Bom, pessoal, no nosso vídeo anterior, eu mostrei para vocês um pouco como que a gente consegue, por exemplo, gerar uma ADR utilizando IA, mas o grande foco ali basicamente é mostrar o quão um prompt pode ser poderoso para que a gente consiga gerar uma ADR e conseguir ter esse tipo de resultado. Então, a gente vai para um outro capítulo, uma outra utilização aqui de A, que é a parte de implementação. Pessoal, toda vez que eu estou passando por esses pontos, onde eu falo documentação e design docs, implementação, isso, na minha opinião, é uma espécie de um framework que eu utilizo para desenvolver software, do início ao fim, pensando em engenharia de software de forma geral. Então, quando eu estou falando em documentação, é porque documentação é importante no processo de desenvolvimento de software. Quando eu estou falando em implementação, também é porque implementação faz parte do desenvolvimento de processos de software. E você vai perceber que para você trabalhar com o desenvolvimento de software, trabalhando com IA, você precisa entender cada um desses pontos. Desde a documentação à implementação. E a implementação, a gente entra em aspectos extremamente específicos. Por exemplo, exploração. Trabalhar com prompts específicos vai me ajudar a explorar problemas e ideias, me dar ideias ou insights, pra que eu consiga implementar melhor aquela solução. Afinal de contas, a gente não sabe de tudo, mas ficar fazendo perguntinhas de forma rasa, às vezes, pra um GPT da vida, não vai conseguir mudar o jogo pra você, numa solução que você precisa. Mas, se você souber explorar, ter prompts corret vida, não vai conseguir mudar o jogo pra você numa solução que você precisa. Mas, se você souber explorar, ter prompts corretos, você vai perceber o poder que você tem nisso no processo de desenvolvimento. Contextualização, pessoal. Um dos ativos mais fortes que você tem na hora que você tá desenvolvendo um projeto, uma feature, qualquer coisa desse tipo, é você contextualizar o problema que você tem, tanto para deixar mais claro para você o que você quer desenvolver, mas ao mesmo tempo, novamente, você tendo, por exemplo, um documento de contextualização, a IA pode ler esse documento e entender o contexto daquilo que você está falando. Novamente, a gente volta a falar de intenção. Então, com promptes corretos, você consegue gerar contextualização. Tarefas e plano de ação. Uma das coisas que mais fazem, mais faz desenvolvedor sofrer, passar raiva, ter crise de ansiedade com IA, é pelo fato de não entender que uma IA vai conseguir desenvolver bem o software se você criar tarefas e planos de ação claríssimos. Ela precisa de um to-do list. Se ela não tem um to-do list pra resolver determinado problema, ela vai começar a desenvolver, depois você fala pra ela corrigir aquele bug que ela deixou pra trás, daí ela corrige, daí para de funcionar ou quando ela corrige, ela já esqueceu o que ela tava fazendo antes e fica perdido então, a parte de plano de ação e tarefas é um dos pilares mais fortes que você tem pra você manter consistência no desenvolvimento, o grande ponto é como que eu pego um contexto gigante e consigo pegar esse contexto transformar num plano de ação e baseado nesse plano de ação ter tarefas e baseado nessas tarefas terem subtarefas e cada uma dessas tarefas e subtarefas tem a sua própria especificação pra que a IA entenda aquela tarefa e entenda a especificação daquela tarefa pra você desenvolver isso você também consegue fazer trabalhando com prompts. Workflow, como que a IA vai desenvolver junto com você. Ela primeiro vai desenvolver testes, depois ela vai programar, depois ela vai rodar teste de novo, depois disso ela vai atualizar a documentação, fazer um commit, depois criar uma pull request e subir lá no GitHub. Isso aí é um workflow, tá? Ou ela vai desenvolver o código, vai fazer os testes, vai pedir pra você conferir, você conferiu, deu um ok, ela faz o commit. Então, o workflow você vai definir, mas o prompt é exatamente a peça-chave pra ela trabalhar dessa forma. E a parte de rules, que são regras, é exatamente a peça-chave para ela trabalhar dessa forma. E a parte de rules, que são regras, é exatamente a mesma coisa, pessoal. Ou seja, eu quero que ela siga determinadas regras. Tem IDEs hoje em dia que você tem uma pastinha de rules que você coloca que eventualmente a IA vai ler e ela vai tentar seguir aquelas regras, tá? Testing, né? Como que eu posso pedir para uma IA testar a minha aplicação da forma mais efetiva possível. Debugging, né? Debugar, depurar código pedindo para uma IA também muda completamente a forma. Se eu falar, tente descobrir um erro ou da forma como eu consigo trabalhar, eu falo, olha, você vai ter que verificar essas alternativas, você vai ter que verificar essas alternativas, você vai ter que pensar passo a passo isso, você vai ter que trabalhar assim e assim assado pra você descobrir o problema. Enquanto você não descobrir, você ainda continua fazendo sem ficar me perguntando toda hora. Então, isso dá pra fazer. Refactoring, análise de performance, benchmarks, commit, requests, tudo que tem a ver com implementação, você consegue aumentar absurdamente seus resultados com IA. O grande ponto é você consegue apenas fazer isso se você estiver trabalhando com prompts. Galera, perceba que hoje em dia trabalhar com IA tem muito a ver obviamente com o seu lado técnico, a sua capacidade como desenvolvedor mas grande parte dessa capacidade técnica é exatamente a feita quando você trabalha com cocriação vamos dizer assim com IA através de prompts que vão mudar o comportamento da sua inteligência artificial