que toda vez que a gente inova a gente vai ter que ensinar como isso funciona. E no primeiro momento, o turma vai dizer, ixi, que besteira isso daí. Isso daí não faz mal para a saúde, ou isso daí não é bom, ou isso daí não funciona. Quando eu lancei o primeiro produto de colágeno do mundo, em 2010, foi o primeiro alimento com colágeno do mundo. Nós lançamos um verso dessa categoria para o mundo inteiro. Eu bem treino, um liceu, em 2010 ganhei a vida mais inovadora do mundo, nos Estados Unidos, com colágeno, etc. Sabe o que saiu na revista Arvore? Que eu era louca porque eu estava envenenando as pessoas, fazendo as pessoas comerem creme. Hoje a gente dá risada. mas na época eu tive que explicar que não era a crença. Quando a gente inova, a gente tem que ter paciência para educar o consumidor do que é aquela inovação. E saiba que no primeiro momento todo mundo vai te dizer que aquilo vai dar certo, para você insistir, que não é a hora, que não vai funcionar, que aquilo não funciona, que aquilo é uma besteira, que não sei o que, não sei o que. Aí é a hora da gente persistir, insistir e falar, não, eu acredito na minha ideia, eu acredito no meu conceito, eu vou explicar para o mundo como esse negócio funciona. E aí para explicar para o mundo como esse negócio funciona, tem um jeito muito legal, eu vou contar para vocês como é que é. Como você faz isso, quais as ferramentas você usa pra fazer isso, que é o que eu chamo, né? Fazer o seu negócio, a sua marca, o seu projeto, a sua ideia virar moda. Porque quando o negócio virar moda, ele vende mais. Automaticamente. E quando ele virar moda e vende mais, ele lucra mais. E se ele lucra moda e vende mais, ele lucra mais. E se ele lucra mais, você ganha mais dinheiro. Isso que a gente quer. Que a nossa ideia venda mais. Não precisa buscar clientes. As pessoas façam fila para comprar o seu produto. Pagam mais caro por ele. E mesmo assim querem comprar. E estão desesperados para comprar porque aquele negócio é moda. Veja, o tênis da moda, o cabeleireiro da moda, o advogado da moda, o médico da moda, o plástico da moda, o celular da moda, o computador da moda, o joguinho da moda. Quando o negócio virar moda, você não precisa vender. As pessoas querem comprar. Você não precisa ficar buscando o cliente. O cliente vai te procurar. Quando o negócio virar moda, você pode cobrar mais caro por ele, porque as pessoas pagam. Quando o negócio virar moda, você vende mais e lucra mais. Então, o que a gente tem que fazer com qualquer coisa que a gente criar? Fazer virar moda. E o que é que faz o negócio virar moda? Tem que ter um diferencial competitivo importante. Para eu poder dizer, ó, meu tênis está na moda, sabe por quê? Eu criei o único tênis que anda sozinho. Eu criei o único chapéu que protege da chuva. Eu criei o único guarda-chuva aqui onde eu moro e não para de chover. Sei lá, eu tenho que criar alguma coisa que eu consiga explicar para vocês muito rápido. Eu criei um produto, um enrolagem, que você coloca na sua bebida e é a fonte da juventude, que diminui o vento das rugas, melhora a face da pele. Nossa, eu quero esse negócio aí. Entendeu? Então tem que achar um diferencial, um competir importante para você conseguir fazer o seu negócio de namoro. Nós vamos falar mais disso. Agora, como é que faz para descobrir uma inovação? Tudo bem, Cris. Tem que ter inovação. Tudo bem. Como é que faz para descobrir uma inovação? Eu vou acordar um belo dia, incorporar o Steve Jobs e pronto. De repente, eu vou criar uma inovação aqui, discutiva, maravilhosa, que nem ele criou lá. Todos aqueles produtos que ele criou que transformaram a nossa vida. O jeito que a gente se comunica, o jeito que a gente fala, o jeito que a gente assistiu filme, ouviu música. Mudou tudo. Ele mudou tudo. Ah, mas eu não tenho essa capacidade, esse talento, para inovar tanto assim. Inovação, gente, não é só uma grande inovação de cultivo, como ele criou, por exemplo. Se você fizer alguma coisa de um jeito diferente, você já está inovando. Todo mundo assiste televisão sentado. Eu vou ensinar todo mundo a assistir televisão deitado. Não, já estou inovando. Já estou fazendo alguma coisa que eu fazia de um jeito diferente. Fica comigo aqui que a gente vai levar vocês por esse caminho e vai ensinar como você vai fazer essa inovação. Primeira coisa é a observação. Você tem que observar o mercado. O mercado que você atua, o mercado que você une. Porque se você vai trabalhar naquele mercado, você tem que armar aquele que você faz. O olho tem que brilhar quando você começar a fazer aquilo. Aquele negócio de te tirar da cama, é um motor interno que te tira da cama porque você adora aquilo que você faz. Então ninguém precisa mandar você fazer. O teu motor interno te faz fazer, te impede, te empurra para frente, te dá alta performance, porque você vai se dedicar mais e melhor, e mais intensamente, vai ter foco naquilo que você quer fazer. Então, escolhe o mercado que você é apaixonado. E aí, comece a estudar esse mercado, comece a observar como as pessoas se comportam, como elas param, como elas andam, se elas compram, como ela dança, o que ela faz, o que ela não gosta, o que ela não gosta. De repente, quando você está ali observando, você fala, nossa, não é que aqui eu poderia fazer isso aqui diferente? Eu fiz isso. Eu estudei homeopatia para tratar canal, quando eu era dentista, eu fazia tratamento de canal. Eu estudei homeopatia para tratar canal com medicamento homeopático, em vez de tratar com antibiótico, cortisona, etc. Eu falei, não, vamos tratar com planta. Não era bem naturalista? Não, não era bem naturalista e só acreditava nisso. Quando eu usei homeopatia para tratar o canal e deu certo, eu falei, uai, por que eu não uso homeopatia para criar um shampoo natural para o cabelo? Por que as pessoas sempre continuam comprando um shampoo cheio de sal? Shampoo da época? Era bozano, 51% do mercado. Era um shampoo desse de 500ml de tamanho, cheio de sal. Por que eu não posso fazer shampoo diferente? Por que o meu shampoo não pode ter uma tampa flip-top? Por que eu tenho que abrir a tampa, segurar a tampa com uma mão, o braço com a outra e lavar a cabeça como? Ah, eu vou fazer uma tampa flip-top. Então o meu shampoo foi o primeiro flip-top, o primeiro sem sal, o primeiro com o traço de EPP, que o PVC caia no chão do box e quebrava. O primeiro que tinha um perfume mais barato que tinha. Quando eu chamava as empresas de perfumaria e falavam você quer pagar quanto no seu perfume? Cinco, dez dólares o quilo? Ela falava não, eu quero pagar cem dólares o quilo. O cara me olhava, essa mulher é louca, ela vai quebrar. Pra que ela tem um shampoo de cem dólares o quilo o perfume? A fragrância? Ninguém faz isso. Quando ninguém faz isso, eu adoro. Quando ninguém faz isso, é assim que eu vou fazer mesmo. Eu fiz shampoo sem dose. Sabe o que acontecia? O shampoo caía no chuveiro, assim, na água quente. Sabe quando você está lavando e o shampoo cai na água quente no bloco do chuveiro? E explodia a fragrância. Eu ocupava o banheiro inteiro de perfume. Ficava no cabelo até a próxima lavagem. E as pessoas falavam, nossa, eu viro a cabeça assim, o shampoo, nossa, que delícia o cheiro desse perfume. Desse shampoo eu não vou usar outro. Pra que eu queria 20 dólares? Eu queria fazer igual, todo mundo fazia. Eu fiz diferente do que eu já tinha. E com a efet nasceram muitos negócios. A gente trocou o nome, todo mundo falava, creme rins, eu comecei a chamar de condicionador, todo mundo falava que era banho de creme, o pote amarelo, banho de creme da Neotrox, Eu falava, não, vamos chamar isso de máscara de cabelo mais chique. De onde eu trouxe esse nome? Da linha de creme, de tratamento de pele. Então você vai buscando referências e coisas em volta do seu mercado e fazendo uma coisa que