Nesta aula é dada continuidade a linha de raciocínio da masculinidade vitoriana.

Em um certo momento em que a cultura começa a falar de valores e virtudes, criou-se então uma cartilha do que significa ser homem.

Entendemos que o hoje o homem já nasce com uma vontade de se se provar, de ser mais homem, mais forte, enquanto a mulher não necessita isso.

Sempre existiu uma associação do homem a força, e isso não é culpa de ninguém. Hoje as narrativas nos dizem que o homem sofre uma pressão masculina por querer ser mais homem.

Então entendemos que as narrativas de hoje em dia, sobre a desconstrução do homem, elas colocam todas as atitudes provenientes da era vitoriana, como o homem querer ser forte, como algo que precisa ser abominado a todo custo.

Em resumo, entendemos que a masculinidade tóxica, é quando passamos a associar o homem como força e automaticamente associamos a mulher como fraqueza, é o homem que quer entrar o tempo todo em conflito para provar sua masculinidade para os outros.

É necessário que tenhamos um certo grau de inteligência emocional e entendimento sobre o mundo em que vivemos, só que ao mesmo tempo não podemos cair na armadilha que há por trás disso, ou seja, tirar a responsabilidade de nós mesmos. Nenhuma cultura pode nos dizer que está tudo bem sermos fracos.

Então nós somos responsáveis pela nossa vida, somos nós que devemos buscar melhoria, sermos fortes fisicamente e emocionalmente é nossa obrigação.