na somatória dela, ela é única. E por que essa fábrica que eu comecei lá, uma batedeira que eu comprei numa padaria de 30 quilos, o dinheiro da minha cadeira dentista que eu vendi, e comecei esse negócio umas vezes de cozinha, chegou a ser uma empresa que tinha 800 funcionários, era líder de categoria, criador da categoria do jogo, natural. Doze anos depois, vim ver essa companhia. Foi rápido? Não foi. Foi fácil? Não foi. Até por 15 anos eu fui no mundo. Três vezes mudaram o nome da moeda, duas vezes tiraram três velas, imprimir a inflação, confisco na velha. Coisa que talvez vocês tenham lido em algum livro de história, mas eu vivi isso. Eu vivi a hiperinflação, onde a gente tinha 80% de inflação ao mês, eu tocava o texto do produto duas vezes ao dia. Então quando as pessoas falam assim, ah, mas tem crise, ah, mas o governo, ah, mas o imposto, nossa, já me deu tudo isso. Mas quando você tem uma ideia inovadora, você acredita no seu negócio, você vai em frente, todos esses desafios acabam se tornando oportunidades. Porque toda crise vem cheia de oportunidades. Porque antigas dores param de existir, novas dores aparecem. Você vai lá, pega essas noas dores param de existir, novas dores aparecem. Você vai lá, pega essas novas dores e desenvolve o produto ou serviço para resolver essas novas dores. E o pessoal lá está batendo naquelas dores se deixarem de existir. Tem que pensar olhando na frente. Sabe quando a gente corre, o ano de carro, você dirige olhando lá na frente? Ou você dirige olhando aqui? Ou você corre olhando para o seu pé? A gente corre olhando lá na frente. Onde eu quero chegar, o que eu estou fazendo, onde eu estou construindo. E acredita, sonha grande, eu vou chegar lá. Quando você faz um plano, faz grande, o maior possível. Ah, mas eu não tenho dinheiro. Faz mal. Faz o melhor plano que você puder imaginar, com todos os seus sonhos, com tudo que você imagina que você quer fazer dentro desse plano. Aí você fala, bom, não vou conseguir fazer tudo isso, não vou conseguir fazer isso. Tudo bem, eu começo por aqui. Mas uma hora eu chego lá. Se eu não sonhar grande, eu não sei onde é que eu quero chegar. Eu começo por crença limitante no meu negócio desde hoje. Ah, eu só consigo ser desse tamanho, então eu só vou pensar desse tamanho, eu só vou fazer desse tamanho ou vou ser de que tamanho? Desse tamanho. Se eu pensar grande e falar vou chegar lá, em algum momento eu vou chegar lá. Eu vou criar formas de chegar lá. Vai demorar? Vai. Vai ser fácil? Também não. Mas você chega lá. Então acreditar na nossa capacidade, acreditar no que a gente quer fazer é fundamental. E é assim que a gente morre. Observando e solucionando dores. Essa frase também é importante. Uma máquina é capaz de fazer o trabalho de 50 pessoas. Vocês conseguem entender isso muito bem, sim ou não? Porém, nenhuma máquina consegue substituir uma cabeça extraordinária. Qual máquina vai substituir o Lucille Jobs? Qual máquina vai substituir um grande DJ, um grande desenvolvedor, um grande médico extraordinário. Nenhuma máquina desse tipo. Nunca. Até porque, para que essa máquina funcione, tem que ter um ser extraordinário lá de cá, imputando os dados para ela poder ser extraordinária também. Não fala que o chat GPT vai acabar com os empregos. Não faz nada. Vai desenvolver sozinho os novos aplicativos, Não fala, o chat de CPT vai acabar com os empregos. Não faz nada. Vai se envolver sozinho. Os novos aplicativos, as novas coisas, as novas formas, as novas estruturas, as novas frases, as novas campanhas. Envolve tudo. Vai fazer tudo sozinho. Será? Quem está por trás, fazendo a pergunta, colocando um input para que ele te entregue aquilo que você deve fazer. E quando ele entrega, analisa aquilo, fala, ah, tá, tudo errado. Pera aí, amigo, não é isso que eu quero. Eu quero isso, mais isso. Agora eu quero isso, mais isso, mais isso. E você vai provocando a máquina pra ela chegar a ser extraordinária uma hora ou em algum momento. Mas quem é que faz isso? A pessoa vai dela. Então, ninguém vai substituir o lado de vocês. Ninguém vai substituir o lado de ninguém. A gente precisa de ser humano, ser humanos, extraordinários. A única coisa que a gente tem que ser é extraordinário. Se você for medíocre, a máquina vai substituir sim. Então, o mundo vai ter poucos espaços para a gente medíocre. Vai ter muitos espaços para a gente ser ordinário. E a gente tem que chegar lá. Temos um deles. Então para a gente ser extraordinário, o que a gente vai fazer? Vamos inovar? Vamos. Vamos fazer uma inovação imóvel. Vamos fazer uma inovação contínua, uma inovação cruzada. E o que é inovação cruzada? Quando você cruza dois mercados e sai um produto novo. Por exemplo, eu não peguei lá o shampoo natural e coloquei o nome de um produto da linha de pele? Eu não peguei um produto como Abutim ou o Colágeno, misturei três mercados, mercado de suplementos, com mercado de alimentos, com mercado de cosméticos, tudo num produto só, que eu chamei essa categoria de aliméticos. Não mistura de alimentos com cosméticos. Não existia, era novo, era uma inovação cruzada. Criou uma nova categoria mundial. Tem chance de tudo dar errado? Não. Hoje, esse é um mercado mundial de mais de 100 bilhões de dólares. Mas é 14 anos depois. Estou lançando essa ideia. Foi fácil? Não. Foi fácil? Não. Até hoje não é fácil. Até hoje ter psicologia não funciona. Até hoje ter médico, um monte de estudo científico, como eu tenho comprovação de eficácia em humanos, tenho comprovação de eficácia em vítima. Mesmo assim, perguntar a gente tem um médico vai te dizer que a classe não funciona. Sempre vai ter gente dizendo que não funciona, que não vai dar certo. Se existe isso aí, arruma um emprego para o governo, vai trabalhar para o governo. Lá você tem garantias. Nunca você vai ser demitido. Aí tem que ir para a autofobia? Não, a gente não quer isso. A gente quer ser desafiado todos os dias, a gente tem prazer pelo desafio. A gente quer conseguir fazer uma coisa diferente que faz uma disrupção no meio-limpo. No final de contas, quem tá aqui é parceiro, né? A gente veio aqui pra deixar um legado. Pra transformar a vida das pessoas, pra transformar os mercados que a gente tem pra cá. Então eu criei a Fitoervas, depois eu criei a E, a primeira linha orgânica, depois eu criei a Butinho, eu criei três marcas do zero. Novas categorias, novos produtos cheios de inovação que transformaram esses mercados. E o legado está ali. Então, como fazer isso? É o que o motor interno está a te dizer. Porque assim, se você tem comando suficiente para mandar você fazer alguma coisa, que você vai ter constância em fazer. Se eu falar para você, você vai emagrecer, viu? Você precisa emagrecer muito, você vai emagrecer. Emagrece aí. Quem é ela para mandar em mim? Eu vou emagrecer a hora que eu quiser. Olha, você precisa começar a trabalhar, hein? Você precisa começar a acordar cedo, hein? Você precisa começar... Não preciso nada, eu preciso fazer o que eu quiser. O que eu acreditar, o que me faz sair da cama de novo. Então, é isso, é esse motor interno que te faz fazer as coisas, que te faz transformar o mundo. Porque motivação, eu adoro esses posts motivadores. Então, vamos para o Acorda, vamos ouvir música, vamos nos suportar muito bem e tal. Você diz, ah, que legal, tem razão, que bárbara e tal. Chega na sua empresa, tem folha de pagamento para pagar, tem dívida para pagar, tem outra. Cinco anos depois você já esqueceu toda a motivação. Sabe o que é motivador de verdade? É quando você tem um projeto, tem um propósito, tem uma missão bem traçada. E quando você olha para trás e fala, para lá não vou voltar não. Eu já cheguei até aqui, para trás, e não vou voltar. Eu vou seguir em frente até conseguir. E é isso que te move. É o que te faz andar para frente. Ou você olha para trás e fala, eu não quero voltar para onde eu vim, eu quero seguir em frente, chegar onde eu quero chegar. É essa a verdadeira motivação. É isso que acende o teu motor interno, que faz você fazer de novo, de novo, de novo, até chegar lá. Eu comparo isso com um nadador olímpico, por exemplo. Esporte explica isso muito bem, por isso que eu acho importante fazer esporte. Porque esporte explica muito, muito bem. Por exemplo, se eu quero ser um nadador olímpico, o que eu tenho que fazer? Tenho que ir para a piscina. Todo dia, cinco horas da manhã, eu vou à piscina nadar, 2 horas, 3 horas, tomar as diferentes, voltar para a piscina, alongar, treinar, fazer a ventilação, aí nadar de novo. E aí, no dia seguinte, o que eu tenho que fazer? Piscina. Treinar, comer, fazer, suplementar, no outro dia, piscina. Aí o cara faz isso 5 anos. é que ele ganhou medalha olímpica? Olha pra trás pra ver quantos anos esse cara passou indo todo dia pra piscina. Brigou com a namorada pra ir pra piscina. Tá chateado, vai pra piscina. Tá com fome, vai pra piscina. Tá com frio, vai pra piscina. Tá com calor, vai pra piscina quando você tem constância você consegue o seu objetivo o que faz você vencer na vida não é frios de vontade, é constância se eu for pra academia hoje eu vou ficar nove horas e meia lá na academia chegar em casa olhar no espelho mudou alguma coisa? nada, nada estou igualzinho, minha saúde, meu físico está tudo igual Mas olhar no espelho, mudou alguma coisa? Nada. Nada. Estou igualzinho. Minha saúde, meu físico, está tudo igual. Se eu for para a academia durante uma hora, meia hora vai, durante um ano, no final do ano, eu for olhar no espelho, melhorou ou não melhorou? Claro que melhorou. Como é que está a minha saúde? Muito melhor. O que fez eu chegar lá? Constância. Que horas que isso mudou? Que momento que de repente eu emagreci um pouco, melhorou minha saúde, minha pressão sanguínea está melhor? Que horas que isso aconteceu? Eu não sei. Ninguém sabe. Mas em algum momento deu um clique e isso melhorou. E aí você percebe que a constância te leva aonde você quer chegar. Então gente, sucesso está aí. Inovar, acreditar no que você quer, fazer isso de novo, de novo, de novo, até chegar ao ponto. Tem constância, exibir, a reivindica, a resistência, tudo coisa que a gente aprende no treino. Quer ter sucesso na vida e nos negócios? Vai treinar, porque a gente aprende a ser resistente, a ter força, a ter resistência, a ter disciplina, a ter isso tudo na aula de educação física. Você não aprende isso na aula de matemática, mas você aprende tudo isso na educação física você é constante, você tem força e você consegue vencer porque trabalhar dói, treinar também dói empreender dói treinar também dói você vai ficando resistente a dor quando você tem continuamento físico e outro também só tomar remédio para nada só tomar remédio para acordar, para dormir, para treinar tem condicionamento físico. E outro também, só toma remédio para nada. Só toma remédio para acordar, para dormir, para treinar, para passear, para se divertir, para nada. Porque quando você treina, você libera os hormônios da felicidade, serotonina, endofina, e não precisa de ser deprecido, não faz nada. O treino te dá a liberação desses hormônios que são a química mágica que faz você ser feliz. Porque a felicidade é química. Tanto que enquanto o depressivo funciona, te deixa feliz. Uma pílula que faz o que faz o treino de uma forma saudável. Quer uma dica? Comece a treinar meia hora todo dia e a sua vida vai ser outra. Bom, como a gente faz para identificar oportunidades no mercado? Porque a gente precisa de oportunidades. Eu estou aqui porque eu tenho oportunidade de alguma coisa para investir, alguma coisa para eu construir, algum negócio para eu criar. Se eu duvido um pouco do que eu gosto, então eu preciso achar uma oportunidade de alguma coisa para investir, alguma coisa para eu construir, algum negócio para eu criar. Se eu duvido um pouco do que eu gosto, então eu preciso achar uma oportunidade. Então, como a gente vai fazer isso? Explorando seus mercados, os mercados em volta do teu mercado. Você vai buscar o que a concorrência está fazendo, o que as pessoas estão procurando, o que te falam sobre alguma coisa. Nossa, estou precisando tanto de um... Sei lá, estou na rua precisando de um táxi, com a mão assim, tomando chuva. Não dá mais estar na rua sem um táxi. O táxi nunca vem. Outro dia estava saindo do mercado, meu sacola molhou na chuva, arrebentou no chão, e eu lá, esticava a mão, ninguém parava, o parque estava cheio. Olha, eu tinha que ir quase a tempo na minha casa, não achava táxi. Agora, um cara, um vento húmido. O que ele identificou? Uma dor, uma necessidade que muitas pessoas tinham. Quanto maior o número de pessoas com aquela necessidade, mais vai valer o seu negócio, mais você vai faturar, mais você vai vender. Agora se identificar uma necessidade só um ser humaninho lá no Iapoc precisa, só vou vender para ele, melhor não. Vou procurar uma coisa que transforme aquele mercado que muita gente precisa. É assim que a gente chega lá, identificando tendência, identificando a necessidade, identificando novas dores. E como você faz para antecipar tendência? Como é que a gente faz para inovar de forma contínua? Como é que a gente faz para identificar uma tendência e o que as pessoas querem? E a resposta está aqui. Lifelong Learning e Compound Learning. O que é Lifelong Learning? É aprender todos os dias com essa vida. Sabe? O Bill Gates dizia, diga-lhe, que a gente precisa estar 5 horas por semana, o resto da vida, se a gente estivesse em Alguém. E aí eu falo, sou mais vozinha aqui, eu falo o seguinte, tudo bem, você quer estudar? Quero. Quanto você consegue estudar? Você consegue estudar 12 minutos por dia? Você consegue ler um capítulo de um livro por dia? Você consegue ler 10 minutos por dia? Você consegue ler um parágrafo? Dois? Uma página? Duas? Um capítulo? Sei lá. Identifica o que você consegue fazer, arruma uma métrica e te atende. O que eu consegue fazer? Arruma uma métrica e te atende. O que eu faço para você? Eu, por exemplo, falo que eu consigo estudar 15 minutos por dia. Eu pego lá, sento na bicicleta, 15 minutos, 20, e naquele tempo eu estou ouvindo alguma aula, alguma coisa. Ou ouvindo um audiobook, ou ouvindo uma aula, ou ouvindo um podcast de algum que me interessa, ou alguma coisa que me interessa, mas é aquilo lá, é 15 minutos. Então tá, que horas você pode ter esses 15 minutos, ou esse capítulo, ou essas suas páginas, ou essa... que horas? Eu faço o sinal do trem, tem gente que gosta na hora do almoço, lê um capítulo de um livro. Tem gente que gosta de ler à noite. Eu não consigo ler uma página à noite. Eu leio uma página e já dormi. Aí eu esqueci. Na terceira, a gente pega o livro, uma página e dormi de novo. Não dá. Para mim não dá. Eu não consigo ler antes de dormir, porque eu dormi cinco minutos E aí eu não consigo ler. Então, o que eu faço? Eu pego um audiobook e escuto enquanto eu estou pedalando. Tanto eu vou pedalar mesmo. Então, ali eu posso escolher qualquer coisa que eu quero fazer. Posso ouvir um jogo de futebol. Posso ouvir música. Ou posso ouvir um livro. Para mim, está bom eu ouvir. Escolhi esse momento. Cada um tem que escolher o que estudar, a gente vai ser melhor. E vai ver mais, vai ver melhor, vai ver mais, vai ver melhor. E vamos se transformar em pessoas extraordinárias. Porque a gente só vai se transformar em uma pessoa extraordinária se a gente tiver conhecimento. E o conhecimento vem do estudo. Então tem que estudar. É isso aí. Então, Life Long Learning é isso. Estudar todo dia durante o resto da vida. E o que é Compound Learning? Compound Learning é estudar sobre um assunto com várias fontes e de várias formas. Então eu vou estudar inovação com Cidrobs, eu vou estudar com o Rebates, eu vou estudar com um cara que vende água na rua, que conseguiu fazer um vestido de garçom, viveu na rua e está vendendo horrores. Eu vou estudar e pegar inputs de várias pessoas diferentes sobre o mesmo assunto. E eu vou fazendo um aprendizado composto de vários ensinamentos. E essa composto de vários ensinamentos. E essa soma desses vários ensinamentos vão fazer com que eu tenha um conhecimento muito profundo sobre aquele assunto que me interessa. Então, a associação do Life on Learning com o Compound Learning é imbatível. Uma outra coisa que a gente precisa estudar é sobre futurismo. E aí o pessoal fala, mas o que é futurismo? É astrologia, é os astros que vão te dizer o que vai acontecer no ano de 2050? Futurismo é um estudo de dados. E para vocês é muito fácil, porque vocês fazem isso o dia inteiro. Estudar dados, conhecer muitos dados sobre aquele assunto, aí você desenha um cenário atual sobre aquele mercado, sobre aquele produto, sobre aquele negócio, a base desses dados, dessas suas férias, como é que funciona, como é que atende. E aí você projeta esse cenário lá no futuro. Como é que isso vai ser em 2030? Como é que as pessoas vão falar no telefone em 2030? Como é que elas vão estudar em 2030? Como é que elas vão namorar em 2030? Como é que elas vão morar? Que carro elas vão ter? Se elas não comem mesmo, como é que vai ser a vida em 2021? Se a gente conseguir projetar, se a gente conseguir projetar o que vai acontecer daqui a cinco anos, nós fomos milionários. Você descobriu o que vai acontecer daqui a cinco anos, você está antecipando o que vai acontecer daqui a cinco anos. Se você conseguir antecipar o que vai acontecer daqui a cinco anos. Se você conseguir antecipar o que vai acontecer daqui a dez anos, isso está bilionário. Se você entendeu antes, as pessoas vão precisar lá na frente, porque elas nem sabem. E já está produzindo, já está educando, já está ensinando, e quando as pessoas entenderam, você já está lá. Não é? Então, outro dia me falaram, não, mas o Chave você fez em 2006, 2004. Alguém estava lá estudando esse negócio. Demorou 20 anos para chegar, sei lá quantos anos. Você também está em 2004 mesmo, mas você ouviu. Mas, sei lá, você é 4, 14, de qualquer forma, não foi agora. Esse negócio apareceu. Tem gente estudando isso há muito. Tem gente desenhando isso há muito. Tem gente desenhando isso há muito. E comendo grama, e comendo grama, e comendo grama. E de repente o negócio, pá, explodiu. Ele chegou hoje, mas o dia fez ele nascer ou não? Ah, lá, comendo grama há 10 anos. Já construiu um negócio grande, uma bambu. E transformou a forma, vai transformar ainda mais. A forma da gente fazer as coisas com inteligência artificial. Então, futurismo africano. Gente, olha, o que vai acontecer nos próximos 10 anos, como o mundo vai se transformar nos próximos 10 anos, é igual o que aconteceu no dia de ontem. A tecnologia veio e está mudando tudo. De uma forma mágica, inteligente, diferente. Aí tem gente que fala que é ruim. Também era ruim quando inventaram o telefone, o pessoal fala nossa, isso aí é ruim, carregado. Quando inventaram o carro, tudo a gente precisava para funcionar. Tudo é ruim no começo. Sempre tem gente dizendo que não vai funcionar, que não dá certo, que isso não precisa, vai fazer mal para a saúde. Sabe? Depois você não vive sem o seu telefone, não vamos viver sem inteligência artificial. Ela vai fazer parte da nossa vida a ponto todas as empresas vão trabalhar com ela a ponto e quem não trabalhar vai ficar fora do mercado do mesmo jeito que se hoje o teu produto não passar pelo telefone celular você fica fora do mercado existe você ter alguma coisa que você de alguma forma não seja empacado pelo celular? Será? Um médico falou para mim, Cris, 50% das minhas vendas vem pelo Instagram. Pronto, empacou a venda do carro pelo celular. Você entende? Se você não passar pelo celular hoje, é como se você estivesse fora do mundo. Porque ele vira a extensão da mão. Pela extensão do braço. Então, você não pode descer mesmo. E vai ter muitas coisas que a gente vai poder descer. E vão surgir nas próximas mãos. E a gente precisa saber quais elas são. A gente precisa se antecipar. Precisa criar. E a pessoa fala assim. Ah não vou ficar me preocupando. Tem que esperar o que vai acontecer com o mundo e que Deus vai trazer pra gente. Eu acredito muito nisso. Muito. Mas será que é Deus que vai trazer o Espírito pra gente ou é que é nós que criamos o nosso Espírito? Vocês criam. E se a gente vai fazer daqui a pouco? De que jeito esse negocinho vai tocar o negócio? De que jeito esse negocinho vai tocar o negócio? De que jeito que essa luz vai aparecer pra clarear o cenário aqui? Sei lá. Vocês são responsáveis. Grande responsável. Como será o nosso futuro? Se é o nosso que criamos o nosso futuro, ele não simplesmente aparece. Um belo dia chegou lá, Deus foi lá e plantou o chá de pepino no mundo. Não. Alguém estudou, trabalhou e fez, e aquela coisa vai surgir. E vai transformar. Mas a gente que cria, nós somos responsáveis pelo mundo que a gente está construindo. Se a gente destruir o planeta, não vai ter planeta. Se a gente destruir a água, não vai ter água. Se a gente criar o Chateau TTT, a inteligência artificial, ela vai existir também. Se a gente criar o carro voador, nós vamos usar carro voador. Se a gente falar que não vai ter mais carro no mundo, vai ter mais carro no mundo. Só vou usar Uber. Sei lá. Somos nós os responsáveis pelo mundo que nós estamos criando. Ele não simplesmente aparece aí e chegou, então agora vamos ver o que eu faço com isso. Mas para transformar esse mundo eu preciso ter um mindset como? Futurista. Eu preciso entender que vai ter um chifre no sangue para antecipar as doenças. Eu não vou mais ficar doente. Eu tenho que tratar a doença. Eu vou antecipar para já nem ficar doente, porque a nossa célula já vai combater, eu já ainda vou precisar de remédio mais. Mas o que vai acontecer com todas as indústrias farmacêuticas? Sei lá, talvez vão deixar de existir. Vai ter um chip na pele que antecipa a doença, vai ter um chip que já existe, um chip no sangue que antecipa a doença. Tem coração 4D, que você faz por impressão, 3D, 4D, e coloca nos professores. Vai ter um monte de coisa, gente. Já existe tudo isso, vocês sabem disso tanto quanto eu. E aí? Como é que vai ser esse mundo? Como é que as pessoas vão aprender? Com a Lose e a professora na Lose escrevendo? É assim que as pessoas vão aprender? Com a lousa e a professora na lousa escrevendo? É assim que as pessoas vão continuar aprendendo? Outro dia eu fui numa escola, era uma turista redonda, todas as carteiras de formatos de auditório assim, redondas, professora no meio, no computador, mandando tudo para a tela. E aí lá na frente da tela tinham duas crianças, 10, 11 anos, falando sobre SWAT. Como que funciona o SWAT, um produto X para TO, pontos positivos, pontos negativos. Eu olhei 10 anos e não sabia nem o que era a máquina, muito menos que uma tabela ou um fote. Entende? Então, aquelas crianças, no final do dia, avaliam a professora. Essa professora falou, professora, gostei da senhora, ela está boa, a professora hoje. Inerteu tudo. Agora, essa escola vai criar os grandes pensadores da outra escola que ficou para trás lá naquele ensino que vai de quase a noite é outro que não critica é outro input, é um mindset que limpa para cada coisa que a gente for fazer, para a forma de trabalhar para a forma de viver para a forma de fazer para a forma de treinar, para a forma de se cuidar. Tudo vai mudar. Nós estamos passando pelos próximos cinco anos tudo o que a gente faz hoje daqui a cinco anos para fazer um diferente. Portanto, vamos antecipar, vamos entender isso, vamos trazer isso para a gente. Para a gente ganhar a força. Para a gente ser poderoso e ganhar ações. Tem histórias que vocês vão conhecer, porque eu peguei três exemplos bem básicos para quem é desenvolvedor, mas tem três exemplos bem básicos que mostram que é possível. Se você realmente tiver uma grande ideia, detectar uma nova dor e criar uma nova ideia, você consegue criar um negócio que transforme o mercado. Vamos ver aqui o mais clássico de todos, o que ele fez? Sentou lá uma rede social na escola para que as pessoas pudessem se falar. Foi isso, na verdade. Hoje, tem Instagram, tem Facebook, tem WhatsApp. Eu estava brincando com uma amiga minha e falei assim, olha, o Fígito Marques acordou de mau humor. Abriu nada de dinheiro e não precisa, certo? Ele acordou de mau humor. Cansei. Estive lá no Senado, em casa, fiz Facebook Live, fiz Instagram Live. Uma vez mais, está a gente pegando no meu pé. Quer saber? Vou puxar o fio aqui da tomada, vou desligar esse negócio todo aqui, tá bom. Não vou mais brincar disso, vou desligar o Instagram, o Facebook, o Google Play, o WhatsApp, cheio. Cansado. Quer mais não? Acho que umas 100 bilhões de pessoas iam para o lado do prédio. Ia morrer mais gente que a guerra mundial. Porque assim, as vezes o WhatsApp dá uma paradinha, um chacoalho lá nas máquinas, para o WhatsApp um pouquinho, entra todo mundo. Parou, parou, gente, o WhatsApp parou. Vamos para o Telegram, vamos lá. Onde nós vamos? As pessoas estão doentes da cabeça. Quando para o WhatsApp por meia hora. Mas você desliga tudo, tira tudo da tomada. O tiozinho fala, chega, cansei, não vai ter mais nem Instagram Instagram nem nada. Só de Instagram tem 30 gente que vive do Instagram. Vive a vida, paga as contas, paga as cordas de filho, como é que essa gente vai viver? Se desligar. Então, esse cara aí, começou com 20 anos, desenvolvedor como vocês, não deu a ideia, deu uma ideia e, desenvolvedor como vocês, em um duelo de atrio uma ideia e altamente esse negócio chegou. Aí está mais um exemplo, Joe Houston do Dropbox, também criou um negócio, vamos ativo, é bom, precisa, vamos criar um negócio tal, altamente esse negócio está. É possível? É possível, cada um de vocês pode inventar um negócio desses. Olha o outro lá. Mulanware criou o WordPress. Quantas pessoas usam o WordPress hoje? Sei lá, 5 ou 10. Dá para fazer? Dá. Só teremos. Cada um de vocês pode criar um bichinho desse aí e aí vocês vão me dar uma participação, tá? porque eu sou charque afinal de contas se eu quero um pedacinho, afinal de contas eu criei a ideia vocês nem tinham pensado nisso, tenho certeza e aí eu quero agora 50% tá bom? bem? todos aí? se fizerem 50% também, tá? tá? então é isso aí é só fazer. Então, o que a gente tem que fazer? Deitar na cama e falar. O que é que eu sou único? Essa é a lição de casa para vocês hoje. Deitar na cama e pensar. O que é que eu sou único? O que é que eu faço que ninguém faz igual? O que é que eu faço diferente de todo mundo? Como eu faço as coisas, eu faço isso, eu faço aquilo, diferente dos outros, que é o meu diferencial competitivo? Que eu posso usar isso para fazer um lançamento em São Paulo? Que eu posso usar isso para fazer meu marketing? Que eu posso usar isso na hora que eu for vender, olha o que eu faço, uma água que pura, sei lá, cana, sei lá, o que eu posso fazer, o que eu posso falar dos meus produtos na hora que eu lançar, tem que ser uma coisa rápida, se você quer explicar muito, o cara já viu, já não está mais pensando nisso, Você tem que explicar muito, o cara já viu e não está mais pensando em si. Você tem que poder em três, quatro, cinco palavras explicar o que é o seu negócio. Lembra do pitch? O pitch é isso. Tem três minutos para explicar sobre o seu negócio. Três minutos para explicar sobre tudo sobre o seu negócio. A ideia mesmo você tem lá os primeiros dez segundos. Se você não conseguir pegar o cara em 10 segundos, o cara já não está mais pensando em si. Já foi em 10. Em 10 segundos. 10 segundos para você passar a sua ideia para a outra pessoa. Se não passar em 10 segundos, o celular, o cara está morto. Portanto, tem que ser muito fácil. Tem que ser muito prático e objetivo o resultado que ele dá. Olha, eu criei um produto de colágeno que você vai reduzir as rugas, vai melhorar a face da pele, vai melhorar a elasticidade, vai melhorar a satisfação múltipla. Tem que tomar uma dose por dia, todos os dias, o resto da vida. 10 segundos. 10 segundos tem que saber explicar o seu produto. Se você não souber explicar, 10 segundos não segundos tem que saber explicar o seu produto se você não souber explicar 10 segundos não tá bom, volta pra trás e sai de novo e consegue fazer em 10 segundos e aí quando você já tem o negócio quando você já tem a ideia já sabe onde você é único aí você tem que desenhar esse prato esse é o aura que eu mais gosto. Eu faço muita mentoria e nas minhas mentorias o que eu mais gosto de fazer é estratégia. É diagnosticar um negócio, pegar onde é único e criar estratégia. Gente, quem tem uma estratégia vencedora vence a guerra. O que você tem que fazer para vencer uma guerra? Quer a melhor estratégia? Tem que conhecer o campo, tem que conhecer o seu opositor lá, o seu concorrente, tem que conhecer o seu preço, o seu experimental competitivo, os seus caminhos, o seu plano para onde você vai, aqui tem a área movidíssima, aqui tem uma ponte, aqui tem um mar, aqui tem um carro, eu preciso de tal ferramenta, tal ferramenta para conseguir chegar lá. Em tanto tempo que eu vou chegar, que eu consigo chegar a tal jeito. Eu preciso disso, eu preciso de uma estratégia. Se eu tiver uma estratégia vencedora, ninguém me segura que eu vou chegar lá. Mais rápido e melhor que todo mundo. E meus ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex-ex- Se você errar na estratégia, morre um colaborador, depois morre um projeto, depois morre a ideia, depois morre, morreu. Então é, você vai deixando pedaços pelo caminho da sua trajetória, da sua jornada. Se você tiver uma estratégia competente, boa, vai ganhando durante a sua jornada. Vai crescendo durante a sua jornada. Vai crescendo durante a sua jornada. Vai escalando durante a sua jornada. Se a estratégia for ruim, se o sócio for ruim, se a ideia for ruim, presta atenção, não falei dinheiro, hein? Não falei isso, se você não tiver dinheiro. Se você tiver um mentor que é a pessoa certa, vai ter a certa, plano certo, estratégia certa, você vai chegar lá. E depois que você constrói uma estratégia, você tem que fazer um plano. Um plano de como você vai fazer. Ó, eu quero ir daqui até o Japão. Como é que eu vou fazer? Bom, primeiro eu preciso ter um passaporte, segundo eu preciso fazer minha mala, primeiro eu preciso ir até o aeroporto. Chegando lá, eu que fazer um check-in, depois do check-in, bom, não sei, tem que dar um jeito de passar na segurança, que eu não posso levar nada de vício, se não, se ela me para, aí eu pego o avião, né, aí vou indo e chego lá. Eu sei todas as etapas que eu tenho que fazer para chegar onde eu quero chegar. Sim ou não? Então, a gente desenha uma estratégia, desenha um plano do que você vai fazer para chegar lá onde você quer chegar. Plano estratégico, planejamento do negócio e depois os planos das ações para conseguir chegar lá. Vou dar um exemplo para vocês aqui de uma estratégia de inovação cruzada. Comecei a FitoEras, certo? Lá com a minha cadeira de dentista que eu vendi, uma mesa de fudinha, uma batedeira que eu comprei na armaria, tem raquilho, um misturador e um sargento aposentado da polícia que misturava lá o produto comigo. E assim a gente foi fazendo os nossos produtos, nosso shampoo natural sem sal. Muito bem. A publicidade era caríssima, porque a gente estava lá, aquele domínio da Titor Abril, da Globo, Fantástico, Jornal Nacional, da Globo, Fantástico, Jornal Nacional, se você não sabe o que é, não sei, mas eu não consigo, o que eu vou fazer? Eu criei um evento de moda, mas para isso, não era shampoo natural, o que você vai fazer de moda? Inovação, pesado, você cruza dois mercados. Então, criei um evento de moda para lançar meu shampoo. Não vou falar de shampoo, mas eu falo a sério. Foi a primeira semana de moda do Brasil, nós lançamos 61 suíças no Brasil. Foi o primeiro evento que lançou tudo, o que era estalice, o que era maquiador, o que era pia sonora de desfileou o que era estalha, maquiador, pria sonora de desfile, que era assim. No Rodão, a moda brasileira nasceu no Toro da Sexta. E o Toro da Sexta foi um grande institucional de máquinas. Ninguém precisava de embalagem de furo, pagar nada para meter vento ou levar embalagem. Não tinha nada conectado com a máquina. ou pagar nada para meter vento, ou levar uma imagem. Não tinha nada conectado com a marca. Mas o nome do evento se chamava Flevers. E a situação foi assim, eu vou no Flevers, nossa, não posso perder o Flevers, eu perco em Flevers. E virou um institucional de marca, que a hora que você ia no ponto de venda do Flevers você queria comprar. Porque estava ligado à moda, estava ligado à inovação, estava ligado ao comportamento do fashion, estava ligado a ajudar novos institutos brasileiros, estava ligado a ajudar o mercado de móveis do Brasil e tinha tanta coisa apelada a essa marca de fashion que fez a marca crescer e o produto crescer. Então foi um evento de inovação cruzada. Também, eu criei uma estratégia de live marketing. Eu fiz comida e frutas e fiz aérea. Minha segunda linha de shampoo era orgânico. Primeira linha orgânica era absinthal, natural, mas mais que isso ele era orgânico. Ele era um passo à frente da minha empresa. Veio 12 vezes, 12 anos depois. E aí, como é que eu vou lançar esse negócio? Lançamento é a coisa mais importante. Tem que fazer uma lança muito bombástica mesmo. Para de se expressar na gente. Eu falo, nossa, primeiro eu quero saber. E aí, eu falei, bom, essa linha reverente, coloída, fashion, moderna, tem música, tem som, tem comportamento, já sei. Vou trazer, cheguei para os Estados Unidos, tinha sido um show do Cirque du Soleil nos Estados Unidos. Por lá, peguei um pedacinho do show do Cirque du Soleil e cheguei para o Brasil. Muito antes de vir o Cirque du Soleil, de verdade, o Brasil inteiro. Chamei lá os clientes, a imprensa e tal. Tinha imprensa na época, imprensa, clientes, não sei o quê. Era uma sala, uma galeria de arte que não podia ter evento, mas como o meu negócio tinha um círculo, eu misturei aquele um pouco de arte, eles deixaram. Era da prefeitura. E fiz esse lugar maravilhoso. E que abria o fundo assim, uma porta, abria o fundo e a gente servia o parque inteiro de Ibirapuera e ali fiz uma apresentação do Santos Solete. O contato aconteceu com a Mata. Eu saí de lá, com todos os clientes que tinham feito pedido, saí da empresa do Brasil inteiro e eu vendi produto sem parar. Dois anos e meio depois eu vendi essa empresa de novo. A primeira eu levei 12 anos, a segunda eu levei 12 anos e meio também. Meu segundo é que quando você inova, você faz marketing, você faz um plano, você cria uma estratégia, sempre dá certo. Mas precisa fazer estratégia? Precisa. Precisa fazer plano de marca? Precisa. Precisa fazer plano de negócio? Precisa. Precisa fazer plano de ação? Precisa. Precisa fazer plano financeiro? Precisa. São coisas que ninguém vai escapar de fazer. Precisa fazer para você conseguir chegar do outro lado de uma forma disciplinada, controlada, sabendo o que você vai fazer e em controle. Quem controla a situação, manda nasquelas situações. Se você não quer controle, o negócio... Uma outra ideia foi quando eu fiz o lançamento internacional da Beauty In. Bom, Beauty In, uma nova categoria mundial. Lançamos um produto que ninguém tem em mente. Primeiro, foco em colágeno, o primeiro alimento com colágeno do mundo. E esse negócio começou a escalar dois anos e meio depois, o negócio estava super bem. Eu falei, meu, preciso colocar isso no mundo inteiro, porque senão alguém lá fora vai ver o que eu fiz aqui e copiou. Eu preciso fazer uma estratégia de lançamento internacional. Como que eu vou fazer isso? E veio. internacional. Como que eu vou fazer isso? Aí eu lembrei do que eu tinha feito lá com a Fitorervas de usar a moda. Como é que temos nós estamos? O pessoal está me olhando aqui. Quanto tempo nós temos? Está tudo certo? Meu tempo aí está. Então, eu lembrei do negócio da moda que eu tinha feito com a Fitorervas. Bom, vou fazer alguma coisa ligada com moda. Mas não posso fazer aqui, eu quero fazer fora. Eu já sei. A semana de moda de Nova York mostra o quê? Streetwear. Pouco, todo dia. A semana de moda de Paris mostra o quê? Mostra glamour, vestidos longos, grandes costureiros tradicionais, os valentinos, os gendrosos. E a semana de moda de Londres? O que tem lá? Tem inovação, tem novos estilistas irreverentes, tem a Viviane Westwood de cabelo vermelho, tem um monte de blogueiros, tem muita gente fazendo o novo. Até lá que eu fui. Fui lá e comprei o patrocínio para ser a água do London Fashion Week. A Pituevos eu comecei com cadeira de dentista. A Epo, meu segundo Epo, que eu já tive em outra Pituevos. Aí eu já comecei com 2 milhões de dólares. A Brutinho, eu já comecei lá, já comecei com 2 milhões de dólares. Hábiotinho, eu já comecei lá, já comecei com 10 milhões. Tinha dinheiro. Eu já tinha conquistado dinheiro durante as vendas, eu fui vendendo, fui conseguindo, fui guardando. Então ali eu já comecei com dinheiro, então eu tinha capacidade de fazer isso. Eu falei, eu preciso registrar minha marca no mundo inteiro, eu preciso colocar minha marca no mundo inteiro antes que algum aventureiro lance mão. Isso eu fiz lá no London Fashion Week. E eu vou mostrar pra vocês rapidinho um vídeo de um minuto e meio pra mostrar o que aconteceu lá. I'm very happy to be here. I think that's the thing that I want to show, is that one of the things that I think is important is that we have to be able to do things that we can't do without the help of the people that we can't do without. The one core concept that I think is important for me is the fact that we all have to be friends with each other. And I think that's my goal and I'm sure that you all have the same. I have very small ears. And most of all, we are happy to have young specialists like you with us today. É isso. Beautifully Happy. Lançamos a marca lá. As blogueiras experimentaram, a imprensa do mundo inteiro estava lá, as blogueiras mais importantes do mundo estavam lá, todo mundo saiu com um kit de produto, todo mundo viu, tinha geladeiras e geladeiras na sala de imprensa, geladeiras e geladeiras na sala dos blogueiros, geladeiras e geladeiras nos backstage dos modelos. Todos os modelos adoraram. Não tem açúcar, não tem lúteo, não tem lactose. Não tem nada químico, clean label, puro, colagem, vitamina. Por que não? Uma tampa dosadora, uma patente que a gente tinha, completamente inovador. esse negócio explodiu. Então, explodiu no mundo. Se você tiver uma estratégia boa para fazer um lançamento, você chega onde você quer chegar e rápido. Opa! Outra coisa muito importante para qualquer empresa que se criar hoje, ela precisa estar dentro do conceito de governança social, criar hoje, ela precisa estar dentro do conceito disso. Governança social tem que ser sustentável, tem que se preocupar com o social, tem que se preocupar com a governança do próprio negócio. Olha, eu vou contar uma coisa para vocês, muito legal. Eu sou sócio de uma empresa que faz uma olimpíada de empreendedorismo para crianças nas escolas. Então, é como se fosse a Olimpíada de Matemática, Olimpíada de Ciências ou a Olimpíada de Empreendedorismo. A molecada tem que desenvolver um negócio, criar um negócio, uma turma de 4, 5, tem que criar um negócio, desenvolver um negócio do zero, como é que ele tem que funcionar e tal, e apresentam essa ideia na escola. Os ganhadores das escolas vão indo, vão indo, vão indo, e os finalistas, que é um final grande no final do ano, e eles apresentam isso para nós. E no final do ano passado, no final da Olimpíada, tinham cinco ou seis negócios de escolas diferentes para os brasileiros, em qualquer lugar do Brasil. Olha, entre 100 estrelas de cinema, todas elas tinham um queim muito forte de sustentabilidade. Toda última coisa sustentava no meio. Eles já começavam a falar assim, quando ele era moleque, 12, 13, 15 anos, eles já começavam falando, ele é sustentável por causa disso, ele é preocupado com a sociedade por causa disso, ele ajuda os animais, ajuda os animais. Empatia, governança, sustentabilidade, preocupação com a sociedade, preocupação com o meio ambiente. Todos eles tinham. Então, não precisa nem falar. Essa geração vem trazendo isso muito forte. Portanto, empresas daqui pra frente, que não tiverem o seu conceito, a sua formação, os seus valores, impacto social, impacto positivo, e assim, na veia, não vai andar. Porque as pessoas não vão comprar de empresas que não tem preocupação com o meio ambiente, com o mundo. Se a gente deixar uma mão de jeito que vai, vai acabar. Ninguém quer que ela acabe. Vai ter essa preocupação em todos os negócios. Outra coisa muito importante. Investidor, hein? Eu preciso mesmo? Preciso. E lá no Shark Tank, vender um negócio? Eu preciso mesmo de um investidor? Investidor, sim ou não? Sim ou não? Tem gente que começa, eu falo que tem cara que é Globetrotter de startup. Ele começa o negócio para vender. Começa o negócio, já sai atrás de investidor, depois ele pilota, depois ele larga, depois ele larga, depois ele começa outro, depois ele começa outro, depois ele faz de novo, não sei o quê. Aquele negócio que você fez até o fim que ele nem carimbo de cara que não deu certo. Mesmo. Porque começar um negócio e quebrar não tem problema. Eu não vou deixar de investir num empreendedor que fez um negócio que não deu certo e fez outro que deu certo. Acontece. Inovar tem dez. É arriscar. Às vezes dá certo, às vezes não dá. Você faz tecnologia de risco. Então, às vezes pode não dar certo. Não tem problema. O que não pode é ver um cara que não tem comprometimento com aquele negócio que ele está fazendo. Faz um pouco, para ver de um, de outro, faz tudo certo, para, faz outro, para ver de outro, faz, blá, e nunca sai daqui. Ouça, startupera e gobochop, esse não serve. Agora, um cara que realmente começa o negócio, acredita na ideia dele, investe na ideia dele, trabalha na ideia dele, dede na ideia dele, trabalha na ideia dele, dedica 100% do tempo dele, o olho brilha quando ele fala do negócio. O negócio já está andando um pouco e agora ele precisa de algum dinheiro especificamente para fazer marketing, para fazer estoque, para fazer a loja, fazer o e-commerce, para alguma coisa muito específica. Legal, vou te doar esse dinheiro aqui, você vai andar mais um tanto, está combinado, mas você já chegou até, eu vou te ajudar a dar mais um passo, dar mais dois passos, aí é legal. A ideia é inovadora? Se não for, nem é, eu não é. A gente vai inovar muito, eu gosto de coisas inovadoras, gosto de grande e o perto, muito, eu gosto de coisas novas. Gosto de grande oferta, tem ideia muito inovadora. Então, assim, esse é o meu, minha pedra, esse é o que eu gosto de fazer. Cada um tem de um jeito, mas precisa ter inovação e a pessoa precisa ter acreditado primeiro no negócio dela. Não vem aqui com uma ideia, que ninguém testou, não sabe se não validou, não sabe nada e quer, ah, agora me dá dinheiro teu aí que eu vou testar. Você já pôs o seu primeiro? Testou aí? Não, você não pôs o seu, você quer pôr o meu pra testar o seu negócio? Certo ou não certo? Funcionou? Eu vou te ajudar a instalar. Eu vou te ajudar a comentar isso. Então você paga também é um lucro pago, mas é mais difícil de fazer. Eu prefiro pegar um negócio quando o cara já tirou ele do chão, aí a gente ajuda a escalar. Agora, se você fizer um investidor, o que você precisa saber fazer? Um pitch digno de um chá. Que é pitch matador, que não tem como o cara não se tentar com o seu negócio. Então, o que a gente faz para fazer um pitch digno de um chat? Primeira coisa, tem um presente aí para vocês. Tem um QR Code, é só entrar nele. De graça você vai ter um ebook que ensina a fazer um pitch digno de um chat. Se você não precisa fazer pitch, pode pegar aí. Ele ensina tudo direitinho. Em muitos detalhes. Mas eu vou te dar um flip de como é que faz um pitch bem legal. Você tem que atingir a cabeça, o coração e o bolso do investidor. Tem que atingir as três coisas. E como é que a gente faz isso em três minutos? Primeiro a cabeça, qual a ideia, que dúvida ela resolve? Como é que faz isso? Depois o coração. Quais são os valores? O que ela vai transformar na vida das pessoas? O que ela vai deixar de legado para o mundo? E terceiro, quanto custa? Quanto deixa de margem de lucro? Quanto dinheiro você precisa pelo negócio? Muita gente esquece no fim de plantar quando está falando que quer vender 20% por 5 mil. Esquece. Quanto você quer vender? Quanto você precisa daquele dinheiro? E quanto esse negócio dá lucro? Quanto vai dar lucro? O que vai acontecer com esse negócio? Quanto ele deixa de margem? Então, cabeça, coração e bolso. Se o seu pitch atingir a cabeça, coração e bolso do investidor, direitinho, você conseguiu vender o seu negócio. Ok? Combinado? Bom, eu tenho uma dica para vocês para terminar. Importante. A coisa mais importante na vida da gente é o tempo. Tempo não volta, tempo não compra, tempo passou, passou, já é, perdeu. Eu ativo mais, mais rico do que a gente tem. Perde, você vai passando e vai, nossa, dormindo um pouco mais, perdi uma hora da minha vida. passando e vai, nossa, dormindo um pouco mais, perdia uma hora da manhã. Então, a gente não pode perder tempo, a gente tem que saber diminuir nosso tempo. E a minha dica para diminuir o tempo é isso aí. 60% do seu tempo vai fazendo coisas que só você pode fazer. Se tiver alguém que pode fazer por você, já está gastando tempo em coisa errada. Ou você está treinando alguém para fazer por você, ou está deixando o outro fazer. Se você gastar o tempo para fazer uma coisa que o outro pode fazer, está errado. 20% do tempo que sobra é na estratégia. E essa estratégia é a gente que tem que criar. É a gente que tem que ter ideia de como chega, como vai fazer, quais são os caminhos, as ferramentas, as coisas que eu vou seguir para chegar lá. E a terceira coisa, os outros 20%, é planejando essa coisa. 60% do tempo em coisas que só você pode fazer, 20% do tempo na estratégia, 20% do tempo no planejamento. É isso. Se você fizer isso, eu garanto que você vai ter sucesso no seu negócio. Qualquer que seja. Ok? Tem que ligar, eu acho. Daí gente, nadar, agir, pensar, empreender, como um tubarão. Agora não é aquele tubarão que tava na água, na zona de conforto esperando o peixe chegar perto dele, abocanhando. É um tubarão voador. É o cara que olha o mundo de cima. Olha o mercado de cima. Olha as pessoas de cima. E entende as oportunidades. Então, sejam todos vocês tubarões voadores daqui pra frente. Porque com certeza você vai se diferenciar no seu mercado. Te suspeitar no que você faz, no que você vai fazer e vai ter feito esse chance na vida dos negócios. Epa! Bom, tá aí meu contato, arroba aqui da Cândido, pra quem não tá com a comida, eu tô sentando lá no meu direct pra tirar dúvidas e desejo muito a sua sorte com vocês. E agora estou aqui para responder as perguntas. É o que eu vou fazer. Bora. Bom, primeiramente, obrigado, Cris, pela aula, tá? Pessoal, quem tiver pergunta, a Cris separou aqui alguns minutinhos finais, então faz aí no chat eu vou separar, não dá pra responder todas, tá? Obviamente, vou pegar aqui algumas aleatórias, faz aí no chat, eu passo pra Cris e daí a gente finaliza. Vamos aguardar a galera chegar aqui, o Fernando falou que já tem duas perguntas. Fernando, manda aí, cara. Quem sabe não é a sua que a gente vai responder. Enquanto o pessoal está mandando, novamente, Filipe, muito obrigado pela aula. Eu já... Eu agradeço. Um monte de coisa. Para ser bem sincero, teve vários mensagens ali da aula que eu pude tirar, com certeza... Espero ter podido colaborar assim, que possa ter aberto um pouco a mente para ver o que eles podem fazer. Tem muita oportunidade. Com certeza ajudou sim, tá? Inclusive, como eu falei, até para mim mesmo implementar algumas coisas aqui dentro e tal, sem dúvida nenhuma, abriu muito os olhos. Bom, o Fernando perguntou o seguinte, deixa eu colocar aqui na tela. Um dos meus maiores medos em empreender é ter algum problema jurídico, já que sites têm muitos dados sigilosos e tal. Muito. Ah, problema jurídico. É de sigilo que alguém vai copiar a ideia? É isso? É isso que você quer dizer? Acho que sim. Entendi isso também. Então, esse é o desafio mesmo. Quando você começa um negócio, as pessoas copiaram. Veja, o Drinking é uma marca registrada no mundo inteiro. Foi o primeiro da categoria. E eu tenho umas sei lá, umas 30 copias do Brigando da Justiça porque quando é novo muita gente quer copiar então existe esse problema? existe, quando você faz uma coisa que está certa muita gente quer copiar o Brasil não é o melhor lugar, olhando nesse aspecto, porque aqui a lei de patente, de produto, demora muito para você conseguir uma patente. Então, é um país bastante desafiador nesse aspecto, e você tem uma certa razão. Porém, existem milhares de novas empresas todos os dias. Eu sou diretora da FIES, da Micro, Pequenas e Médias Empresas, e olha, 80% do mercado são as Micro, Pequenas e Médias Empresas. Então, tem gente começando todo dia. Então, a gente tem que sair da zona de conforto, tem que ter coragem, tem que desafiar, saber que fácil não vai ser, desafios vão existir, esse jurídico é um desafio, o Brasil é um país onde a gente tem muita insegurança jurídica em vários aspectos mas acreditar que o Brasil é um país do futuro a gente tem muito, um país maravilhoso tem muita oportunidade tem muito negócio que pode ser criado aqui e uma hora ou outra isso vai eu tenho fé uma hora ou outra isso vai, eu tenho fé uma hora ou outra isso vai se resolver enquanto isso eu vou brigando na justiça pra manter a minha marca show de bola, show de bola a gente tem mais um aqui do Paulo Cris, como você lida com as frustrações como abrir portas fechadas? Algum insight para virar jogo? Assim, a frustração faz parte da vida. A vida é feita de altos e baixos. Ela não é uma curva só ascendente. Não existe uma zona de conforto ou uma zona controlada onde você vai viver sempre feliz e nunca passar por frustração nenhuma. A gente aprende mais nos problemas na dificuldade do que na facilidade. A verdade é essa. Ah, é ruim pensar assim, mas é verdade. Então, esses altos e baixos, eles fazem parte dele. Mas lá no comecinho do meu vídeo, ele falou assim, a vida não é uma curva sempre assim. Não é isso. A frustração faz parte. Eu vejo que as novas gerações têm muita dificuldade de dar a situação, têm muito medo de dar a situação. Eu, situação, é a minha zona de conforto. Todo dia eu começo alguma ideia, todo dia eu começo alguma coisa que está errada. Todo dia eu contato uma pessoa que não dá certo. Todo dia eu acredito numa ideia que não dá certo. Todo dia eu invisto num negócio que, que de repente a pessoa não era aquilo. Mas não é de vez em quando, é todo dia. Todo dia eu tenho uma frustração. Todo dia. Se eu olhar pra trás e falar que dia que eu passei uma semana, tranquilo, sem problema. Eu não lembro. Eu tinha tido uma semana na minha vida onde eu não lembro eu já tive uma semana na minha vida eu não tive nenhuma frustração nenhuma com isso mas eu sou muito feliz no que eu faço sou muito feliz também porque não é um jeito que quando você está no baixo ele vai passar também quando você está no alto ele também vai passar saber que tudo que é momento difícil, ele passa. E todos os momentos muito, muito felizes, também passam. Você vai ficar feliz um tempo, não vai ficar mais, você vai ficar grande, também vai passar. E isso aí te ensina a dar valor para as coisas legais, a se proteger de algumas coisas, para evitar algumas coisas, para ir aprendendo. Nós estamos sendo mais cuidadosos para sofrer menos. Mas não lidar com a frustração não existe. A gente tem que aprender a lidar e contar por ela da melhor forma possível, cada vez mais forte, cada vez mais reativo, cada vez mais forte, cada vez mais reativo, cada vez mais antifácil. E a antifragilidade é isso, é quando você toma a palavra, você digere aquilo, ao menos até meio solitário, você digere aquilo, pensa sobre aquilo, tem estratégias para sair daquilo, tem um plano para sair daquilo, aí quando você já está com aquilo digerido, ele sai e você já sai se transformando. É isso. E assim faz. Show de bola empréstimo, tipo BNDES? Olha, se você tiver o seu próprio dinheiro, você vai fazendo do tamanho da sua perna e vai vendendo, vai vendendo, vai fazendo, vai vendendo, vai fazendo. É mais seguro, porque as políticas econômicas no Brasil não são aquela coisa que a gente pode confiar muito. Hoje é de um jeito, amanhã de novo é troca, é outro, o cara acorda de cabeça muda, muda de novo, aí ele tem um imposto novo, aí o juro sobe, aí o juro sobe mais um pouco, dólar explode, tudo igual. Então, você nunca sabe o que vai acontecer. Não é um país como a Dinamarca que você paga um plano de um empréstimo de 10, 15 anos, de 30 anos, e daqui a 30 anos você vai pagando a sua prestação, é a mesma, o jurão mesmo, a prestação é sob controle. E as variações são mínimas. Aqui as variações são gigantescas. O primeiro empréstimo que eu peguei no banco, eu peguei com juros de 2% ao ano, em outubro. Em abril do outro ano, o juros foi para 30% ao ano. Saiu de 2 para 30. Como é que alguém paga uma vez? Entendeu? Então, eu tenho muito para aquilo que eu falei lá, nossa, nunca mais vou pegar dinheiro em banco. Você não tem como pagar, uma vez. Você fica traumatizado, nunca mais vai pegar dinheiro em banco. Vai fazendo o negócio com o dinheiro que eu tinha. Podia ter crescido mais rápido? Podia. Se existissem os investidores naquela época, ou se existisse dinheiro mais barato naquela época. Eu vivia o que eu podia viver. Naquela época, as épocas mudando e as dificuldades que eu tinha ali naquela época não eram aquelas. Então, o BNDES é ótimo, você conseguiu dinheiro e a taxa acabou, maravilhoso. Hoje tem Pronamp, tem Desenvolve São Paulo, tem Banco do Povo, tem um monte de lugares que você tem alguns recursos mais subsidiados. Mas, siga bem, para ter certeza de que ele é subsidiado mesmo, que ele é no caso mesmo, que você não vai ser impactado em algum momento, uma surpresa que vai te cortar as pernas. Porque muitas vezes pode acontecer isso e a pessoa acaba quebrando por um problema externo. E aí acaba uma coisa que já dá tudo certo e vai errado por um problema externo, um terceiro. Então, isso que já vem, então, eu me empresto direitinho antes. Show de bola. Beleza, pessoal. Bom, finalizamos por hoje, então. Cris, mais uma vez, muito obrigado, tá, pelo tempo, pela dedicação. Sem dúvidas nenhuma, deixou muitos aprendizados para mim e para todo mundo que assistiu aqui. Muito obrigado. Muito obrigado por vir aqui. Vamos repetir outras vezes. Com certeza, vamos sim. Vamos manter no contato. Beijo no coração de vocês. Boa noite a todos. Muito obrigada. Ó, vamos ter lá, hein, gente. Tô contando com vocês. Tchau, tchau, galera. Tchau, tchau. Tchau.